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Diário Oficial

I - PORTARIAS DE 18/10/2005
A - CHEFIA DE GABINETE
AUTORIZANDO:
Nº 6170/2005 - os Promotores de Justiça, Carlos Alberto de Salles, Celso Fróes Brocchetto, Eurico Ferraresi, Fernando Reverendo Vidal Akaoui, Hamilton Alonso Júnior, Orlando Bastos Filho, Ricardo de Barros Leonel e Vidal Serrano Nunes Júnior, que integram a comissão criada pelo Ato nº 55/05-PGJ, de 22 de setembro de 2005, a se ausentarem de suas Promotorias de Justiça, pelo horário necessário, para participarem de reunião, no dia 20 de outubro de 2005, às 14:00 horas, na sala do Conselho Superior do Ministério Público, na cidade de São Paulo, com prejuízo de suas atribuições normais, mas sem nenhum ônus financeiro para o Ministério Público, providenciando os interessados suas respectivas substituições automáticas.
B - ASSESSORIA
DESIGNANDO:
Nº 6171/2005 - o Promotor de Justiça de Nuporanga, em exercício, para, sem prejuízo de suas atribuições normais, oficiar nos autos do processo nº 25/05, em trâmite pelo Juízo de Direito da Comarca de Nuporanga, analisando a viabilidade de proposta de transação penal e prosseguindo nos ulteriores termos do feito (Pt. nº 93.940/05).
Nº 6172/2005 - a Dra. VANESSA IBARRECHE, 1ª Promotora de Justiça Substituta da 41ª Circunscrição Judiciária (Ribeirão Preto), para, sem prejuízo de sua designação anterior, atuar no Plenário do Júri da Comarca de Cubatão, no dia 19 de outubro de 2005, nos autos do processo nº 23/00.
Nº 6173/2005 - o Dr. CLEBER ROGÉRIO MASSON, 4º Promotor de Justiça de Limeira, para acumular o exercício das funções do 6º Promotor de Justiça de Limeira, de 21 a 27 de outubro de 2005.
Nº 6174/2005 - o Dr. FERNANDO MASSELI HELENE, 8º Promotor de Justiça de Bauru, para acumular o exercício das funções do Promotor de Justiça de Brotas, de 04 a 07 de outubro de 2005.
Nº 6175/2005 - os Drs. RODRIGO CESAR COCCARO, 4º Promotor de Justiça de Itapevi, para acumular e CRISTIANA TOBIAS DE AGUIAR MOELLER STEINER, 2ª Promotora de Justiça de Itapevi, para auxiliar, sem prejuízo de suas atribuições normais, no exercício das funções do 3º Promotor de Justiça de Itapevi, de 13 a 21 de outubro de 2005.
Nº 6176/2005 - o Dr. NELSON DOS SANTOS PEREIRA JÚNIOR, 7º Promotor de Justiça de São Bernardo do Campo, para acumular o exercício das funções do 18º Promotor de Justiça de São Bernardo do Campo, de 27 de setembro a 07 de outubro de 2005.
Nº 6177/2005 - o Dr. FERNANDO HENRIQUE ARRUDA, 122º Promotor de Justiça da Capital, para acumular o exercício das funções do 52º Promotor de Justiça Criminal, de 02 a 31 de outubro de 2005.
Nº 6178/2005 - o Dr. JOSÉ CARLOS DE FREITAS, 1º Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, para acumular o exercício das funções do 3º Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, de 17 a 21 de outubro de 2005.
Nº 6179/2005 - a Dra. CLÁUDIA MARIA BERE, 68ª Promotora de Justiça da Capital, para auxiliar no exercício das funções do 2º Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, de 17 a 21 de outubro de 2005, cessando os efeitos, nesse período, da portaria nº 1813/2004.
Nº 6180/2005 - a Dra. STELA TINONE KUBA, 37ª Promotora de Justiça da Capital, para auxiliar no exercício das funções do 2º Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, de 17 a 21 de outubro de 2005, cessando os efeitos, nesse período, da portaria nº 993/2005.
Nº 6181/2005 - o Dr. CARLOS HENRIQUE PRESTES CAMARGO, 24º Promotor de Justiça da Capital, para auxiliar no exercício das funções do 2º Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, de 17 a 21 de outubro de 2005, cessando os efeitos, nesse período, da portaria nº 3893/2005.
Nº 6182/2005 - o Dr. GUSTAVO DOS REIS GAZZOLA, 19º Promotor de Justiça de Sorocaba, para acumular o exercício das funções do 2º Promotor de Justiça de Sorocaba, de 03 de outubro a 02 de novembro de 2005.
Nº 5561/2005 - O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais, INDEFERE, por absoluta necessidade de serviço e, para gozo oportuno, 30 dias de férias, referentes ao período de 02 a 31 de outubro de 2005 dos seguintes Promotores de Justiça:
Incluam-se os Drs.:
MARCELO SORRENTINO NEIRA
MARIA CRISTIANA LENOTTI
(REPUBLICADA POR NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO - DOE DE 21/09/2005)
Nº 5562/2005 - O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais, INDEFERE por absoluta necessidade de serviço e, para gozo oportuno, as férias no período mencionado do mês de OUTUBRO de 2005, aos Senhores Promotores de Justiça abaixo relacionados:
Excluam-se os Drs.:
MARCELO SORRENTINO NEIRA (17 A 31)
MARIA CRISTIANA LENOTTI (17 A 31)
(REPUBLICADA POR NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO - DOE DE 07/10/2005)
Nº 5827/2005 - o Dr. ESTÊVÃO LUÍS LEMOS JORGE, 4º Promotor de Justiça Substituto da 8ª Circunscrição Judiciária (Campinas), para auxiliar no exercício das funções do 3º Promotor de Justiça de Campinas, de 02 a 16 de outubro, assumir o exercício das funções do 3º Promotor de Justiça de Campinas, de 17 a 31 de outubro, auxiliar no exercício das funções do Promotor de Justiça de Embu-Guaçu, de 02 a 07 de outubro e auxiliar no exercício das funções dos Promotores de Justiça de Taboão da Serra, de 10 a 31 de outubro de 2005.
(REPUBLICADA POR NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO - DOE DE 30/09/2005)
Nº 5860/2005 - o Dr. RODRIGO CAMBIAGHI LOURENÇO, 2º Promotor de Justiça Substituto da 50ª Circunscrição Judiciária (São João da Boa Vista), para assumir o exercício das funções do 1º Promotor de Justiça de Poá, de 02 a 16 de outubro, assumir o exercício das funções do 1º Promotor de Justiça de São João da Boa Vistae auxiliar no exercício das funções do Promotor de Justiça de Casa Branca, de 17 a 31 de outubro de 2005.
(REPUBLICADA POR NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO - DOE DE 30/09/2005)
Nº 6063/2005 - as Dras. SELMA IAMANI BASTOS PEREIRA, 3ª Promotora de Justiça de Santo André, para acumular e PATRÍCIA MARIA SANVITO MORONI, 15ª Promotora de Justiça de Santo André, para auxiliar, sem prejuízo de suas atribuições normais, no exercício das funções do 9º Promotor de Justiça de Santo André, de 03 a 31 de outubro de 2005.
(REPUBLICADA POR NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO - DOE DE 06/10/2005).
II - ATOS
ATO (N) N.º 072/95 - CPJ, de 26 de outubro de 1995
(Pt. nº 24.712/90)

Aprova o Regulamento do Concurso de Credenciamento de Estagiários do Ministério Público.
O Órgão Especial do Colégio de Procuradores, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista a deliberação havida na reunião ordinária de 06/10/95,
RESOLVE editar o seguinte Ato:
Art. 1º - Fica aprovado o Regulamento do Concurso de Credenciamento de Estagiários do Ministério Público anexo a este Ato.
Art. 2º - Este Ato entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em especial o Ato (N) nº 33/94, de 20.09.94.
São Paulo, 26 de outubro de 1995.
José Emmanuel Burle Filho
Procurador - Geral de Justiça,
Presidente do Órgão Especial do
Colégio de Procuradores de Justiça
Regulamento do Concurso de Credenciamento de Estagiários do Ministério Público
(Aprovado pelo Ato (N) Nº 72/95, de 26/10/95 - PT. 24.712/90).

Título I
Do concurso de credenciamento
Capítulo I
Das disposições finais
Art. 1º - O concurso público de provas e títulos para o credenciamento de estudantes de Direito na função de estagiário do Ministério Público, será realizado na forma disciplinada por este regulamento.
Art. 2º - O concurso será uniforme para todas as regiões do Estado e as provas serão aplicadas simultaneamente, em data e horário fixados pelo Procurador-Geral de Justiça.
§ 1º - O julgamento do concurso, a proclamação dos resultados e a classificação dos aprovados serão feitos em relação a cada região.
§ 2º - O Conselho Superior do Ministério Público, através de Ato, delimitará o âmbito territorial de eficácia do concurso, especificando as regiões e respectivas Promotorias de Justiça que as integram, levando em conta a localização das Faculdades de Direito.
Art. 3º - São requisitos para o credenciamento:
I - ser brasileiro;
II - estar em dia com as obrigações militares;
III - estar no gozo dos direitos políticos;
IV - ter boa conduta;
V - gozar de boa saúde, comprovada em inspeção realizada por órgão médico oficial; e
VI - estar matriculado em curso de graduação em Direito, de escola oficial ou reconhecida, localizada em região compreendida pelo concurso, a partir do antepenúltimo ano do curso, desde que não conte com mais de uma dependência de aprovação em qualquer disciplina de período anterior.
VII - não ser titular de cargo, emprego ou função pública, salvo se estiver regularmente afastado, e, no caso de exercer atividade privada, ser ela compatível com a sua condição funcional.
Parágrafo único - A pedido do interessado, a comprovação de que trata o inciso VI deste artigo poderá ser feita até o início do ano letivo imediato a abertura do concurso, hipótese em que o credenciamento terá caráter provisório.
Art. 4º - Competirá ao Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público o apoio administrativo à realização do concurso de credenciamento de estagiários, em todas as suas fases.
Parágrafo único - A taxa de inscrição ao concurso será recolhida em favor do Fundo Especial criado pelo artigo 304 da Lei Complementar Estadual nº 734, de 26/11/93.
Capítulo II
Da abertura do concurso
Art. 5º - A realização do concurso far-se-á após deliberação do Conselho Superior do Ministério Público, que fixará o número de vagas existentes.
§ 1º - Serão reservadas 5% (cinco por cento) das vagas existentes em cada região a candidatos portadores de deficiência, observadas as normas constantes do Edital.
(parágrafo acrescido pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
§ 2º - O concurso será aberto no último trimestre de cada ano, por edital, e terá eficácia para preenchimento das vagas existentes e das que vierem a ocorrer até a abertura de novo concurso ao longo do ano civil subseqüente.
Art. 6º - O edital de abertura do concurso será publicado por 3 (três) vezes no Diário Oficial do Estado, e dele constarão:
I - os requisitos para o credenciamento no estágio;
II - a relação das vagas oferecidas em cada Região;
III - o programa das matérias do concurso;
IV - o local, o horário e o prazo para as inscrições;
V - a data, o horário e o local de realização das provas, em cada região; e
VI - o modelo do requerimento de inscrição e o valor da respectiva taxa.
§ 1º - O prazo para a inscrição será de 15 (quinze) dias.
§ 2º - As inscrições, a critério da Comissão de Concurso, serão feitas diretamente na Capital, ou, de forma descentralizada, nas regiões administrativas do Ministério Público estabelecida pelo Ato nº 23/91-PGJ, exceto quanto às divisões administrativas da Capital e da Grande São Paulo I e II, na forma do Edital a ser publicado na Imprensa Oficial.
§ 3º - No ato de inscrição o candidato apresentará:
I - requerimento contendo dados informativos e declaração expressa do candidato de preencher os requisitos exigidos para o credenciamento;
II - cédula de identidade, certidão de nascimento ou documento equivalente, a juízo da Comissão de Concurso;
III - 02 (duas) fotografias recentes;
IV- comprovante de pagamento da taxa de inscrição.
Capítulo III
Das matérias do concurso
Art. 7º - A prova para o concurso de credenciamento de Estagiários abrangerá as seguintes matérias:
I - Princípios e Funções Constitucionais do Ministério Público;
II - Código Penal (Parte Geral);
III - Código Civil (Parte Geral);
IV - Teoria Geral do Processo;
V - Lei Orgânica Estadual do Ministério Público (Lei Complementar Estadual n. 734, de 26 de novembro de 1993) - artigos 76 a 96.
(inciso V acrescido pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Capítulo IV
Das provas e dos títulos
Seção I
Das disposições gerais
Art. 8º - A lista de candidatos admitidos ao concurso será sempre publicada no Diário Oficial.
Art. 9º - Após a publicação dos resultados da prova escrita, em prazo estabelecido pelo Edital, os candidatos aprovados deverão apresentar, no original ou em cópia autenticada, os títulos que possuam.
I - cédula de identidade ou documento equivalente;
II - declaração expedida pela Faculdade de Direito, oficial ou reconhecida, que comprove estar o aluno matriculado a partir do antepenúltimo ano do curso, ou, para séries e semestres subseqüentes do curso, sem dependência de aprovação de mais de uma disciplina de período anterior;
III - histórico escolar relativo ao Curso de Direito;
IV - títulos que possua.
(redação do artigo 9.º, caput, alterada pelo Ato Normativo n.º 294/02-CPJ, de 11 de novembro de 2002)
Parágrafo único - Não haverá, em nenhuma hipótese ou sob qualquer pretexto, vista de provas ou revisão de notas atribuídas.
Art. 10 - A seleção e a classificação dos candidatos serão feitas com base na nota obtida na prova escrita e nos títulos.
Parágrafo único - O julgamento dos títulos será feito após a avaliação da prova escrita.
Seção II
Da prova escrita
Art. 11 - A prova terá a duração de 2 (duas) horas, e compreenderá questões de múltipla escolha, sobre as matérias aludidas no artigo 7º.
(redação do artigo 11 alterada pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Art. 12 - Durante a realização da prova não serão permitidas consultas a obras de qualquer espécie.
Art. 13 - A cada questão serão atribuídos pontos de 0 (zero) a 1 (um), de tal maneira que, na soma da pontuação de todas as questões, perfaça-se um total de 8 (oito) pontos.
(artigo 13 alterado pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Art. 14 - A nota da prova escrita será o somatório dos pontos atribuídos às questões.
Parágrafo único - Será automaticamente desclassificado o candidato que não obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) na prova escrita.
(parágrafo único alterado pelo Ato Normativo n.º 294/02-CPJ, de 11 de novembro de 2002)
Art. 15 - Na avaliação das provas levar-se-á em conta o domínio do vernáculo pelo candidato.
Art. 16 - Quando realizada na Capital, a prova será aplicada pelo Presidente da Comissão de Concurso, auxiliado por membros do Ministério Público designados pelo Procurador-Geral de Justiça, e, desde que seja possível, num mesmo local.
(artigo 16 alterado pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Art. 17 - Quando realizada em qualquer das regiões especificadas no Edital, a prova escrita será aplicada por um dos integrantes da Comissão de Concurso, efetivo ou suplente, auxiliado por membros do Ministério Público, lotados na região, designados pelo Procurador-Geral de Justiça.
(artigo 17 alterado pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Seção III
Dos títulos
Art. 18 - Serão considerados, especialmente, os seguintes títulos:
I - títulos universitários ou graus acadêmicos;
II - curso de informática ou de datilografia;
III - cursos de línguas estrangeiras;
IV - outros cursos, na área jurídica, que tenham relação com as atribuições do estagiário.
(artigo 18, caput alterado pelo Ato Normativo n.º 282/02-CPJ, de 22 de maio de 2002)
(redação do inciso IV do artigo 18, alterada pelo Ato Normativo n.º 294/02-CPJ, de 11 de novembro de 2002)

