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Tuesday , 05 de december de 2017

Evento no MPSP marca renovação e expansão do projeto Guardiã Maria da Penha

Programa prevê visitas de guardas civis às mulheres vítimas de violência doméstica
Programa prevê visitas de guardas civis às mulheres vítimas de violência doméstica

Evento Guardiã Maria da Penha - Mesa de abertura

 

Evento realizado no Ministério Público na tarde desta terça-feira (5/12) marcou a renovação e a expansão do projeto Guardiã Maria da Penha, iniciativa do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid) e do Núcleo de Gênero do MPSP. O programa tem o objetivo de, por meio de visitas domiciliares realizadas por integrantes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) especialmente treinados, verificar a situação de segurança da vítima e de cumprimento das medidas protetivas.

O projeto já chegou a quatro municípios paulistas e, nesta nova fase, atenderá a mais seis. 

Evento Guardiã Maria da Penha - Valéria ScaranceA mesa de abertura foi composta por Valéria Scarance (coordenadora do Núcleo de Gênero do MPSP), Tereza Exner (vice-corregedora-geral do MPSP), Silvia Chakian (promotora de Justiça do Gevid) Roberta Amá Ferrante (promotora de Justiça de Várzea Paulista), Nathalie Malveiro (assessora da Corregedoria-Geral do MPSP), Gislaine Caresia (coordenadora de políticas para as mulheres da Prefeitura de São Paulo) e Laércio dos Santos (inspetor da Guarda Civil Metropolitana).

"O Guardiã Maria da Penha não transforma apenas as vidas das vítimas que são atendidas, mas também de quem trabalha no projeto. A sensação de estar aqui hoje é como se estivéssemos observando um filho que cresceu e está se formando", afirmou Valéria Scarance.  

Para Tereza Exner, ações como esta, que promovam a cultura de paz, são fundamentais para a sociedade. A opinião é compartilhada por Santos, que se disse feliz e emocionado de estar participando do evento. "Estarmos aqui hoje na presença de vítimas atendidas pelo programa mostra a importância da iniciativa.

Na sequência, painéis abordaram o Guardiã Maria da Penha na visão dos guardas municipais e a importância do projeto para o processo penal. 

O momento mais emocionante do evento foi o depoimento de mulheres vítimas de violência doméstica e que tiveram suas vidas transformadas após receberem o apoio proporcionado pelo programa. 

Da mesa de encerramento participaram Mário Sarrubbo (subprocurador-geral de Justiça de Políticas Criminais e Institucionais), Eloísa Arruda (secretária municipal de Direitos Humanos), José Roberto de Oliveira (secretário municipal de Segurança Urbana), Kátia Boulos (conselheira da Comissão Permanente da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil) e Tereza Exner.

De acordo com Sarrubbo, o Guardiã Maria da Penha traz às vítimas uma maior segurança, já que o envolvimento da GCM traz um padrão diferenciado de atendimento. "As pessoas sabem que o Estado, o Ministério Público, estão aqui para a garantia de direitos. É com muita alegria que vemos o projeto se expandir e ser renovado. Com esse engajamento institucional, nós vamos vencer. A violência vai acabar", afirmou. 

Para Eloísa Arruda, é gratificante ver os bons frutos do trabalho desenvolvido por mulheres competentes que não esmoreceram diante das dificuldades. "Se há leis que pegam e aquelas que não pegam, podemos dizer que a Lei Maria da Penha pegou no estado de São Paulo. 

O evento foi encerrado com apresentação da banda da Guarda Civil Metropolitana.

 

 

 


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