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Thursday , 08 de february de 2018

Promotoria obtém condenação de três integrantes do PCC pelo “Tribunal da Morte”

Crime cometido em Piracicaba rendeu penas de até 21 anos
Crime cometido em Piracicaba rendeu penas de até 21 anos

Depois de 19 horas de julgamento, com sentença publicada às 4h30 da manhã desta quarta-feira (7/2), mais três integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram condenados por matar uma pessoa no “Tribunal da Morte”, em Piracicaba.

A ação penal proposta pelo promotor de Justiça Aluisio Antonio Maciel Neto em agosto de 2015 foi contra 16 réus, mas ontem o júri julgou três deles: Aloísio Antonio Gonsales, condenado a 21 anos, 11 meses e seis dias; Alex Heron Gomes da Silva, a 18 anos, três meses e 18 dias e Vinícius Daniel de Mello, a 18 anos, três meses e 18 dias, todos em regime inicial fechado. 

Por motivo torpe, mediante asfixia e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, os 16 acusados mataram Luis Matheus Freires de Oliveira e ocultaram o cadáver. Segundo a apuração, Oliveira estaria interessado por uma garota que teria mantido um relacionamento anterior com um dos denunciados por quem este ainda nutre fortes sentimentos.

Em decorrência de tais fatos, um dos denunciados procurou os demais acusados, 
todos integrantes da facção criminosa, para acusar Oliveira de ser “talarico". Tal comportamento não é aceito no “código de conduta” da organização.

Assim, resolveram “julgar” a conduta de Oliveira. No dia do crime, eles se reuniram em uma chácara com a presença de Oliveira e passaram a debater seu ato. Como se fossem juízes togados ou detentores do poder de vida ou morte de outrem, eles decidiram executar a vítima. 


Passaram a agredir sucessivamente Oliveira com diversos golpes. Em seguida, com a crueldade costumeira dos assassinos da facção, envolveram o corpo da vítima com fita isolante, principalmente sua boca e nariz, e a asfixiaram até a morte. Levaram o corpo da vítima dentro de um carro até uma estrada de terra, onde a enterraram em meio a um canavial. 


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