Parágrafo único - A cada título a Comissão de Concurso atribuirá, no máximo, até 0,5 (cinco décimos), não excedendo a soma de pontos, em nenhuma hipótese, o total de 2,0 (dois).
Capítulo V
Do julgamento do concurso
Art. 19 - Encerrada a prova escrita, efetuada a sua correção e avaliados os títulos apresentados pelos candidatos, a Comissão de Concurso reunir-se-á para o julgamento do certame, proclamando em seguida o resultado de cada região, que será publicado no Diário Oficial.
Art. 20 - A classificação final dos candidatos será obtida pela nota da prova escrita, acrescida da soma de pontos conferidos aos títulos apresentados na forma do artigo 18.
Art. 21 - Em caso de empate na classificação, terá preferência o candidato que obtiver maior número de pontos nas matérias elencadas no artigo 7º, segundo a ordem ali estabelecida.
Art. 22 - Proclamados os resultados de cada região, serão os mesmos encaminhados ao Conselho Superior do Ministério Público, para o devido credenciamento.
Título II
Da comissão de concurso
Art. 23 - O concurso de credenciamento de estagiários competirá a uma comissão incumbida da organização e da avaliação do certame de seleção de candidatos, que será integrada por um Procurador de Justiça, seu Presidente, e por até 8 (oito) Promotores de Justiça da mais elevada entrância, todos nomeados pelo Procurador-Geral de Justiça.
Art. 24 - O Procurador-Geral de Justiça nomeará, desde logo, os suplentes da Comissão de Concurso, aos quais incumbirá substituir a qualquer membro efetivo nos seus impedimentos, sucede-lo na sua falta, mesmo ocasional, e, quando necessário, aplicar a prova escrita, na hipótese prevista no caput do artigo 17.
(caput do artigo 24 alterado pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Parágrafo único - A convocação do suplente será feita pelo Procurador-Geral de Justiça, mediante solicitação do Presidente da Comissão de Concurso.
Art. 25 - Nas ausências ocasionais do Presidente da Comissão de Concurso, a presidência caberá ao Promotor de Justiça mais antigo.
Art. 26 - Constituída a Comissão de Concurso, o seu Presidente designará data para a reunião de instalação dos trabalhos, devendo constar da ordem do dia, dentre outras matérias:
I - eleição do Secretário, escolhido entre os Promotores de Justiça;
II - elaboração do calendário do concurso, tendo em vista os prazos estabelecidos nos arts. 5º e 30; e
III - distribuição das atribuições de cada um de seus membros.
Art. 27 - Ao Secretário da Comissão de Concurso incumbirá:
I - redigir, em livro próprio, as atas das reuniões da Comissão de Concurso;
II - expedir ofícios de interesse da Comissão de Concurso, especialmente, os referentes a pedidos de informação sobre candidatos;
III - receber e arquivar toda a correspondência endereçada à Comissão de Concurso;
IV - coordenar o exame da documentação apresentada pelos candidatos;
V - redigir e providenciar a publicação de editais e avisos relativos ao concurso;
VI - coordenar os trabalhos de investigação a respeito da conduta social e moral dos candidatos e, se for o caso, de seus antecedentes criminais e civis;
VII - supervisionar as providências necessárias à realização das provas do concurso; e
VIII - propor ao Presidente as medidas adequadas ao bom andamento dos trabalhos da Comissão de Concurso.
Parágrafo único. Para auxiliá-lo na execução das atividades constantes dos incisos IV e VI deste artigo, o Secretário poderá solicitar ao Procurador-Geral de Justiça, através do Presidente da Comissão de Concurso, a designação de um ou mais funcionários do Quadro da Administração do Ministério Público.
Art. 28 - A Comissão de Concurso poderá solicitar informações reservadas sobre os candidatos.
Art. 29 - As decisões da Comissão de Concurso serão tomadas por maioria absoluta de votos, cabendo a seu Presidente também o voto de desempate.
Art. 30 - A Comissão de Concurso terá o prazo de três meses para concluir os seus trabalhos, a partir da reunião de instalação.
Título III
Do credenciamento
Art. 31 - Os estagiários aprovados no concurso serão credenciados pelo Conselho Superior do Ministério Público.
§ 1º - Para o credenciamento, os estagiários aprovados no concurso deverão apresentar, no prazo do respectivo edital, os seguintes documentos:
I - comprovante de que está em dia com as obrigações militares;
II - comprovante de que está em gozo dos direitos políticos;
III - atestado de boa conduta firmado por membro do Ministério Público, do Poder Judiciário ou por Professor da Faculdade de Direito por ele cursada;
IV - comprovante de que goza de boa saúde, após inspeção realizada por órgão médico oficial;
V - declaração expedida pela Faculdade de Direito, oficial ou reconhecida, que comprove estar o aluno matriculado a partir do antepenúltimo ano do curso, ou, para as séries e semestres subseqüentes do curso, sem dependência de aprovação de mais de uma disciplina de período anterior;
VI - histórico escolar relativo ao Curso de Direito;
VII - certidão de horário das aulas da série em que se encontra matriculado;
VIII - prova de residência;
IX - declaração indicando a atividade pública ou particular que exerce, com menção ao local e horário do trabalho;
X - 2 (duas) fotos datadas e recentes de tamanho 3/4 cm; e,
IX - certidão expedida pelos cartórios distribuidores criminais das comarcas onde o estagiário tiver residido nos 5 (cinco) anos anteriores à data da abertura do concurso de credenciamento.
(inciso IX acrescido pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
(incisos V e VI acrescidos pelo Ato Normativo n.º 294/02-CPJ, de 11 de novembro de 2002)

§ 2º - Se o estagiário aprovado não cumprir o disposto no edital, perderá o direito ao credenciamento, devendo ser providenciada a chamada de outros estagiários aprovados no mesmo concurso, até o número de vagas disponíveis.
§ 3º - O credenciamento provisório vigorará até o início do ano letivo seguinte ao da abertura do concurso, e cessará, automaticamente, se não for feita, até aquele termo final, a comprovação da matrícula no antepenúltimo ano do Curso e da inexistência de dependência de aprovação de mais de uma disciplina de período anterior.
Art. 31-A - No prazo de 5 (cinco) dias contados da publicação da lista de classificação final do concurso, o candidato aprovado portador de deficiência deverá ser submetido a perícia médica, para verificação da deficiência por ele invocada e da compatibilidade de suas necessidades especiais com o exercício das atribuições de estagiário do Ministério Público.
§ 1º - a perícia será realizada em órgão médico oficial do Estado, por especialista na área da deficiência portada pelo candidato.
§ 2º - quando a perícia concluir pela inexistência da deficiência invocada ou pela inaptidão do candidato para o exercício das atribuições de estagiário do Ministério Público, será realizada, em 5 (cinco) dias, nova inspeção por junta médica oficial, da qual poderá participar profissional indicado pelo interessado.
§ 3º - não caberá recurso da decisão proferida pela junta médica oficial.
§ 4º - o candidato que não tiver comprovada a deficiência por ele apontada ou não for considerado apto para o exercício das atribuições de estagiário do Ministério Público perderá o direito ao credenciamento.
§ 5º - na hipótese prevista no § 4º deste artigo, a vaga reservada ao candidato não credenciado reverterá aos demais candidatos.
§ 6º - igualmente reverterão aos demais candidatos, no todo ou em parte, as vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência nos casos em que não houver, em número suficiente, candidatos inscritos ou aprovados portadores dessa especial condição.
(artigo 31 e parágrafos acrescidos pelo Ato Normativo n.º 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001)
Art. 32 - Após o credenciamento o Procurador-Geral de Justiça fará publicar AVISO, fixando data para que os estagiários façam a escolha de vagas, tendo em vista a localização da Faculdade de Direito e a ordem de classificação no Concurso Regional.
Título IV
Da designação
Art. 33 - O preenchimento das vagas existentes e das que vierem a ocorrer até o período de validade do concurso, será efetuado por ato do Procurador-Geral de Justiça, designando o local de exercício do estagiário, tendo em vista a localização da Faculdade de Direito, a escolha manifestada e a ordem obtida no concurso regional.
Título V
Da posse
Art. 34 - Publicado o ato referido no artigo anterior, o designado tomará posse na Procuradoria-Geral de Justiça, em 5 (cinco) dias e entrará em exercício em igual prazo.
Parágrafo único - A posse poderá ser prorrogada a critério do Procurador-Geral de Justiça.
Art. 35 - Nos 10 (dez) dias subseqüentes à data em que entrar em exercício, o estagiário fará comunicação à Procuradoria-Geral de Justiça, à Corregedoria Geral do Ministério Público e ao Conselho Superior do Ministério Público.
ATO N.º 61/2005 - PGJ., DE 17 DE OUTUBRO DE 2005.
Autoriza o recebimento, em doação, dos bens que especifica.

O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de sua competência prevista no item 2, da alínea 'b', do inciso IX, do artigo 19, da Lei Complementar n.º 734, de 26 de novembro de 1993,
RESOLVE:
Artigo 1.º- Fica o Ministério Público do Estado de São Paulo autorizado a receber, em doação, sem encargos, dos Excelentíssimos Senhores Promotores de Justiça, Doutor Gustavo R. Chaim Pozzebon e Doutor Michel Betenjane Romano, 02 (duas) mesas com três gavetas no valor unitário estimado de R$ 50,00 (cinqüenta reais); 08 (oito) cadeiras simples no valor unitário estimado de R$ 20,00 (vinte reais); 02 (dois) armários de duas portas no valor unitário estimado de R$ 100,00 (cem reais); 02 (duas) mesas em formato 'L' com três gavetas no valor unitário estimado de R$ 120,00 (cento e vinte reais); 02 (duas) mesas quadradas no valor unitário estimado de R$ 30,00 (trinta reais); 01 (uma) estante de madeira com oito prateleiras no valor estimado de R$ 100,00 (cem reais); 01 (uma) estante de madeira com quatro prateleiras no valor estimado de R$ 50,00 (cinqüenta reais); 01 (um) frigobar marca Cônsul, modelo compacto 120 no valor estimado de R$ 200,00 (duzentos reais); 01 (um) ar-condicionado marca Cônsul, modelo Air Master 10.000 BTUs no valor estimado de R$ 300,00 (trezentos reais); 01 (um) pedestal de mármore no valor estimado de R$ 100,00 (cem reais); 01 (uma) estátua de mármore no valor estimado de R$ 100,00 (cem reais); 01 (uma) persiana com 1,4 m. de altura e 2,24 m. de largura no valor estimado de R$ 80,00 (oitenta reais); 01 (uma) persiana com 2,2 m. de altura e 2,22 m. de largura no valor estimado de R$ 100,00 (cem reais); 02 (duas) persianas com 1,24 m. de altura e 3,2 m. de largura no valor unitário estimado de R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais). Sendo que o valor total estimado dos bens perfaz o montante de R$ 2.090,00 (dois mil e noventa reais).
Artigo 2.º- A Diretoria-Geral adotará as providências de caráter contábil e administrativo necessárias à incorporação patrimonial, devendo o bem ser agregado à Promotoria de Justiça de Serra Negra.
Artigo 3.º- Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação.
ATO N.º 062/2005 - PGJ., DE 14 DE OUTUBRO DE 2005.
Autoriza o recebimento, em doação, do bem que especifica.
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de sua competência prevista no item 2, da alínea 'b', do inciso IX, do artigo 19, da Lei Complementar n.º 734, de 26 de novembro de 1993,
RESOLVE:
Artigo 1.º- Fica o Ministério Público do Estado de São Paulo autorizado a receber, em doação, sem encargos, da empresa DCR COMUNICAÇÃO LTDA (Filial São Paulo), a criação de símbolo institucional (logomarca), bem como a criação e desenvolvimento da 'Campanha Comemorativa das 20 Anos da Lei de Ação Civil Pública', incluindo os serviços de criação e finalização de logomarca e aplicação básica; criação e finalização de anúncios de revista, página dupla e simples; criação e finalização de anúncio de 1/2 página de jornal; criação e finalização de outdoor; criação de 3 spots de rádio; criação de filme para cinema e TV e criação e finalização de exposição. O valor total da doação, conforme estimado, é de R$ 101.491,00 (cento e um mil, quatrocentos e noventa e um reais).
Artigo 2º - A Diretoria-Geral adotará as providências de caráter contábil e administrativo necessárias à incorporação patrimonial, devendo o bem ser agregado à Assessoria Especial de Comunicação e Relações Institucionais do Ministério Público do Estado de São Paulo.
Artigo 3.º- Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação.
ATO N.º 063/ 2005 - PGJ., DE 14 DE OUTUBRO DE 2005.
Autoriza o recebimento, em doação, do bem que especifica.
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de sua competência prevista no item 2, da alínea 'b', do inciso IX, do artigo 19, da Lei Complementar n.º 734, de 26 de novembro de 1993,
RESOLVE:
Artigo 1.º- Fica o Ministério Público do Estado de São Paulo autorizado a receber, em doação, sem encargos, da empresa TRATTORIA FILMES LTDA EPP, a produção de filme comercial, de 30 segundos, feito por computação gráfica, sobre a Campanha Publicitária: '20 Anos de Ação Civil Pública', a ser veiculado na mídia, tendo sido tal produção avaliada em R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).
Artigo 2º - A Diretoria-Geral adotará as providências de caráter contábil e administrativo necessárias à incorporação patrimonial, devendo o bem ser agregado à Assessoria Especial de Comunicação e Relações Institucionais do Ministério Público do Estado de São Paulo.
Artigo 3.º- Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação.
III - AVISOS
AVISO DE 10/10/2005
Nº 553/2005 - PGJ
O Procurador-Geral de Justiça,
no uso de suas atribuições legais, CONVIDA os Senhores Procuradores de Justiça, integrantes da 1ª Procuradoria de Justiça, para reunião ordinária mensal, no Auditório Rubens Marchi - Procurador de Justiça, no Edifício Queiroz Filho à Rua Manoel da Nóbrega, 242, no dia 20 de outubro p.f., às 13:30 horas, com a seguinte pauta:
1) Leitura, discussão e submissão da ata da reunião anterior à aprovação;
2) Relatório de distribuição do mês de setembro;
3) Comunicações do Secretario - Executivo;
4) Comunicações do Setor de Informatização e Jurisprudência;
5) Outros assuntos de interesse da 1ª Procuradoria de Justiça.
AVISO DE 14/10/2005
Nº 567/2005 - PGJ
O Procurador-Geral de Justiça,
no uso de suas atribuições legais e a pedido do coordenador da Comissão de Estudos criada pelo Ato n.º 55-PGJ, de 22 de setembro de 2005, procurador de Justiça José Luís Alicke, AVISA aos membros do Ministério Público que a comissão receberá críticas e sugestões ao anteprojeto de lei que institui o Código Brasileiro de Processos Coletivos até o dia 10 de novembro de 2005.
Os interessados poderão consultar o texto do anteprojeto na página do CAO Cível (www.mp.sp.gov.br/caocivel/caocivel.htm) e encaminhar suas contribuições ao relator da Comissão de Estudos, promotor de Justiça Celso Fróes Brocchetto, por e-mail ([email protected]), por ofício ou pelos telefones (11) 3119-9596 ou 3119-9597.
AVISOS DE 18/10/2005
Nº 569/2005 - PGJ
12º Concurso de Credenciamento de Estagiários do Ministério Público
O Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo
, no uso de suas atribuições, faz saber a todos os interessados que, de conformidade com a disciplina da Lei Complementar n. 734, de 26 de novembro de 1993, e nos termos do Regulamento aprovado pelo Egrégio Colégio de Procuradores (Ato n. 72/95 - CPJ, de 26 de outubro de 1995, alterado pelos Atos Normativos n. 271/01-CPJ, de 19 de setembro de 2001, n. 282/02-CPJ, de 22 de maio de 2002 e n. 294/02-CPJ, de 11 de novembro de 2002), torna pública a abertura de inscrições para o 12º Concurso de Credenciamento de Estagiários do Ministério Público, para provimento de 964 (novecentas e sessenta e quatro) vagas iniciais, abaixo relacionadas, e mais as que surgirem durante a vigência do concurso, das quais 5% se destinam a pessoas portadoras de deficiência, nos termos da Lei Complementar n. 683, de 18 de setembro de 1992:
- O estágio compreende o exercício transitório de funções auxiliares do Ministério Público (artigo 77 da Lei Complementar n. 734, de 26.11.1993).
- O período de exercício na função de Estagiário será considerado tempo de serviço público para todos os fins (artigo 90 da Lei Complementar n. 734, de 26.11.1993).
- Período de exercício na função de Estagiário é considerado título para o Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público (artigo 21, inc. IV, do Regulamento de Ingresso à Carreira do Ministério Público, Aviso PGJ 189/2005).
- O Estagiário receberá bolsa mensal cujo valor será fixado em lei (artigo 88 da Lei Complementar n. 734, de 26.11.1993).
- A jornada de trabalho de estagiário é de 20 (vinte) horas semanais, devendo corresponder ao expediente do Foro e compatibilizar-se com a duração do turno de funcionamento do curso de graduação em direito em que esteja matriculado (artigo 87 da Lei Complementar n. 734, de 26.11.1993).
REQUISITOS PARA O CREDENCIAMENTO
1. São requisitos para o credenciamento:
a.) ser brasileiro;
b.) estar em dia com as obrigações militares;
c.) estar no gozo dos direitos políticos;
d.) ter boa conduta;
e.) gozar de boa saúde, comprovada em inspeção realizada por órgão médico oficial;
f.) estar matriculado em curso de graduação em Direito, de escola oficial ou reconhecida localizada em região compreendida pelo concurso, a partir do 3º ano do curso em 2006, desde que não conte com mais de uma dependência de aprovação em qualquer disciplina de período anterior;
g.) não ser titular de cargo, emprego ou função pública, salvo se estiver regularmente afastado e, no caso de exercer atividade privada, ser ela compatível com a sua condição funcional.
1.1. A pedido do interessado, a comprovação de que trata a letra 'f', do item 1, deste edital, poderá ser feita até o início do ano letivo imediato a abertura do concurso, hipótese em que o credenciamento terá caráter provisório.
1.2. Se, entre a realização do concurso e a fase de credenciamento, o candidato aprovado vier a concluir o curso, não renovar a matrícula ou for reprovado em mais de uma disciplina do período anterior, ficará vedado o seu credenciamento (artigo 85, inc. II, alíneas 'a' e 'd' da Lei Complementar n. 734, de 26.11.93).
1.3. Não se considera conclusão do curso de graduação em Direito, para o fim estabelecido no parágrafo anterior, a reprovação em até uma disciplina do último período do curso, admitindo-se o credenciamento, desde que o candidato tenha renovado a matrícula para a realização da disciplina em dependência.
DAS VAGAS
2. O concurso destina-se ao preenchimento das vagas nas regiões respectivas, a seguir discriminadas, além das vagas que surgirem durante a vigência do presente concurso.
I - CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO
CAPITAL : 270 (duzentos e setenta) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ Criminal de Santo Amaro 4
PJ de Habitação e Urbanismo 1
PJ da Inf. e Juventude (SOS - Criança)- DEIJ 10
PJ de Registros Públicos 6
PJ Cível do Ipiranga 3
PJ Criminal da Lapa 8
PJ de Família 12
PJ Criminal de Santana 10
PJ Cível de Jabaquara 3
PJ Cível de Vila Prudente 4
Juizado Especial Crim. Fam .Capital -JECRIFAM 7
GAESF 5
PJ Cível de Santana 8
PJ Cível da Capital 14
1ª PJ Criminal 20
2ª PJ Criminal 20
3ª PJ Criminal 15
4ª PJ Criminal 20
5ª PJ Criminal 20
6ª PJ Criminal 20
PJ do I Tribunal do Júri (Barra Funda) 20
PJ do V Tribunal do Júri (Pinheiros) 6
PJ de Falências 20
PJ das Execuções Criminais 2
PJ do Consumidor 6
PJ do II Tribunal do Júri (Santana) 6
TOTAL 270
GRANDE SÃO PAULO : 147 (cento e quarenta e sete) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

