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Wednesday, 13 de september de 2017

Ex-policial que participou do assassinato de jovem em casa noturna de Mauá é condenado

Vítima foi lançada de mezanino após ser espancada
Vítima foi lançada de mezanino após ser espancada

O MPSP conseguiu a condenação de Fabio Felix de Abreu, ex-policial militar que havia sido denunciado pela Promotoria após o homicídio de Rafael Mendes Caetano. Em 2014, Caetano morreu após ser jogado do mezanino da casa noturna El Cuervo, em Mauá. Em sessão do tribunal do júri realizada no início deste mês, o Poder Judiciário impôs a Abreu a pena de  16 anos de reclusão em regime inicial fechado, sem o direito de recorrer em liberdade. 

A vítima estava na casa noturna junto com amigos para celebrar o emprego para o qual tinha sido contratado dias antes. Dentro do estabelecimento, Caetano se envolveu numa briga com um grupo formado, em sua maioria, por policiais militares. De acordo com testemunhas, a confusão começou após a vítima oferecer bebida a um dos integrantes do grupo e chamá-lo de "parça". A partir daí, Caetano foi dominado e espancado, sendo jogado de uma altura de aproximadamente 3 metros.

Durante o júri, o réu negou a intenção de matar e afirmou que seu objetivo era apartar a briga, e não lançar Caetano do mezanino. No entanto, para o promotor de Justiça  Claudio Henrique Bastos Giannini, Abreu quis realmente jogar a vítima, fazendo um movimento conhecido como alavanca por três vezes até conseguir que Caetano caísse. O membro do MPSP, que atuou nos plenários junto com o também promotor Luiz Otávio Alves Ferreira, destacou ainda que o réu era integrante da Força Tática, possuindo o domínio de técnicas para lidar com situações do tipo.

Em maio deste ano, outro ex-policial foi condenado por participação no mesmo crime. Rudinei Dias Morini Júnior, que também foi expulso da corporação, recebeu pena de 16 anos de reclusão em regime inicial fechado. 

O MPSP havia denunciado quatro pessoas pelo homicídio, mas a Justiça absolveu sumariamente uma delas, enquanto outra foi impronunciada. A Promotoria já recorreu da sentença.


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