GAERCO/ABC-Grupo de Atuação Especial eg.Para Prev. e Repre. Ao Crim. Org. 2
PJ Cível de São Bernardo do Campo 8
PJ Criminal de São Bernardo do Campo 11
PJ Cível de São Caetano do Sul 7
PJ Criminal de São Caetano do Sul 4
PJ Cível de Osasco 5
PJ de Carapicuíba 11
PJ Criminal de Santo André 8
PJ de Mauá 12
PJ de Vargem Grande Paulista 1
PJ Criminal de Osasco 3
PJ Cível de Guarulhos 3
PJ de Diadema 17
PJ de Ferraz de Vasconcelos 6
PJ de Ribeirão Pires 4
PJ de Franco da Rocha 3
PJ de Poá 4
PJ de Cotia 6
PJ de Mairiporã 5
PJ de Itapecerica da Serra 8
PJ Cível de Santo André 12
PJ de Mogi das Cruzes 4
PJ de Brás Cubas 1
PJ de Guararema 2
TOTAL 147
II - BAURU : 92 (noventa e duas) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Avaré 4
PJ de Itaí 2
PJ de Taquarituba 2
PJ de Pompéia 1
PJ de Porangaba 1
PJ de Getulina 2
PJ de Garça 3
PJ de Cafelândia 2
PJ de Dois Córregos 1
PJ de Piraju 2
PJ de Assis 3
PJ Cível de Bauru 7
PJ Criminal de Bauru 11
PJ de Agudos 1
PJ de Paraguaçu Paulista 4
PJ de Chavantes 1
PJ de Cândido Mota 3
PJ de Duartina 1
PJ de Maracaí 1
PJ de Itatinga 1
PJ de Macatuba 2
PJ de Palmital 2
PJ de Jaú 10
PJ de Lins 5
PJ de Botucatu 5
PJ Criminal de Marília 6
PJ de Lençóis Paulista 2
PJ de Orlândia 1
PJ de Paranapanema 1
PJ de Fartura 2
PJ de Conchas 2
PJ de Bariri 2
TOTAL 92
III - CAMPINAS : 99 (noventa e nove) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Amparo 4
PJ de Americana 4
PJ de São Pedro 1
PJ de Cosmópolis 2
PJ de Limeira 9
PJ de Tietê 3
PJ de Capivari 1
PJ de Serra Negra 1
PJ de Mogi Guaçu 6
PJ de Piracaia 2
PJ de Moji Mirim 6
PJ de Rio das Pedras 2
PJ de Francisco Morato 4
PJ de Monte Mor 1
PJ de Valinhos 4
PJ Cível de Jundiaí 4
PJ de Itapira 2
PJ de Pedreira 2
PJ de Itatiba 4
PJ de Atibaia 8
PJ de Vinhedo 3
PJ Cível de Campinas 4
PJ Criminal de Piracicaba 1
PJ Criminal de Jundiaí 3
PJ de Vila Mimosa 1
PJ de Campo Limpo Paulista 2
PJ de Santa Bárbara D'Oeste 9
PJ de Laranjal Paulista 2
PJ de Sumaré 3
TOTAL 99
IV - FRANCA : 07 (sete) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de São Joaquim da Barra 2
PJ Criminal de Franca 1
PJ de Ituverava 2
PJ de Nuporanga 2
TOTAL 07
V-PRESIDENTE PRUDENTE: 48 (quarenta e oito) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Bilac 1
PJ de Birigui 6
PJ de Buritama 1
PJ de Junqueirópolis 2
PJ de Lucélia 2
PJ de Adamantina 3
PJ de Pacaembu 1
PJ de Martinópolis 1
PJ Criminal de Araçatuba 2
PJ de Mirandópolis 2
PJ de Penápolis 8
PJ de Presidente Prudente 10
PJ de Valparaiso 1
PJ de Santo Anastácio 1
PJ de Tupã 5
PJ de Mirante do Paranapanema 1
PJ de Panorama 1
TOTAL 48
VI - RIBEIRÃO PRETO : 76 (setenta e seis) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Santa Rita do Passa Quatro 2
PJ de Araraquara 12
PJ de São Sebastião da Grama 1
PJ de São Simão 2
PJ de Pontal 2
PJ de Taquaritinga 5
PJ de Casa Branca 2
PJ de Cível de Ribeirão Preto 16
PJ Criminal de Ribeirão Preto 15
PJ de Caconde 1
PJ de Sertãozinho 5
PJ de Matão 5
PJ de Borborema 1
PJ de Monte Alto 3
PJ de Leme 4
TOTAL 76
VII - SANTOS : 55 (cinqüenta e cinco) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Guarujá 8
PJ de Peruíbe 1
PJ Cível de Santos 17
PJ Criminal de Santos 6
PJ de Itanhaém 7
PJ de Bertioga 4
PJ de Mongaguá 4
PJ de Cubatão 3
PJ de Praia Grande 5
TOTAL 55
VIII - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO : 51 (cinqüenta e uma) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Paulo de Faria 2
PJ de Votuporanga 2
PJ de Auriflama 1
PJ de Olímpia 6
PJ de José Bonifácio 1
PJ de Palestina 1
PJ de Jales 5
PJ de Urupês 1
PJ de Barretos 6
PJ de Fernandópolis 8
PJ Criminal de São José do Rio Preto 8
PJ de Potirendaba 1
PJ de Guaíra 2
PJ Criminal de Catanduva 2
PJ de Urânia 2
PJ de Santa Fé do Sul 3
TOTAL 51
IX - SOROCABA : 60 (sessenta) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Angatuba 2
PJ Criminal de Sorocaba 4
PJ Cível de Sorocaba 2
PJ de Capão Bonito 3
PJ de Boituva 1
PJ de Tatuí 7
PJ de Mairinque 4
PJ de Piedade 1
PJ de Ibiúna 4
PJ de Itapeva 5
PJ de Porto Feliz 2
PJ de Itararé 4
PJ de Salto 1
PJ de São Miguel Arcanjo 1
PJ de Itu 7
PJ de São Roque 6
PJ de Itapetininga 6
TOTAL 60
X - TAUBATÉ : 59 (cinqüenta e nove) vagas
Promotoria Vagas Solicitadas

PJ de Jacareí 2
PJ de Caraguatatuba 8
PJ de Aparecida 2
PJ Cível de Taubaté 1
PJ de Ubatuba 3
PJ Cível de São José dos Campos 9
PJ Criminal de São José dos Campos 11
PJ de Paraibuna 2
PJ Criminal de Taubaté 10
PJ de Pindamonhangaba 5
PJ de São Luiz do Paraitinga 2
PJ de Ilha Bela 2
PJ de Cunha 2
TOTAL 59
2.1. O concurso terá validade até a abertura de novo certame, não podendo exceder, em qualquer hipótese, o prazo de um ano, a contar da publicação do Edital de abertura.
2.2. Cinco por cento (5%) das vagas existentes em cada região serão reservadas aos candidatos portadores de deficiência, sendo-lhes garantidas condições especiais necessárias à sua participação no certame. Se não houver candidatos nessa condição, inscritos ou aprovados, os cargos ficarão liberados para os demais candidatos.
DAS INSCRIÇÕES
3) As inscrições serão recebidas de 26 de outubro a 18 de novembro de 2005, das 12h às 17h, na sede das Regionais, nos endereços a seguir discriminados:
a.)Área Regional da Capital
Rua Minas Gerais, 316 - Térreo - Higienópolis
São Paulo (SP)
Fone: (0xx11) 3017-7783
b.)Área Regional de Bauru
Rua Silva Jardim, 2-77 - Jardim Bela Vista
Bauru (SP)
Fone: (0xx 14) 3212 8308 e (0xx 14) 3212 8382
c.)Área Regional de Campinas
Avenida Dr. Alberto Sarmento, 4 - 8º andar - Bairro Bonfim
(Prédio da Secretaria da Fazenda) - Campinas (SP)
Fone: (0xx 19) 3243.1698 e (0xx 19) 3243.3858
d.)Área Regional de Franca
Avenida Lázaro Souza Campos, 322 - Bairro São José
Franca (SP)
Fone: (0xx 16) 3721.1978
e.)Área Regional de Presidente Prudente
Avenida Washington Luiz, 1607 - 1º andar - Jardim Paulista
Presidente Prudente (SP)
Fone: (0xx 18) 221. 7156
f.)Área Regional Ribeirão Preto
Rua Otto Benz, 1070 - Nova Ribeirânia
Ribeirão Preto (SP)
Fone: (0xx 16) 3629.3848 - ramais 260 e 261
g.)Área Regional Santos
Rua Bittencourt, 141 - 1º andar - sala 17 - Vila Nova
Santos (SP)
Fone: (0xx 13) 3221.5722
h.)Área Regional São José do Rio Preto
Rua XV de Novembro, 2939 - 1º andar - cj. 12 - Centro
São José do Rio Preto (SP)
Fone: (0xx 17) 3235.3736
i.)Área Regional Sorocaba
Rua Professora Zélia Dulce de Campos Maia, 74 - Vila Florinda
Sorocaba (SP)
Fone: (0xx 15) 3 233.7370
j.)Área Regional Taubaté
Rua Sacramento, 150 - Centro
Taubaté (SP)
Fone: (0xx 12) 3632.7311
3.1. O interessado poderá se inscrever pessoalmente ou por procurador, apenas para vagas de determinada região na qual deverá formalizar sua inscrição.
3.2. É vedada a inscrição pela via postal ou fac símile (fax). A inscrição que não atenda a todos os requisitos fixados será cancelada, a qualquer tempo.
3.3. O candidato deverá preencher e assinar a ficha de inscrição disponível no site da Escola Superior do Ministério Público (www.esmp.sp.gov.br) e nas Áreas Regionais, podendo ser entregue pessoalmente ou por procurador com a devida procuração nos postos de inscrição.
4 - A inscrição será feita mediante requerimento, que observará, obrigatoriamente, o modelo ao final deste Edital, instruído com os seguintes documentos (cópia autenticada):
a.) Cédula de Identidade, Certidão de Nascimento ou documento equivalente, comprovando sua identidade e nacionalidade;
b.) 01 (uma) fotografia recente 3x4 cm.; e,
c.) comprovante do pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais).
4.1. A taxa de inscrição deverá ser recolhida mediante depósito, tipo C, junto a qualquer agência do Banco Nossa Caixa S.A., conta corrente n. 13.000.073-7, agência 0935-1, em favor do FUNDO ESPECIAL DO CENTRO DE ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO FUNCIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, CNPJ n.º 01.468.760/0001-90, devendo ser comprovado o recolhimento no ato da inscrição, que não será passível de restituição (artigo 304 da Lei Complementar n. 734, de 26/11/93).
4.2. No caso de pagamento com cheque, este somente será aceito se do próprio candidato, sendo considerada sem efeito a inscrição se o cheque for devolvido por qualquer motivo.
4.3. Os candidatos portadores de deficiência deverão declarar no requerimento de inscrição a natureza e o grau de incapacidade que apresentam, para se beneficiarem da reserva de vagas.
5. Efetivada a inscrição, não serão aceitos pedidos de alteração de opção quanto à localidade da vaga e de devolução da importância paga, em hipótese alguma.
6. A lista dos candidatos admitidos no concurso, de cada Região, será publicada no Diário Oficial do Estado (Poder Executivo Seção I) e afixada na sede do Ministério Público - Rua Riachuelo, n. 115 - Centro - São Paulo - Capital e das Áreas Regionais (interior), assim como estará disponível na homepage da Escola Superior do Ministério Público (www.esmp.sp.gov.br).
DA PROVA
7. A prova será realizada na Capital e Comarcas das respectivas Regiões previstas no item 2 deste Edital, no dia 26 de novembro de 2005, às 13h00, em locais a serem divulgados pelo Diário Oficial do Estado (Poder Executivo - Seção I), oportunamente.
8. O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova com antecedência mínima de 30 minutos, trajado adequadamente, munido de:
- Comprovante de inscrição
- Original de um dos documentos de identidade a seguir:
. Cédula de Identidade (RG);
. Carteira de órgão ou conselho de classe;
. Carteira de Trabalho e Previdência Social;
. Certificado Militar; e,
. Carteira Nacional de Habilitação - CNH - modelo novo (com foto).
8.1. Os documentos apresentados deverão estar em perfeitas condições, de forma a permitir a identificação do candidato com clareza.
8.2. Não serão aceitos protocolos nem cópias dos documentos citados, ainda que autenticados.
9. Não será permitida a entrada de candidato na sala de provas, após o horário estabelecido para seu início.
10. Não haverá 2ª chamada, seja qual for o motivo alegado, para justificar o atraso ou a ausência do candidato.
11. Durante a prova objetiva não será permitida consulta bibliográfica de qualquer espécie nem utilização de qualquer equipamento eletrônico (telefone celular, pager etc.).
12. Será eliminado do Concurso Público o candidato que, durante a realização da prova, for surpreendido comunicando-se com outro candidato ou terceiros, verbalmente, por escrito ou qualquer outro meio de comunicação.
13. O candidato não poderá ausentar-se da sala de prova sem o acompanhamento de um fiscal.
14. O candidato deverá comparecer ao local designado munido de caneta de tinta azul, lápis preto n. 2 e borracha.
15. Os candidatos portadores de deficiência participarão da prova em igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere ao seu conteúdo e à sua avaliação, asseguradas apenas as condições especiais para a sua realização.
16. O candidato só poderá retirar-se do local de aplicação após 1 (uma) hora do início da prova.
17. A permanência no local da prova será admitida a quem, incumbido de fiscalizar os trabalhos, tenha sido a tanto autorizado pelo Presidente da Comissão de Concurso.
18. O programa das matérias objeto de argüição será o seguinte:
I - PRINCÍPIOS E FUNÇÕES CONSTITUCIONAIS DO MINISTÉRIO PÚBLICO
1 - Princípios constitucionais do Ministério Público (art. 127, Constituição Federal);
2 - Funções constitucionais do Ministério Público (arts. 128 e 129, Constituição Federal).
II - DIREITO PENAL
1 - Princípios constitucionais aplicáveis ao Direito Penal (art. 5º, incisos XXXIX a XLVII - Constituição Federal);
2 - Código Penal (Parte Geral)
- Da aplicação da lei penal (arts. 1º a 12);
- Do crime (arts. 13 a 25);
- Da imputabilidade penal (arts. 26 a 28);
- Do concurso de pessoas (arts. 29 a 31);
- Das espécies de pena (arts. 32 a 52).
III - DIREITO CIVIL
1 - Da Lei de Introdução ao Código Civil (arts. 1º ao 6º);
2 - Código Civil (Parte Geral)
- Das pessoas naturais e jurídicas: capacidade, personalidade e domicílio;
- Das diferentes classificações de bens;
- Dos atos jurídicos: defeitos e modalidades;
- Das nulidades e anulabilidades;
- Dos atos ilícitos;
- Da prescrição: Disposições Gerais, causas impeditivas e suspensivas.
IV - TEORIA GERAL DO PROCESSO
1 - Princípios Constitucionais do Direito Processual
2 - Jurisdição
3 - Noções básicas de Organização Judiciária
4 - Competência
5 - Ação e resposta do réu
6 - Processo: procedimento e relação jurídica processual
V- LEI ORGÂNICA ESTADUAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
1- Lei Complementar Estadual n. 734, de 26 de novembro de 1993 (artigos 76 a 96).
19. A prova terá duração de 2 (duas) horas, vedada qualquer consulta, e compreenderá 40 (quarenta) questões de múltipla escolha.
20. A cada questão correta serão atribuídos 0,2 (dois décimos) pontos, de tal maneira que, na soma da pontuação de todas as questões, perfaça-se um total de 8 (oito) pontos.
21. A nota da prova corresponderá à soma dos pontos atribuídos às questões.
22. Será automaticamente desclassificado o candidato que não obtiver nota igual ou superior a 5 (cinco) na prova escrita.
23. A lista dos candidatos aprovados na prova escrita, relacionados por Região, será publicada no Diário Oficial do Estado (Poder Executivo - Seção I), pela ordem alfabética dos prenomes.
24. Não haverá, em nenhuma hipótese ou sob qualquer pretexto, vista de prova ou revisão de nota atribuída.
DOS TÍTULOS
25. Os candidatos aprovados na prova escrita deverão fornecer, no período de 06 de dezembro a 21 de dezembro de 2005, mediante requerimento dirigido à Comissão de Concurso, a ser protocolado na sede de cada Região, (item 3 deste Edital) os títulos que possuam.
26. Serão considerados, especialmente, os seguintes títulos:
a.) títulos universitários ou graus acadêmicos;
b.) cursos de informática ou de datilografia;
c.) cursos de línguas estrangeiras; e,
d.) outros cursos, na área jurídica, que tenham relação com as atribuições do Estagiário.
26.1. A Comissão de Concurso atribuirá a cada título, no máximo, 0,5 (cinco décimos), não excedendo a soma de pontos, em nenhuma hipótese, o total de 02 (dois).
DO JULGAMENTO DO CONCURSO
27. Avaliados os títulos apresentados pelos candidatos, a Comissão de Concurso reunir-se-á para o julgamento do certame, proclamando em seguida o resultado em cada Região.
27.1. A classificação final dos candidatos será obtida pela soma da nota atribuída à prova, acrescida da que for conferida aos títulos.
27.2. Em caso de empate na classificação, terá preferência o candidato que obtiver maior nota nas matérias elencadas no item 18 deste Edital, segundo a ordem ali estabelecida.
27.3. A relação dos aprovados no concurso pela ordem de classificação obtida, será publicada no Diário Oficial do Estado (Poder Executivo - Seção I).
28. Haverá 2 (duas) listas de classificação em cada Região, uma geral para todos os candidatos e outra especial para os portadores de deficiência.
DO CREDENCIAMENTO
29. Proclamados os resultados de cada Região, serão os mesmos encaminhados ao Conselho Superior do Ministério Público, para o devido credenciamento.
30. Para o credenciamento, os estagiários aprovados no concurso deverão apresentar, no prazo fixado na divulgação do resultado final no Diário Oficial do Estado (Poder Executivo - Seção I), os seguintes documentos:
a.) comprovante de que está em dia com as obrigações militares;
b.) comprovante de que está em gozo dos direitos políticos;
c.) atestado de boa conduta firmado por membro do Ministério Público, do Poder Judiciário ou por Professor da Faculdade de Direito por ele cursada;
d.) comprovante de que goza de boa saúde, após inspeção realizada por órgão médico oficial;
e.) declaração expedida pela Faculdade de Direito, oficial ou reconhecida, que comprove estar o aluno matriculado a partir do antepenúltimo ano do curso, ou, para as séries e semestres subseqüentes do curso, sem dependência de aprovação de mais de uma disciplina de período anterior;
f.) histórico escolar relativo ao Curso de Direito;
g.) certidão de horário das aulas da série em que se encontra matriculado;
h.) prova de residência;
i.) declaração indicando a atividade pública ou particular que exerce, com menção ao local e horário do trabalho;
j.) 02 (duas) fotos datadas e recentes de tamanho 3x4 cm; e,
k.) certidão expedida pelos cartórios distribuidores criminais das comarcas onde o estagiário tiver residido nos 5 (cinco) anos anteriores à data da abertura do concurso de credenciamento.
30.1. Se o candidato aprovado não cumprir o disposto no Edital, perderá o direito ao credenciamento, devendo ser providenciada a chamada de outros candidatos aprovados no mesmo concurso, até o número de vagas disponíveis, observada a ordem de classificação.
30.2. O credenciamento provisório vigorará até o início do ano letivo seguinte ao da abertura do concurso, e cessará automaticamente se não for feita, até aquele termo final, a comprovação da matrícula no antepenúltimo ano do curso e da inexistência de dependência de aprovação em mais uma disciplina do período anterior.
31. O Conselho Superior encaminhará à Procuradoria-Geral de Justiça cópia de sua decisão, contendo, separadamente, a relação dos candidatos credenciados, dos credenciados provisoriamente e dos não credenciados.
DA DESIGNAÇÃO, POSSE E EXERCÍCIO
32. O Procurador-Geral de Justiça publicará AVISO fixando data para que os candidatos credenciados façam a escolha de vaga, tendo em vista a localização da Faculdade de Direito e a ordem de classificação no Concurso Regional.
33. O preenchimento das vagas existentes e das que vierem a ocorrer, até o período de validade do concurso, será efetuado por designação do Procurador-Geral de Justiça.
34. Publicado o ato referido no item anterior, o designado tomará posse na Procuradoria-Geral de Justiça, em 5 (cinco) dias, e entrará em exercício em igual prazo. A posse poderá ser prorrogada a critério do Procurador-Geral de Justiça.
35. Nos 10 (dez) dias subseqüentes à data em que entrar em exercício, o estagiário fará comunicação à Procuradoria-Geral de Justiça, à Corregedoria Geral do Ministério Público e ao Conselho Superior do Ministério Público.
DISPOSIÇÕES FINAIS
36. No prazo de 05 (cinco) dias contados da publicação da lista de classificação final do concurso, de cada Região, os portadores de deficiência aprovados deverão submeter-se a perícia médica para a verificação da compatibilidade de sua deficiência com o exercício das atribuições do estágio.
37. A perícia será realizada no Órgão Médico Oficial do Estado, por especialista na área de deficiência de cada candidato.
38. Quando a perícia concluir pela inaptidão do candidato, constituir-se-á junta médica para nova inspeção, no prazo de 05 (cinco) dias, da qual poderá participar profissional indicado pelo interessado.
39. A indicação de profissional pelo interessado deverá ser feita no prazo de 05 (cinco) dias, contados da data de ciência do laudo médico.
40. Não caberá qualquer recurso da decisão proferida pela junta médica.
41. Realizados os exames de que tratam os itens anteriores, o candidato que não tiver comprovado a deficiência por ele apontada ou for considerado inapto será excluído da lista de classificação, a qual será republicada com a devida exclusão.
42. As vagas reservadas aos portadores de deficiência serão revertidas, no todo ou em parte, aos demais candidatos, se não houver inscrição e/ou aprovação de candidatos naquela especial situação, ou ainda se o número de aprovados não atingir o limite a eles reservado.
N.º 570/2005 - PGJ
O Procurador-Geral de Justiça
, no uso de suas atribuições e a pedido da Procuradora de Justiça Dra. Selma Negrão Pereira dos Reis, Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis, de Acidentes do Trabalho, do Idoso e da Pessoa Portadora de Deficiência, AVISA aos membros do Ministério Público que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Conselho Superior da Magistratura - Processo DJ 347-6/5-00 proferiu acórdão, cuja ementa é a seguinte: REGISTRO DE IMÓVEIS - Indisponibilidade de bens por força do artigo 36 da Lei n.º 6.024/74 - Estado civil do executado constante do fólio real não coincidente com o do título - Recusa de registro de penhora - Feito processado como dúvida - Título original só juntado no curso do procedimento - Falta de prenotação - Matéria prejudicial - Legitimidade recursal do Ministério Público - Recurso provido para manutenção da recusa, por prejudicada a dúvida. (Apelação Cível n.º 000.347.6/5-00)
Os interessados em obter cópia do acórdão poderão acessar o site www.mp.sp.gov.br/caocivel/caocivel.htm - clicar em 'Pesquisas e Serviços', Pesquisas de Jurisprudência', Jurisprudência organizada' : 14/14.1 - RI-indisponibilidade'
Nº 571/05-PGJ
O Procurador-Geral de Justiça,
no uso de suas atribuições legais e a pedido da Dra. Maria da Glória Villaça Borin Gavião de Almeida, Promotora de Justiça Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça do Consumidor (CENACON), CONVIDA os membros do Ministério Público e demais interessados para evento a ser realizado no dia 11 de novembro de 2005 (sexta-feira), às 10:00 horas, na sede do Ministério Publico do Estado de São Paulo, no auditório 'Tilene Almeida de Morais' (Rua Riachuelo, 115, 9º andar, Centro, Capital, São Paulo), que versará sobre o tema PROVIMENTOS JURISDICIONAIS NA AÇÃO COLETIVA: SUA EFETIVIDADE E AUTORIDADE DA COISA JULGADA.
As inscrições poderão ser feitas junto ao CENACON, na Rua Riachuelo, 115, 7º andar, sala 747, Centro – São Paulo, por meio dos telefones (11) 3119-9844, 3119-9564, 3119-9562, ou por e-mail: [email protected] .
Serão conferidos certificados de participação no encontro.
Os membros do Ministério Público deverão, na ocasião, providenciar sua substituição automática, na forma da lei.
A programação do evento será a seguinte:
Abertura:
DR RODRIGO CÉSAR REBELLO PINHO
Procurador–Geral de Justiça do Estado de São Paulo
Palestrante:
Desembargador KAZUO WATANABE
Debatedores:
Dra. EVELISE PEDROSO TEIXEIRA PRADO VIEIRA
Procuradora de Justiça
Dr. MARCO ANTONIO ZANELLATO
Procurador de Justiça
Dr. MOTAURI CIOCHETTI DE SOUZA
Promotor de Justiça da Infância e Juventude da Capital
Nº 572/2005-PGJ.
O Procurador-Geral de Justiça
, no uso de suas atribuições legais,
CONSIDERANDO o disposto no artigo 179 da Lei Estadual nº 10.261, de 28 de outubro de 1968 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis), e
CONSIDERANDO as disposições contidas nos Atos (N) PGJ nºs 1445/98, de 18 de junho de 1998 e 170/99, de 13 de janeiro de 1999,
AVISA
I - Os Secretários-Executivos das Procuradorias e Promotorias de Justiça, bem como os responsáveis pelas Subáreas de Apoio Técnico/Administrativo do Ministério Público, deverão encaminhar à Diretoria da respectiva Área, impreterivelmente até o dia 10 de novembro de 2005, a escala de férias dos seus servidores, relativa ao exercício de 2006, observadas as seguintes regras:
1- na escala de férias deverão constar todos os servidores, inclusive os de direção, chefia, encarregatura, assessoramento e assistência;
2- as férias poderão ser usufruídas de uma só vez ou em dois períodos iguais, a critério do superior imediato (artigo 177 do E.F.P.);
3- a escala de férias deverá ser aprovada pelo Secretário-Executivo e/ou responsável da Área nas quais atuem os servidores constantes da escala, seja na atividade fim, seja na área administrativa;
4- elaborada a escala de férias, não será admitida a sua alteração, salvo por motivo de relevância, a critério do Secretário-Executivo e/ou responsável da Área de lotação do servidor, mediante requisição formulada com pelo menos 45 (quarenta e cinco) dias de antecedência em relação à data de início da fruição, agendada na escala de férias, devendo ser encaminhada cópia da alteração ao responsável da Área;
5- sem prejuízo do encaminhamento regular da escala de férias, para efeito do pagamento do terço constitucional, o servidor deverá requerer o gozo das mesmas ao seu superior imediato, devendo a Diretoria de cada Área enviar tal expediente à Subárea de Contagem e Freqüência, da Área de Cadastro e Contagem de Tempo, do Centro de Recursos Humanos, até o 5º (quinto) dia útil do mês anterior ao seu início;
6- depois de elaborada a folha de pagamento, com a inclusão do terço constitucional, a escala não poderá mais ser alterada, ressalvada situação excepcionalíssima, a critério da Diretoria Geral, não se justificando a simples alegação de necessidade de serviço.
II - As férias de exercícios anteriores, indeferidas por necessidade de serviço e não utilizadas para qualquer outro efeito legal, deverão constar da escala a que se refere o inciso I deste Aviso.
III - Compete unicamente à Diretora Geral indeferir as férias, em caráter excepcional e por absoluta necessidade de serviço, mediante justificativa pormenorizada formulada pelo superior hierárquico do servidor, devendo ser observado o mesmo prazo estipulado no item 4, do inciso I, do presente Aviso.
IV - Ficam revogadas todas as disposições em contrário, em especial o Aviso nº 009/2002 - PGJ, de 8 de janeiro de 2002.
Nº 573/2005 - PGJ
O Procurador-Geral de Justiça,
no uso de suas atribuições legais e a pedido do Doutor Paulo Álvaro Chaves Martins Fontes, Procurador de Justiça e Secretário Executivo Suplente da 3ª Procuradoria de Justiça, AVISA aos membros do Ministério Público que sobre o teor da ementa relativa ao acórdão proferido pelo Egrégio Superior Tribunal de Justiça, nos autos de recurso ordinário em mandado de segurança nº 337.758.3/6-02, da comarca da Capital - São Paulo, acolhendo manifestação da lavra do Exmo Sr. Dr. Fábio Antonio Pineschi, DD. Promotor de Justiça designado para oficiar perante a Terceira Procuradoria de Justiça.
'Quebra de sigilos bancário e fiscal. Direito não absoluto. Decisão devidamente fundamentada. Necessidade da medida para futura investigação criminal. Prevalência do interesse público. Recurso improvido.'
Avisa ainda que o teor do parecer e acórdão se encontra à disposição dos interessados no site da 3ª Procuradoria de Justiça, em sua página http:// www.mp.sp.gov.br/3procj/pareceres/pareceres-índice.htm.
(Pt. nº 103.859/2005)
Nº 574/2005-PGJ
O Procurador-Geral de Justiça
, no uso de suas atribuições legais, e a pedido da Coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Urbanismo e Meio Ambiente , Dra. Nathalie Kiste Malveiro, AVISA que ocorrerão no período de 20 a 23 de outobro de 2005 o ' 9º CONGRESSO DE MEIO AMBIENTE e 3º CONGRESSO DE HABITAÇÃO E URBANISMO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE SÃO PAULO ', conforme a seguinte programação:
Dia 20/10 (quinta-feira)
18:30 horas: Abertura Solene
Dr. Rodrigo César Rebello Pinho

Procurador-Geral de Justiça em São Paulo
19:00 horas: Conferência de Abertura
Perspectivas da Biodiversidade e Avaliação Ecossistêmica do Milênio
Dr. Fábio José Feldman

Secretário Executivo do Forum Paulista de Biodiversidade e Mudanças Climáticas
Dia 21/10 (sexta-feira)
9:00/9:30 horas
Destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos - InPEV Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias
Dr. João César M. Rando

Diretor Presidente do InpEV
9:30/12:00 horas
ATUAÇÃO INTEGRADA E REGIONALIZADA - A experiência de outros Estados
Presidente do Painel:
Dra. Denise Muniz de Tarin

Promotora de Justiça - Rio de Janeiro
Expositores:
Dr. Saint-Clair Honorato dos Santos

Procurador de Justiça Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotoria de Proteção do Meio Ambiente - MP/PR
Dr. Rodrigo Cançado Anaya Rojas
Promotor de Justiça Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, do Patrimônio Histórico e Cultural e da Habitação e Urbanismo - MP/MG
Dr. Alex Fernandes Santiago
Promotor de Justiça Coordenador da Promotoria de Justiça de Defesa do Rio São Francisco - MP/MG
12:00/14:00 horas - almoço
14:00/15:00 horas
INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL E ATUAÇÃO INTEGRADA
Presidente do Painel:
Dra. Ana Rúbia Torres de Carvalho

Promotora de Justiça Coordenadora Administrativa das Promotorias de Justiça de Petrolina - 3ª Promotora de Justiça de Defesa da Cidadania de Petrolina - MP/PE
Expositor:
Dr. Luiz Antônio Guimarães Marrey

Procurador de Justiça, ex-Procurador-Geral de Justiça e Secretário dos Negócios Jurídicos do Município de São Paulo
15:00/17:00 horas
ATUAÇÃO INTEGRADA E REGIONALIZADA - As experiências no Estado de São Paulo

Presidente do Painel:
Dr. Alexandre Sikinowski Saltz

Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Expositores:
Dra. Elaine Taborda de Ávila

Promotora de Justiça Regional do Meio Ambiente do Litoral Norte
Dr. Marcelo Pedroso Goulart
Promotor de Justiça Regional do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo/Ribeirão Preto
Dr. Nelson Roberto Bugalho
Promotor de Justiça Regional do Meio Ambiente do Pontal do Paranapanema/Presidente Prudente
Dra. Tatiana Barreto Serra
Promotora de Justiça Regional do Meio Ambiente do Vale do Ribeira/Registro
17:00 horas - Homenagem ao Dr. Sebastião da Silva Barreto
Procurador de Justiça aposentado, ex-Diretor da Revista Justitia
17:45 horas - Conferência de Encerramento dos Painéis
Ministério Público. Atuação Ambiental e Urbanística. Obstáculos e Avanços
Prof. Dr. Fernando Antônio Vieira Gonçalves da Silva

Professor Universitário, Pesquisador Social, Ex-Secretário de Educação e Cultura do Estado de Pernambuco
18:45 horas - Reunião: Estratégias para Proteção das APP's
22/10/2004 (sábado)
09:00/10:00 horas
Resultados do Planejamento Estratégico
10:00 horas/12 horas
DISCUSSÃO DE TESES
12:00/14:00 horas - almoço
14:00/17:00 horas
SESSÃO PLENÁRIA - Carta de Águas de São Pedro - 2005
AVISA
ainda aos membros do Ministério Público inscritos nos Congressos que estão AUTORIZADOS a comparecer no evento, nos dias 20 e 21, pelo horário necessário, desde que providenciada sua substituição automática.
Nº 575/05 - PGJ
84º CONCURSO DE INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO - 2005
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA SUBSTITUTO E PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO DE INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO,
AVISA, que a Comissão do 84º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público - 2005, reunida em 18 de outubro de 2005, RESOLVEU:
I -
Que na prova preambular realizada no dia 16 de outubro de 2005, foram considerados classificados para a prova escrita do concurso, os seguintes candidatos:
ADJAIR DE ANDRADE CINTRA - 1173
ADRIANA FREISLEBEN DE ZANETTI - 0022
ADRIANA PAULA FERNANDES D OLIVEIRA - 0658
ADRIANO DIAS DA SILVA - 0927
AILTON CESAR FERNANDEZ - 6076
ALAN IDE RIBEIRO DA SILVA - 2273
ALBERTO GIBIN VILLELA - 0169
ALBERTO QUEIROZ NAVARRO – 5019
ALESSANDRO CUNZOLO RIMOLA - 0813
ALEXANDRE GONCALVES RAMOS - 4908
ALEXANDRE GRABERT - 2784
ALEXANDRE VICIOLI - 2200
ALINE APARECIDA SIQUEIRA HOLTZ - 0375
ALINE KLEER DA SILVA MARTINS - 2750
ALUISIO ANTONIO MACIEL NETO - 2799
ANA BRASIL ROCHA - 1317
ANA CASSIA LABRONICI GOMES - 5969
ANA LAURA CORREA RODRIGUES - 0502
ANA LUCIA ANDRADE DE AGUIAR - 6959
ANA LUCIA DE BIAZZI PEREIRA - 0698
ANA PAULA COMINI SINATURA ASTURIANO - 3715
ANA PAULA OUTEIRO NIDALCHICHI - 0494
ANA PAULA SILVA E SOUSA – 1534
ANA TERESA RAMOS MARQUES NISHIURA OTUSKI - 0621
ANDERSON CORTEZ MENDES - 1345
ANDRE LUIZ DOS SANTOS NAKAMURA - 3957
ANDRE LUIZ GARDESANI PEREIRA - 2636
ANDRE MOURA ROBLES - 5360
ANDRE NOVAIS DE FREITAS - 2318
ANDRE SERAFIM BERNARDI - 1285
ANDREA SANTOS GIGLIOTTI - 1981
ANDREIA DIAS CANTAREIRA - 3216
ANDREIA MILIAN SILVEIRA SAMPAIO - 3407
ANDREY RIBEIRO NASSER - 2350
ANTONIA MARIA PRADO DE MELO - 1827
ANTONIO MORIMOTO JUNIOR - 4484
BRUNO CESAR MEDEIROS JARDINI - 1335
BRUNO RICARDO MIRAGAIA SOUZA - 1152
CAMILA GIORGETTI - 1922
CARINE SOARES FERRAZ - 2307
CARLA CRISTINA HONORIO DA FONSECA - 0232
CARLA KAARI - 0272
CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PORTO - 4272
CARLOS EDUARDO DE SOUZA LIMA - 1753
CARLOS EDUARDO OLIVEIRA DE ALENCAR - 1471
CARLOS EDUARDO PEREZ FERNANDEZ - 2385
CARLOS GUSTAVO VISCONTI - 1167
CARLOS HENRIQUE ANDRE LISBOA - 1395
CARLOS HENRIQUE FONTANELLI PEREIRA - 0715
CARLOS ODON LOPES DA ROCHA - 1138
CARLOS PASCHOALIK ANTUNES - 6062
CAROL REIS LUCAS VIEIRA - 0613
CAROLINA BIELLA - 1010
CASSIO PASSANEZI PEGORARO - 1030
CATIA APARECIDA DE SOUSA MODOLO - 5071
CECILIA DE CARVALHO CONTRERA - 1387
CESAR ANTONIO DE LIMA - 0036
CESAR AUGUSTO VIEIRA MACEDO - 0156
CHRISTIANE MINA FALSARELLA - 4476
CLAUDIA FELIX DE LIMA - 0310
CLAUDINEI DE MELO ALVES JUNIOR - 5629
CLEBER PEREIRA DEFINA - 2965
CLEVERSON DE ARAUJO - 3889
CRISTIANE AMOR ESPIN - 4563
CRISTIANO DA FONSECA TAVARES DA SILVA - 4337
CRISTINA SPALDING DE PAULA MONTEIRO - 0911
DAIANE THAIS SOUTO OLIVA - 4155
DANIEL ALLYSON MARRA PEREIRA - 4893
DANIEL CARVALHO TAVARES - 2734
DANIEL COTTONI - 4221
DANIEL DE SOUZA SILVA - 2586
DANIEL FELIPE SCHERER BORBOREMA - 0637
DANIEL GASPAR DE CARVALHO - 4533
DANIEL OLIVEIRA DE ALCANTARA - 4909
DANIEL POPOVICS CANOLA - 0865
DANIEL TOSTA DE FREITAS - 1307
DANIELA MARIA ALONSO CARLOS - 0362
DANIELA MARIA DA SILVA MOREIRA - 1518
DANIELA NAVATTA BUENO - 1693
DANIELA VIDAL MILIONI - 3502
DANIELLE GONCALVES PINHEIRO - 5211
DANILO FADEL DE CASTRO - 4551
DEBORA MORETTI - 3906
DEBORA ORSI DUTRA - 5066
DENISE AKAGUI - 0722
DENISE CAMPOS - 0305
DENISE MARQUES DE FARIA - 6690
DENISE MELO SALAZAR - 1057
DENISE TANAKA DOS SANTOS - 0638
DEYVISON HEBERTH DOS REIS - 4735
DIOGENES LUIZ DE ALMEIDA FONTOURA RODRIGUES - 0506
DOUGLAS BORGES DA SILVA – 2564
DOUGLAS SANTOS ARAUJO - 6783
EDUARDO ALMEIDA DA SILVA - 1029
EDUARDO ALONSO OLMOS - 2254
EDUARDO BELMUDES - 5013
EDUARDO OLAVO NEVES CANTO NETO - 1354
EDUARDO SOARES AMARAL - 2209
ELAINE CRISTINA CARDOSO DE OLIVEIRA RODRIGUEZ - 1322
ELIANA CASSALES TOSI - 1209
ERICA JULIANA PHILIPI - 6791
ERICK ANTONIO GOMES - 6692
ERIK DA FONSECA FARHAT - 6153
ERIKA PUCCI DA COSTA LEAL - 0458
ESTER CAMARGO - 4222
EVANDRO AUGUSTO DELL AGNELO SANTOS - 3147
EVANDRO AUGUSTO ROLIM DE SOUSA - 0048
EVERTON TADEU DE JESUS VICENTE GOMES - 2324
FABIANO DA SILVA MORENO - 0283
FABIO ANTONIO DOMINGUES - 1268
FABIO LOPES AZEVEDO FILHO - 3113
FABIOLA URBINATI MAROJA - 5314
FABRICIO KEIDY ARAKAKI - 1831
FABRICIO STENDARD - 0489
FELIPE JOSE ZAMPONI SANTIAGO - 3856
FERNANDA ELIAS DE CARVALHO - 4451
FERNANDA HELENA BENEVIDES DIAS - 0096
FERNANDA KLINGUELFUS - 1621
FERNANDA PRISCILLA BERGAMASCHI MORETTI - 0667
FERNANDO ANTONIO DE LIMA - 4939
FERNANDO GOMES BEZERRA - 1916
FERNANDO SUEJI MUTA - 2137
FILOVALTER MOREIRA DOS SANTOS JUNIOR - 2494
FLAVIO CASAROTTO - 2816
FLAVIO NUNES DA SILVA - 4267
FRANCO MAUTONE JUNIOR - 4011
FREDERICO FRANCO REZENDE - 0754
GABRIEL MEDEIROS - 4166
GEORGE CASSIO TIOSSO ABBUD - 0496
GEORGIA CARLA CHINALIA - 0414
GERMANO KRAUSE DE FREITAS - 4257
GIOVANA CORAZZA NUNES - 3004
GIOVANA MARINATO MONTAGNA - 1040
GISELE BECHARA ESPINOZA - 1186
GISELLE RIBEIRO DE OLIVEIRA - 0194
GOIACI LEANDRO DE AZEVEDO JUNIOR - 0660
GUILHERME DURAN DEPIERI - 0187
GUILHERME ERNESTO MANSELL PASSERI - 0288
GUILHERME FONSECA TADINI - 1560
GUILHERME SILVA E SOUZA - 7405
GUSTAVO CARNEIRO DE ALBURQUERQUE - 0520
GUSTAVO DE CARVALHO GUADANHIN - 2466
GUSTAVO GONCALVES ALVAREZ - 0345
GUSTAVO MULLER LORENZATO - 2999
GUSTAVO ROGERIO - 2778
GUSTAVO TINOCO DE ALMEIDA - 3945
HEITOR BARBIERI MOZARDO - 1412
HELEN KOMATSU - 0766
HELENA CAMPOS REFOSCO - 0821
HELOISA SANCHES QUERINO CHEHOUD - 0164
HENRI WATARU KOGA - 1521
HENRIQUE ALVES CORREA IATAROLA - 0312
HENRIQUE CESAR DA ROCHA ESTABILE - 5239
HIGO NOBORO NISHIDA ARAKAKI - 7196
HILDO ESTRAIOTO JUNIOR – 0717
IGOR VOLPATO BEDONE – 3110
INACIO DE LOIOLA MANTOVANI FRATINI - 1224
IVAN CINTRA BORGES - 7049
JACQUELINE CARNEIRO ROQUE - 5459
JAIR ANTONIO PENA JUNIOR - 7414
JANE MARIA SIBALDELLI ROMANTINI - 2052
JERUSA ARAUJO JUNQUEIRA - 1188
JOAO LUIZ MORAES ROSA - 1311
JOCELI AILTON CAMPANATTI FILHO - 3910
JORDANA DY THAIAN ISAAC ANTONIOLLI - 0258
JOSE AFFONSO DE ALBUQUERQUE NETTO - 1187
JOSE FERNANDO STEINBERG - 1889
JOSE GANEM NETO - 6817
JOSE MAGNO LOUREIRO JUNIOR - 5642
JOSE MARCOS MENDES FILHO - 2157
JOSE RICARDO ROCHA CHECCHIA - 2251
JOSE ROBERTO SANCHES - 2715
JOSIANE GIOVANETI BELAZ - 2575
JULIANA DE OLIVEIRA DUARTE FERREIRA - 0997
JULIANA DIAS DE ALMEIDA - 0449
JULIANA GUELFI - 0239
JULIANA MENDES DAUN - 3151
JULIANA SOUTO - 0668
JULIANA SPURI BERNARDI - 1891
JULIANA TEIXEIRA BORGES - 2455
KAMILLA RENATA TEIXEIRA - 1123
KATIA REGINA MARIA DE BEDIA - 0801
LAERCIO FRANCO JUNIOR - 0400
LEANDRO JACOMOSSI LOPES ALVIM - 0498
LEANDRO WILI - 3253
LEO VINICIUS PIRES DE LIMA - 5326
LEONARDO BELLINI DE CASTRO - 4203
LEONARDO ROMANO SOARES - 0794
LEONARDO SANTOS VIEIRA COELHO - 4983
LEONARDO SIQUEIRA DE PRETTO - 1262
LETICIA FABIANA SANTUCCI - 1122
LETICIA FRAGA BENITEZ - 3369
LETICIA STUGINSKI STOFFA - 0814
LILIAN RESENDE CASTANHO - 5276
LUCIANA AKEMI IWASA - 3844
LUCIANA ANDRE JORDAO - 1105
LUCIANA DO CARMO NOGUEIRA - 0162
LUCIANA MONTEIRO AMARAL - 4223
LUCIANA RUSSO - 0441
LUCIANA SOUZA ALMEIDA - 4731
LUCIANO JOSE FORSTER JUNIOR - 3351
LUIS FELIPE SACHSIDA GARCIA - 6493
LUIZ AUGUSTO ESTEVES DE MELLO - 3092
LUIZ AUGUSTO ZAMUNER - 0125
LUIZ FERNANDO CAETANO - 7235
LUIZ FERNANDO GARCIA - 3538
LUIZ FERNANDO ROBERTO - 0469
LUIZ GUSTAVO DE MOURA BIZ - 0838
LUIZ HENRIQUE TAMAKI - 0364
MANOEL JOSE DE PAULA FILHO - 0366
MANOELA ASSEF DA SILVA - 0116
MARA RENATA DA MOTA FERREIRA - 0735
MARCELLO AFFONSO BARRETO RAMIRES - 6491
MARCELO DE MENDONCA NEVES - 4196
MARCELO DI GIACOMO ARAUJO - 2537
MARCELO ESTEVES MOURAO - 4069
MARCELO FORLI FORTUNA - 5033
MARCELO JOSE DA SILVA - 6916
MARCELO LUIZ SEIXAS CABRAL - 2371
MARCELO MARTINS EVARISTO DA SILVA - 2271
MARCELO OCTAVIANO DINIZ JUNQUEIRA - 3639
MARCELO SILVA CASSOLA - 0372
MARCELO YUKIO MISAKA - 0880
MARCIA BERINGHS DOMINGUES DE CASTRO - 2205
MARCIA BRAZ DE AQUINO - 2408
MARCIO ROGERIO FRACASSI - 5003
MARCIO VILLELA MACHADO - 1001
MARCOS DE JESUS GOMES - 0253
MARCOS NEVES VERISSIMO - 3682
MARCOS PIERUCCI DE FREITAS - 4450
MARCOS PRADO LEME FERREIRA - 1506
MARCOS VIEIRA GODOY - 0396
MARIA CAROLINA MARQUES CARO QUINTILIANO - 3547
MARIA FERNANDA PAPA NITRINI - 0091
MARIA HELENA STEFFEN TONIOLO - 0617
MARIA REGINA RIBEIRO JUNQUEIRA DE ANDRADE GASPAR BURJAKIAN - 6102
MARIA REZENDE CAPUCCI - 7245
MARIA RITA REBELLO PINHO DIAS - 0407
MARIAN NAJJAR ABDO - 0030
MARIANA PY MUNIZ - 6676
MARINA SAN JUAN MELO - 2084
MARIO LEONARDO DE ALMEIDA CHAVES MARSIGLIA - 0268
MARIO MENDES DE MOURA JUNIOR - 3005
MARY ANN GOMES - 3260
MATHEUS ALVES RIBEIRO - 2288
MAURICIO GARCIA SAPORITO - 0047
MAURICIO HENRIQUE SOUZA E SILVA - 5045
MAURO BATISTELA ABDEL NOUR - 1064
MELINA DE MEDEIROS ROS - 1696
MELISSA BERTOLUCCI - 0567
MELISSA DI LASCIO SAMPAIO - 5202
MICHEL ANDRE MURILLO FLOROSCHK - 5299
MICHELLE FABIOLA DITTERT PUPULIM - 3387
MILTON FORNAZARI JUNIOR - 7275
MIRIANA MARIA DE MELHADO E LIMA - 4966
MOACIR MENICHELI REIS - 0688
NATALIA KALIL CHAD - 0143
NELSON RICARDO CASALLEIRO - 4016
NICOLE GONZALEZ COLOMBO ARNOLDI - 4180
NILMAR AUGUSTO SANCHES – 1079
OLIVIA FERREIRA RAZABONI - 0121
PABLO FRANCISCO DOS SANTOS - 1572
PAOLA COMINATTO - 3001
PATRICIA DE PAULA MARTINS CONSTANT - 1854
PATRICIA DOSUALDO - 1002
PATRICIA LEIKA SAKAI - 3276
PATRICIA SALVADOR VEIGA - 3618
PATRICIA SOARES DE SOUZA - 2577
PATRICIA TALIATELLI BARSOTTINI - 2601
PAULA GIZZI DE ALMEIDA PEDROSO - 2131
PAULO FERNANDO DEL SAVIO MONTEIRO - 0401
PAULO HENRIQUE GARCIA D ANGIOLI - 0913
PAULO RICARDO CURSINO DE MOURA - 3548
PRISCILLA MIDORI MAIZATO - 0276
RAFAEL AUGUSTO FREIRE FRANCO - 2612
RAFAEL IMBRUNITO FLORES - 3870
RAFAEL MACHADO DE OLIVEIRA - 4247
RAFAEL NEGRELLI - 1524
RAFAEL PAVAN DE MORAES FILGUEIRA - 0461
RAQUEL AGRELI MELO - 5850
RENATA BERTONI VITA - 0110
RENATA CALDEIRA COSTA PICCIRILO - 1418
RENATA CASTRO RAMPANELLI - 0656
RENATA CRISTINA BITTAR MANENTE - 3326
RENATA FERREIRA DOS SANTOS - 0080
RENATA GOMES PAIVA - 1165
RENATA MARIA FERNANDES SASSI - 1360
RENATA MOTA MACIEL - 0867
RENATO ARRUDA SANTOS NETO - 2062
RENATO GUILHERME GOES - 0001
RENATO SANTIAGO GARCEZ - 0955
RENE JOSE ABRAHAO STRANG - 2920
RICARDO BRAINER ZAMPIERI - 1476
RICARDO DAL PIZZOL - 3392
RICARDO MARTINS ZAUPA - 3473
RICARDO TRUITE ALVES - 4038
RICHARD GANTUS ENCINAS - 1234
ROBERTA TEIXEIRA PINTO DE SAMPAIO MOREIRA - 0971
ROBERTO DANIEL TEIXEIRA - 6445
RODRIGO ALVES DE ARAUJO FIUSA - 5284
RODRIGO APARECIDO BUENO DE GODOY - 2070
RODRIGO APARECIDO TIAGO - 5756
RODRIGO DE SOUZA PINTO - 0741
RODRIGO MANOEL CARLOS CILLA - 0682
RODRIGO MAXIMIANO RIBEIRO DE OLIVEIRA - 5482
RODRIGO NUNES LAUREANO - 0570
RODRIGO PASCHOAL E CALDAS - 3864
RODRIGO PERIN NARDI - 0879
RODRIGO VIEIRA MURAT - 7165
ROGINER GARCIA CARNIEL - 2473
ROMULO CONTIN VENTRELLA - 1386
ROSANA COLLETTA - 2021
ROSANA MEDEIROS VELUCI GAJARDONI - 2996
ROSANE MOREIRA FIGUEREDO - 0137
ROSIANI VIEIRA CORNETTI PEREIRA - 0235
RUTH DUARTE GARCIA - 3760
SALOMAO SUSSUMU TANAKA DOS SANTOS - 0791
SAMIRA ENGEL DOMINGUES - 1486
SANDRO CAVALCANTI ROLLO - 6597
SANDRO FRANCISCHINI FELIPE - 3483
SERGIO DA SILVA FALECO - 0318
SERGIO MURILO FONSECA MARQUES CASTRO - 5809
SIDNEI OLIVEIRA LOPES - 0857
SIDNEI VIEIRA DA SILVA - 4077
SILVIO PETTENGILL NETO - 2302
SIMONE CANDIDA LUCAS MARCONDES - 4924
SONIA RABINOVICH TARANTO - 3610
SUZANA PEREIRA DA SILVA - 2115
SYLVIA LUIZA DAMAS PRESTES - 4128
TADEU ALEXANDRE VASCONCELOS CORTES - 2437
TAINA FERREIRA NAKAMURA - 5510
TATIANA DE FREITAS - 0632
THIAGO ALCOCER MARIN - 1067
THIAGO BATISTA ARIZA - 1953
THIAGO GALINDO PLACHESKI - 6421
THIAGO MENDES LEITE DO CANTO - 0887
THIAGO SANTOS DE SOUZA - 4655
TIAGO DE TOLEDO RODRIGUES - 1586
ULISSES CARDOSO DE OLIVEIRA SANTOS - 0479
VANESSA BOIATI - 0014
VANESSA FERREIRA DO NASCIMENTO BERGAMINI - 5976
VANESSA MOTTA TARABAY - 1304
VANESSA VELLOSO SILVA SAAD - 1761
VICENTE SOLARI DE MORAES REGO MANDETTA - 2312
VICTOR HUGO RENA PEREIRA - 5521
VINCENZO BRUNO FORMICA FILHO - 1739
VINICIUS ANDRE BUFALO - 5908
VITOR DE LUCA - 3663
VITOR PETRI - 2938
VIVIAN LEINZ - 1656
WALESKA BUENO SANCHES - 3614
YANKO OLIVEIRA CARVALHO BRUNO - 3239II – A prova escrita será realizada no dia 18 de dezembro de 2005, às 14:00 horas, nas dependências da UNINOVE – Centro Universitário Nove de Julho, sita à Av. Dr. Adolfo Pinto, 109 – Barra Funda, em salas a serem designadas oportunamente;

III –
A prova escrita, com identificação inviolável, terá duração de 4 (quatro) horas, e destina-se a avaliar a profundidade do conhecimento do candidato a respeito das matérias indicadas no art. 5º do Regulamento do Concurso e respectivo programa constante do anexo I.
IV – Para ser admitido à prova o candidato deverá apresentar-se até meia hora antes do início da mesma, munido de cédula de identidade e, ainda, do protocolo de inscrição, trajando-se de forma compatível com a tradição forense ;
V – Não serão permitidas a entrega da prova e a retirada final do candidato antes de passadas duas (2) horas do início da prova;
VI – Somente será permitida a consulta a legislação não comentada ou anotada com dados de jurisprudência; não se considerando legislação comentada ou anotada aquela que contenha exclusivamente remissões a outros dispositivos legais;
VII – É vedado o uso de dicionários;
VIII – A prova escrita constará de uma dissertação e de uma peça prática, ambas sobre tema de Direito Penal e ou de Direito Processual Penal, bem como de cinco questões sobre as demais matérias (Direito Civil, Direito Comercial, Direito da Infância e da Juventude, Direito Processual Civil, Tutela de Interesses Difusos e Coletivos, Direito Constitucional e Direito Administrativo);
IX – A dissertação e a peça prática serão sorteadas pelo Procurador-Geral de Justiça Substituto e Presidente da Comissão, perante os demais Membros da Comissão de Concurso e os fiscais, no momento inicial da realização da prova escrita;
X – É assegurada ao candidato, ao término do horário de duração da prova escrita referido no caput do artigo 13 do Regulamento do Concurso (após transcorridas 4 horas), a obtenção do caderno de perguntas e as anotações que tiver consignado sobre as respostas por ele apresentadas.
XI – À dissertação será atribuída uma nota de 0 (zero) a 3 (três), à peça prática nota de 0 (zero) a 2 (dois), e, para cada resposta às questões formuladas, nota de 0 (zero) a 1 (um). Será automaticamente desclassificado o candidato que obtiver nota 0 (zero) na dissertação;
XII – Serão classificados os candidatos que obtiverem as maiores notas até totalizar 1,5 (uma vez e meia) o número de cargos postos em concurso;
XIII – Os candidatos empatados na última nota de classificação serão todos admitidos à prova seguinte, ainda que ultrapassado o limite previsto no item anterior;
XIV – Na correção da prova escrita levar-se-ão em conta os conhecimentos de língua portuguesa do candidato, observando-se também a sua redação;
XV – Após a correção da prova escrita, será publicado o resultado contendo os respectivos nomes em ordem alfabética no Diário Oficial do Executivo – Seção I.
Nº 576/05 – PGJ
84º CONCURSO DE INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO – 2005
O Procurador-Geral de Justiça Substituto e Presidente da Comissão do 84º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público – 2005, no uso de suas atribuições e em cumprimento ao disposto no art. 9º parágrafo único do Regulamento do Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público, AVISA que faz publicar as questões objetivas da prova preambular do 84º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público – 2005, realizada em 16 de outubro de 2005, e os respectivos gabaritos.

Ministério Público do Estado de São Paulo
84.º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público
do Estado de São Paulo
Prova Preambular
16.10.2005
VERSÃO 1
Direito Penal
01.
Aponte a única alternativa na qual todas as quatro classificações são apropriadas ao delito definido no art. 269, do CP – Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória.
(A) Crime omissivo impróprio, norma penal em branco, crime de perigo e crime que admite tentativa.
(B) Crime omissivo puro, crime que não admite tentativa, crime de consumação antecipada, crime de ação múltipla.
(C) Crime omissivo puro, crime próprio, norma penal em branco e crime de mera conduta.
(D) Crime próprio, crime formal, crime de ação única e crime comissivo por omissão.
(E) Crime que não admite nenhuma forma de concurso de pessoas, crime que não admite tentativa, crime permanente e crime formal.
02. É unicamente correto afirmar que
(A) o delito de quadrilha só se consuma com a prática de qualquer delito pelo bando ou por alguns de seus integrantes.
(B) ao dispor sobre crimes tentados, o Código Penal prevê possibilidade de casos com resposta penal equivalente à dos consumados.
(C) em se tratando de contravenção penal, a punibilidade da tentativa segue as regras do Código Penal.
(D) crime falho é outra designação dada à tentativa imperfeita.
(E) o Código Penal condiciona o reconhecimento da modalidade tentada de determinado crime à existência, na Parte Especial, de previsão específica quanto à sua admissibilidade.
03. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A chamada 'autoria mediata' é delineada na conduta de quem consegue a subtração de bens alheios através de menor de 18 anos.
(B) Não é isento de pena o estranho que colabora com o filho no furto de bens pertencentes aos pais deste.
(C) No concurso de pessoas, é dispensável prévio acordo, mas se exige um vínculo ou liame psicológico entre elas.
(D) No concurso de agentes, a interrupção da prescrição decorrente de sentença condenatória recorrível produz efeito relativamente ao co-autor absolvido.
(E) Em roubo praticado em concurso por dois agentes, pode-se reconhecer a modalidade consumada para um e a tentada, para o outro.
04. Entre outras disposições, a Lei n.º 11.106, de 28 de março de 2005, revogou:
I. o art. 217, do Código Penal, que definia o delito de sedução;
II. o inciso III, do art. 226 do Código Penal, que estabelecia aumento de pena em razão da condição de casado do autor de crime contra os costumes.
Assinale, então, a única alternativa incorreta.
(A) Em I, está definida a chamada abolitio criminis.
(B) II é norma que se encaixa no conceito de Lex mitior: ao suprimir causa de aumento de pena, pode favorecer o agente com definição de resposta penal menos rigorosa que a lei anterior.
(C) II não pode ser aplicada retroativamente para beneficiar agente que já está condenado por sentença transitada em julgado.
(D) Em virtude de I, deve cessar de imediato a execução da pena resultante de condenação definitiva pelo delito de sedução.
(E) Por seu conteúdo e caráter retroativo, I retrata hipótese de extinção de punibilidade, prevista no art. 107 do Código Penal.
05. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com circunstâncias agravantes.
(A) A agravação da pena é obrigatória, ainda que a circunstância funcione, também, como elementar do crime.
(B) A enumeração das agravantes é taxativa.
(C) A incidência de uma agravante não pode conduzir a pena para além do patamar máximo cominado ao crime.
(D) Descaracterizada a reincidência, pelo decurso do prazo de 5 anos, a condenação anterior pode ser considerada a título de maus antecedentes.
(E) O Código Penal não estabelece limite máximo de idade quando se refere à 'criança' como agravante.
06. Assinale a alternativa incorreta: Perante o Código Penal, a condição de reincidente em crime doloso
(A) é prevista como preponderante no concurso de circunstâncias agravantes e atenuantes.
(B) é relevante na aferição do estágio mínimo de cumprimento de pena exigido para o livramento condicional.
(C) constitui causa interruptiva de prescrição.
(D) configura pressuposto necessário à imposição de medida de segurança.
(E) exerce influência no cálculo do prazo da prescrição da pretensão executória.
07. Aponte a única alternativa que não constitui entendimento jurisprudencial objeto de Súmula do Superior Tribunal de Justiça, envolvendo circunstâncias agravantes ou atenuantes.
(A) Para efeitos penais, o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil.
(B) A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva.
(C) A incidência de circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena para abaixo do mínimo legal.
(D) A confissão perante a autoridade policial configura circunstância atenuante mesmo quando retratada em Juízo.
(E) A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial.
08. Considere os seguintes enunciados, relacionados com prescrição:
I. O art. 89, § 6.º, da Lei n.º 9.099/95, estabelece causa interruptiva de prescrição ao dispor que 'não correrá a prescrição' durante o prazo da suspensão condicional do processo.
II. Reconhecida a prescrição da pretensão punitiva, não prevalece nenhum efeito da sentença condenatória eventualmente existente.
III. Reconhecido crime continuado na sentença condenatória, não se computa o acréscimo da pena decorrente da continuação no cálculo da prescrição retroativa ou intercorrente.
Estão corretos
(A) todos os três.
(B) nenhum dos três.
(C) apenas I e II.
(D) apenas I e III.
(E) apenas II e III.
09. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com extinção de punibilidade.
(A) Não se estende à receptação a extinção de punibilidade do crime antecedente, que é seu pressuposto.
(B) A sentença que concede perdão judicial pode ser considerada para efeito de reincidência.
(C) A perempção só pode ser reconhecida em ação penal exclusivamente privada.
(D) No delito de falso testemunho, a retratação só produz efeito se ocorrida antes da sentença no processo em que se deu esse ilícito.
(E) Reconhecida a prescrição da pretensão executória, subsistem os efeitos secundários da condenação.
10. Considere os seguintes enunciados, relacionados com os temas de imputabilidade penal (CP, art. 26) e medida de segurança:
I. Não é cabível imposição de medida de segurança aos plenamente imputáveis.
II. Nos casos de semi-imputabilidade, não é permitida a cumulação da pena e medida de segurança.
III. Nas hipóteses de inimputabilidade plena, a regra é a absolvição seguida de imposição de medida de segurança consistente em internação em hospital de custódia e tratamento, podendo o juiz optar pelo tratamento ambulatorial no caso de crime punido com detenção.
Estão em conformidade com o sistema estabelecido no Código Penal,
(A) apenas I e II.
(B) apenas II e III.
(C) apenas I e III.
(D) nenhum dos três.
(E) todos os três.
11. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal envolvendo concurso de crimes.
(A) No concurso formal e no crime continuado, a pena final não poderá exceder aquela que resultaria da cumulação.
(B) É possível o reconhecimento da continuidade delitiva entre crimes consumados e tentados.
(C) Nos casos de concurso material, a prescrição incide sobre a soma das penas cominadas ou aplicadas a cada crime.
(D) Na condenação por roubo em concurso formal perfeito, as multas devem ser aplicadas cumulativamente.
(E) No concurso de crimes culposos, a substituição por restritivas de direito é possível qualquer que seja o total das penas privativas de liberdade.
12. Perante o Código Penal, a chamada embriaguez preordenada pode, por si só,
(A) conduzir à exclusão da imputabilidade penal.
(B) constituir causa de diminuição de pena.
(C) render ensejo à incidência de circunstância atenuante.
(D) configurar circunstância agravante.
(E) caracterizar qualificadora do crime de homicídio.
13. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com pena de multa.
(A) Relativamente à multa, a prescrição da pretensão punitiva opera-se sempre em 2 anos, mesmo nos casos em que cominada ou aplicada cumulativamente com pena privativa de liberdade.
(B) Após o trânsito em julgado da decisão condenatória, aplicam-se à multa as normas pertinentes à dívida ativa da Fazenda Pública.
(C) A quantidade dos dias-multa deve ser estabelecida levando-se em conta as circunstâncias judiciais que informam a fixação da pena-base.
(D) Incabível multa substitutiva se imposta pena privativa de liberdade superior a um ano.
(E) A suspensão condicional da pena não se estende à multa.
14. Tendo em conta as regras estabelecidas no Código Penal para a aplicação da pena, é permitido ao juiz, na sentença condenatória,
(A) considerando favoráveis todas as circunstâncias judiciais, estabelecer a 'pena-base' aquém do limite mínimo previsto na lei.
(B) atenuar a pena diante de circunstância não prevista expressamente na lei, sendo ela relevante e não concomitante com o crime.
(C) estender o sursis à pena restritiva de direitos.
(D) fixar o regime inicial fechado em caso de crime apenado com detenção.
(E) fazer incidir como agravante circunstância que qualifica o crime.
15. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposições do Código Penal relativas aos crimes contra o patrimônio.
(A) No furto, o reconhecimento da qualificadora do concurso de pessoas independe da identificação dos co-autores.
(B) Não impede a configuração do roubo o fato de o agente intimidar e subjugar a vítima apenas simulando portar arma.
(C) O latrocínio pode configurar-se mesmo quando terceiro, alheio aos fatos, seja vítima da violência empregada pelo agente.
(D) A consumação do delito de extorsão mediante seqüestro se dá com a privação de liberdade de locomoção da vítima, independentemente da obtenção da vantagem.
(E) É impunível a receptação de coisa furtada se o autor do furto está acobertado por imunidade penal absoluta, decorrente de parentesco com o proprietário da coisa.
16. Aponte a alternativa incorreta.
(A) A mulher pode ser responsabilizada como co-autora ou partícipe no delito de estupro.
(B) A mulher pode figurar como sujeito ativo no delito de atentado violento ao pudor. Pode, também, figurar como vítima desse delito, mesmo sendo uma meretriz.
(C) O estupro absorve a lesão corporal leve resultante da violência empregada pelo agente.
(D) A ação penal é pública, condicionada à representação, nos casos de estupro e de atentado violento ao pudor cometidos com abuso da qualidade de padrasto.
(E) No estupro e atentado violento ao pudor, a ação penal é pública incondicionada se da violência empregada pelo agente resultar lesão corporal de natureza grave.
17. Assinale a alternativa que está em desacordo com as regras estabelecidas no Código Penal para os crimes contra a administração pública.
(A) O particular, estranho ao serviço público, pode ser responsabilizado como partícipe no crime de peculato.
(B) Nos casos de peculato doloso, não extingue a punibilidade a restituição da coisa apropriada no curso da ação penal.
(C) Para efeitos penais, é considerado funcionário público aquele que exerce transitoriamente função pública.
(D) No delito de concussão, a consumação só ocorre quando o agente obtém a vantagem indevida.
(E) Para os condenados por crime contra a administração pública, a norma em vigor condiciona a progressão de regime à reparação do dano ou à devolução do produto do ilícito.
18. No tema de crimes contra a administração da justiça, é correto afirmar que
(A) a denunciação caluniosa pode configurar-se com imputação de prática de contravenção.
(B) para a caracterização do delito de falso testemunho, é indispensável verificar se o depoimento falso exerceu influência na decisão da causa.
(C) no crime de coação no curso do processo, a consumação ocorre se e quando o agente consegue o objetivo desejado.
(D) a motivação nobre constitui causa excludente de criminalidade na auto-acusação falsa.
(E) só configura o delito de favorecimento pessoal o auxílio a criminoso que já tem contra si ação penal em andamento.
19. No tema de falsidade documental, pode-se dizer que
(A) a lei veda a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, no caso de condenação por falsificação de documento público.
(B) em se tratando de falsificação de assentamento do registro civil, a prescrição da pretensão punitiva começa a correr do dia em que o crime se consumou.
(C) configura falsificação de documento público, aquela que incide sobre nota promissória não vencida.
(D) para a configuração do delito de uso de documento falso, é indispensável verificar se houve proveito ao agente ou dano efetivo.
(E) a falsificação grosseira não influi na caracterização do crime.
20. Considere os seguintes enunciados:
I. O delito de tráfico de entorpecentes, previsto no art. 12, da Lei n.º 6.368/76, pode configurar-se mesmo sem a prática de atos típicos de mercancia.
II. É vedada comutação da pena a condenado pela prática de latrocínio.
III. Não pode ser responsabilizado como partícipe do crime de abuso de autoridade, previsto na Lei n.º 4.898/65, aquele que nem mesmo transitoriamente exerce função pública.
Estão corretos
(A) apenas I e II.
(B) apenas I e III.
(C) apenas II e III.
(D) todos os três.
(E) nenhum dos três.
Direito Processual Penal
21.
Haverá conexão material quando
(A) a prova de uma infração ou de qualquer circunstância influir na prova de outra.
(B) os crimes forem praticados para facilitar ou ocultar outros, ou para se conseguir vantagem ou impunidade de outros.
(C) duas ou mais infrações forem praticadas por várias pessoas reunidas.
(D) uma única conduta delituosa gerar pluralidade de eventos típicos.
(E) houver pluralidade de agentes e unidade de infração.
22. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A fiança será concedida sem a prévia audiência do Ministério Público.
(B) Não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a dois anos.
(C) Não será concedida fiança quando presentes os motivos que autorizam a prisão preventiva.
(D) A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples.
(E) A fiança só poderá ser prestada até o oferecimento da denúncia.
23. O ato de comunicação processual que convoca as testemunhas para depor e a ciência dos atos processuais que se dá ao réu preso intitulam-se, respectivamente:
(A) intimação e requisição.
(B) notificação e intimação.
(C) notificação e citação.
(D) deliberação e intimação.
(E) convocação e requisição.
24. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Tribunal do Júri compõe-se de um Juiz de Direito, que é seu presidente, e de vinte e um jurados.
(B) A sentença de pronúncia, depois de passada em julgado, poderá ser alterada pela verificação de circunstância que modifique a classificação do delito.
(C) No caso de recusas peremptórias do jurado, a defesa fala antes do órgão do Ministério Público.
(D) Proferida decisão de impronúncia concernente ao fato delituoso da atribuição do Júri, deve o magistrado absolver o acusado da infração atraída.
(E) O desaforamento do julgamento é uma das exceções ao princípio da improrrogabilidade da jurisdição.
25. Os princípios da ação penal pública são:
(A) obrigatoriedade, indisponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(B) obrigatoriedade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(C) oportunidade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e transcendência.
(D) oportunidade, disponibilidade, iniciativa da parte, indivisibilidade e transcendência.
(E) oportunidade, indisponibilidade, iniciativa da parte, individualidade e intranscendência.
26. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Ministério Publico poderá aditar a queixa-crime, quer na ação privada exclusiva, quer na ação subsidiária, mas não torna o referido Órgão o titular da ação penal.
(B) Nos crimes que se procedem mediante representação, estando esta formalmente perfeita, o Ministério Público não está obrigado a oferecer denúncia.
(C) Arquivado o inquérito policial, por despacho do juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, poderá a vítima ou seu representante legal, mesmo sem novas provas, ingressar com ação privada subsidiária da pública.
(D) Nos crimes que se procedem mediante representação ou nos crimes que só se procedem mediante queixa, a nomeação de curador especial ao ofendido absolutamente incapaz que não tiver representante legal ou no caso de colidirem os interesses deste com os daquele, constitui substituição processual.
(E) A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.
27. A decisão que reconhece a exceção de coisa julgada, extinguindo o processo sem julgamento do mérito, denomina-se
(A) absolvição da instância.
(B) cessação da instância.
(C) substituição da instância.
(D) prejudicial de mérito.
(E) disjunção processual.
28. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Em regra, os recursos serão sempre voluntários.
(B) Os recursos só poderão ser interpostos por petição.
(C) Os efeitos do recurso são: devolutivo, suspensivo, extensivo e regressivo.
(D) O despacho que determina o arquivamento do inquérito policial, a requerimento do Ministério Público, é irrecorrível.
(E) O oferecimento das razões de apelação fora do prazo legal constitui mera irregularidade.
29. Estando o indiciado preso, por infração ao art. 12 da Lei n.º 6.368/76, o prazo para oferecimento da denúncia será de
(A) 24 horas.
(B) 2 dias.
(C) 3 dias.
(D) 5 dias.
(E) 6 dias.
30. Assinale a alternativa correta.
(A) A remissão é um direito privativo dos condenados que estejam cumprindo a pena em regime fechado ou semi-aberto e também dos que se encontram em prisão albergue.
(B) Apenas o sentenciado pode suscitar o incidente de excesso ou desvio da execução.
(C) Para a obtenção do livramento condicional, basta o parecer favorável do Conselho Penitenciário.
(D) A transferência de um regime mais rigoroso a outro menos rigoroso exige, além do cumprimento de um sexto da pena no regime anterior, que o mérito do condenado indique a progressão.
(E) Não é possível a regressão do regime aberto diretamente para o fechado.
31. Qual o remédio cabível da denegação de seguimento do agravo em execução?
(A) Recurso em sentido estrito.
(B) Habeas Corpus.
(C) Carta testemunhável.
(D) Apelação.
(E) Mandado de segurança.
32. 'Fulano' foi condenado por roubo duplamente qualificado a 6 anos de reclusão e ao pagamento de 15 dias-multa. Em flagrante equívoco, fixou-se o regime aberto para o cumprimento da reprimenda corporal. O Promotor de Justiça opôs embargos de declaração, que foram acolhidos pelo Magistrado, alterando-se para o regime fechado.
Indique a alternativa correta.
(A) O Promotor de Justiça e o Magistrado agiram escorreitamente.
(B) O Promotor de Justiça deveria interpor recurso de apelação, pleiteando a modificação do regime.
(C) O remédio correto para a modificação do regime à disposição do Ministério Público seria o agravo em execução.
(D) Correta seria a interposição do recurso em sentido estrito, uma vez que o Promotor de Justiça discordou apenas do regime fixado na sentença.
(E) Por se tratar apenas de questão atinente a regime prisional, qualquer providência seria inoportuna, devendo-se aguardar a fase da execução da sanção.
33. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A nulidade relativa pode ser reconhecida pelo juiz, de ofício, a qualquer tempo do processo.
(B) A nulidade pode atingir todo o processo, desde o seu início, parte do processo ou apenas um ato, sem reflexo em qualquer outro.
(C) A nulidade relativa considera-se sanada pelo silêncio das partes, pela efetiva consecução do escopo visado pelo ato não obstante sua irregularidade e pela aceitação, ainda que tácita, dos efeitos do ato irregular.
(D) O princípio da instrumentalidade das formas não admite o reconhecimento da nulidade que não tenha influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa.
(E) Nos termos da Súmula 156 do Supremo Tribunal Federal, é absoluta a nulidade do julgamento, pelo Júri, por falta de quesito obrigatório.
34. Nos processos por crime comum a que não for, ainda que alternativamente, cominada a pena de reclusão,
(A) será imprimido o rito do processo comum de competência do juiz singular, até final julgamento.
(B) será observado o rito comum até a inquirição das testemunhas de acusação e, a partir de então, o rito sumário até o julgamento.
(C) será adotado o rito dos crimes do Tribunal do Júri, até as alegações finais.
(D) será observado o rito sumário das contravenções, desde o início.
(E) será adotado o rito do processo comum, após a audiência prévia de reconciliação.
35. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Tratando-se de infração permanente, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(B) A regra de competência, quando se tratar de crime tentado, é o local onde foi praticado o último ato de execução.
(C) Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência da vítima.
(D) Tratando-se de infração continuada, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(E) Nos crimes a distância, se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.
36. De acordo com entendimento jurisprudencial pacífico, decorrente de lógica de interpretação de texto legal, o inquérito policial
(A) é imprescindível ao oferecimento da denúncia.
(B) está, obrigatoriamente, sujeito ao princípio constitucional do contraditório.
(C) autoriza a prolação de decisão condenatória cujo único suporte seja ele próprio.
(D) deve assegurar o princípio constitucional da ampla defesa.
(E) é procedimento administrativo, de caráter investigatório, informativo e inquisitorial, destinado a subsidiar a atuação do Ministério Público.
37. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Habeas Corpus não poderá ser interposto quando houver ameaça de violência ou coação à liberdade de locomoção, por abuso de poder ou ilegalidade.
(B) O Promotor de Justiça poderá impetrar ordem de Habeas Corpus.
(C) O Magistrado jamais poderá impetrar ordem de Habeas Corpus em favor de terceiro, mas poderá conceder de ofício a ordem no processo que preside.
(D) Não caberá intervenção do Assistente do Ministério Público no processo de Habeas Corpus.
(E) Não se pode conhecer de impetração de Habeas Corpus apócrifa.
38. A prisão temporária (Lei n.º 7.960/89) não poderá ser decretada no crime de
(A) tráfico de drogas.
(B) seqüestro ou cárcere privado.
(C) epidemia com resultado morte.
(D) genocídio.
(E) perigo de desastre ferroviário.
39. No que concerne ao disposto na Lei n.º 9.099/95, assinale a alternativa incorreta.
(A) Na apuração das infrações de menor potencial ofensivo, não se admitirá nenhuma espécie de citação ficta.
(B) O interrogatório do autor da infração será realizado após a oitiva da vítima e das testemunhas.
(C) Não se admitirá a proposta de transação penal se ficar comprovado ter sido o autor da infração condenado, pela prática de crime, à pena de multa, por sentença definitiva.
(D) A transação penal só poderá ser proposta ao autor da infração nos casos em que não seja cabível o pedido de arquivamento.
(E) A suspensão condicional do processo (art. 89) poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado, no curso do prazo, por contravenção.
40. Assinale a alternativa correta.
(A) O incidente de insanidade mental do acusado não poderá ser instaurado a pedido do Ministério Público.
(B) Tratando-se de lesões corporais, a realização do exame complementar só poderá ser determinada pela autoridade policial.
(C) O juiz não pode, no curso da instrução ou antes de proferir sentença, determinar, de ofício, diligências.
(D) O exame de corpo de delito é obrigatório, mas quanto às demais perícias, há uma faculdade da autoridade policial ou judiciária na sua realização.
(E) O suposto autor do delito está obrigado a participar da reconstituição simulada dos fatos.
Direito Civil, Infância e Juventude e Tutela de Interesses Difusos e Coletivos
41.
Assinale a alternativa falsa.
(A) O prazo para a propositura da ação anulatória de casamento é decadencial.
(B) A dissolução do casamento por morte de um dos cônjuges faz cessar o direito do cônjuge sobrevivo de ajuizar ação declaratória de nulidade.
(C) A ação declaratória de nulidade de casamento é imprescritível.
(D) A nulidade do casamento somente poderá ser declarada em ação ordinária, não podendo ser proclamada de ofício pelo juiz.
(E) Os efeitos da sentença proferida na ação de nulidade retroagem à data do casamento.
42. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o filho morrer antes de iniciada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros ficarão inibidos para o ajuizamento, salvo se ele morrer menor e incapaz.
(B) Se o filho, de maior ou menor idade, falecer após ajuizada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros poderão dar-lhe prosseguimento, salvo se julgado extinto o processo.
(C) Se o suposto pai já for falecido, a ação de investigação de paternidade deverá ser dirigida contra o respectivo espólio.
(D) Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade.
(E) É proibido reconhecer o filho na ata do casamento, para evitar referência a sua origem extramatrimonial.
43. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o herdeiro prejudicar os seus credores, renunciando à herança, poderão estes, com autorização do juiz, aceitá-la em nome do renunciante.
(B) O herdeiro que possui filhos menores não pode renunciar à herança; se o fizer, estes poderão suceder no lugar do renunciante, exercendo o direito de representação.
(C) A morte, a abertura da sucessão e a transmissão da herança aos herdeiros ocorrem num só momento.
(D) Os filhos do herdeiro excluído por indignidade serão chamados a sucedê-lo, como se morto fosse antes da abertura da sucessão.
(E) O autor de homicídio doloso contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, mesmo condenado por sentença penal, somente será excluído da sucessão mediante pedido expresso de interessado, em ação própria.
44. Assinale a alternativa falsa.
(A) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre a parte disponível.
(B) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre os bens da legítima, desde que declare a existência de justa causa.
(C) Se o legatário falecer antes do testador, o legado poderá ser vindicado pelos herdeiros do legatário, desde que o façam no prazo previsto em lei.
(D) O legado é figura exclusiva da sucessão testamentária.
(E) É válida a disposição testamentária em favor de pessoa incerta que deva ser determinada por terceiro, dentre duas ou mais pessoas mencionadas pelo testador.
45. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A prescrição é irrenunciável e pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição.
(B) A prescrição, uma vez consumada, não é passível de renúncia.
(C) Admite-se renúncia prévia de prescrição, desde que não prejudique terceiro.
(D) Não é admissível renúncia prévia de prescrição, nem de prescrição em curso, mas só da consumada.
(E) A renúncia da prescrição deve ser expressa e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro.
46. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) O regime de bens entre os cônjuges é imutável.
(B) É admissível alteração do regime de bens, mediante escritura pública, ressalvados os direitos de terceiros.
(C) Podem os nubentes adotar um dos regimes de bens estabelecidos no Código Civil ou combiná-los entre si, criando um regime misto.
(D) Ressalvadas as hipóteses em que o regime de separação de bens se faz obrigatório, os nubentes podem livremente adotar um dos regimes estabelecidos no Código Civil, vedada a possibilidade de criação de um regime misto.
(E) O regime de bens entre os cônjuges começa a vigorar desde a data do casamento, salvo se houver pacto antenupcial.
47. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A adoção de criança ou adolescente por casal homossexual é admissível sempre que ficar demonstrado que a medida atende o interesse do adotando.
(B) A pessoa que tenha sido criada desde tenra idade por outra pode exigir o reconhecimento, por sentença, de sua condição de filho adotivo.
(C) A legislação vigente não possibilita a adoção do nascituro.
(D) A adoção pode ser revogada nos casos em que se admite a deserdação, ou pela vontade das partes.
(E) A adoção post mortem produz seus efeitos a partir do trânsito em julgado da sentença.
48. Quando o conflito normativo for passível de solução mediante os critérios hierárquico, cronológico e da especialidade, estaremos diante de um caso de
(A) conflito normativo intertemporal.
(B) conflito jurídico-positivo de normas.
(C) conflito jurídico-negativo de normas.
(D) antinomia real.
(E) antinomia aparente.
49. Dissolve-se o casamento válido
(A) pela morte de um dos cônjuges, pela nulidade ou anulação do casamento, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(B) pela morte de um dos cônjuges, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(C) pela morte real de um dos cônjuges ou pelo divórcio direto ou por conversão.
(D) pela morte real ou presumida de um dos cônjuges ou pelo divórcio.
(E) pela morte de ambos os cônjuges ou pelo divórcio direto.
50. Dadas as hipóteses em que: a) um dos cônjuges descobre, após o casamento, que o outro é portador do vírus HIV, contraído anteriormente ao matrimônio; e b) o marido toma conhecimento do defloramento da mulher, ocorrido antes do casamento (error virginitatis), é lícito afirmar tratar-se, respectivamente, de casamento
(A) nulo e anulável.
(B) nulo e válido.
(C) válido e válido.
(D) anulável e anulável.
(E) anulável e válido.
51. Dentre as atribuições do Conselho Tutelar, insere-se a de atender crianças autoras de atos infracionais, podendo, em conseqüência, aplicar as seguintes medidas:
(A) qualquer medida socioeducativa ou de proteção prevista no ECA.
(B) apenas medidas socioeducativas, exceto internação e semiliberdade.
(C) apenas medidas de proteção, exceto internação e semiliberdade.
(D) apenas medidas de proteção, exceto colocação em família substituta.
(E) qualquer medida de proteção, sem exceção.
52. O recurso cabível contra ato judicial que concede remissão pura e simples a adolescente autor de ato infracional é
(A) apelação.
(B) agravo de instrumento.
(C) agravo retido.
(D) mandado de segurança.
(E) não cabe recurso, uma vez que se trata de perdão judicial.
53. O procedimento de apuração de infração administrativa previsto no ECA pode ser iniciado
(A) exclusivamente por representação do Ministério Público.
(B) por representação do Ministério Público ou do Conselho Tutelar.
(C) por representação do Ministério Público ou portaria judicial.
(D) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou portaria judicial.
(E) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou auto de infração elaborado por servidor efetivo ou credenciado.
54. A decisão judicial que indefere liminarmente representação oferecida pelo Ministério Público em face de criança autora de ato infracional é
(A) correta.
(B) correta, somente se na comarca houver Conselho Tutelar.
(C) correta, somente se na comarca não houver Conselho Tutelar.
(D) incorreta, podendo ser atacada mediante apelação.
(E) incorreta, podendo ser atacada mediante agravo de instrumento.
55. O adolescente surpreendido cheirando 'cola de sapateiro' não comete ato infracional; porém, o comerciante que vendeu o produto ao adolescente poderá responder por infração administrativa prevista no ECA. As assertivas são
(A) totalmente corretas.
(B) totalmente incorretas.
(C) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a venda de cola de sapateiro constitui atividade lícita, mesmo quando feita diretamente a adolescente.
(D) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a conduta do comerciante configura, em tese, crime, e não infração administrativa.
(E) apenas a segunda assertiva é verdadeira, sendo falsa a primeira porque a conduta do adolescente configura, em tese, ato infracional.
56. Considerando as hipóteses em que: a) haja cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos; e b) haja aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil, é lícito afirmar que o Ministério Público
(A) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem questão coletiva, atinente a interesses individuais homogêneos.
(B) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem interesses difusos.
(C) não está legitimado a mover ação civil pública, uma vez que as hipóteses consideradas versam sobre interesse individual disponível, de natureza privada.
(D) está legitimado a mover ação civil pública somente na primeira hipótese, de cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos.
(E) está legitimado a mover ação civil pública somente na segunda hipótese, de aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil.
57. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) Os atos de improbidade administrativa previstos na Lei n.º 8.429/92 são puníveis exclusivamente a título de dolo, uma vez que não pode ser ímprobo ou desonesto alguém que não agiu com dolo, agindo apenas com culpa em sentido estrito.
(B) A ação civil pública visando à recomposição do patrimônio público subordina-se ao rito especial previsto na Lei n.º 8.429/92.
(C) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser proposta pelo Ministério Público, ou pela pessoa jurídica interessada, ou por associação de defesa do consumidor constituída há pelo menos um ano.
(D) É extraordinária a legitimação do Ministério Público para a propositura da ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa.
(E) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser encerrada, antes da sentença final, se houver transação, acordo ou conciliação entre as partes litigantes.
58. O parcelamento de solo urbano para formação de chácaras de recreio, mediante venda de frações ideais da respectiva gleba de terras, é havido como
(A) ilegal, por afrontar as disposições contidas na Lei n.º 6.766/79.
(B) ilegal, porquanto a formação de chácaras de recreio somente é admissível em zona rural.
(C) legal, uma vez que a Lei n.º 6.766/79 admite o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas, e a finalidade lazer é considerada como destinação urbana.
(D) legal, desde que o loteador providencie a infra-estrutura básica, como equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário e abastecimento de água potável, e de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de circulação.
(E) legal, desde que, além de toda infra-estrutura básica, o loteador delimite claramente a área que cada condômino ocupará no regime de quotas ideais, providenciando as necessárias averbações à margem da respectiva matrícula.
59. Assinale a alternativa falsa, relativamente ao compromisso de ajustamento de conduta.
(A) Pode ser tomado pelo Ministério Público ou outro órgão público legitimado à ação civil pública.
(B) Constitui título executivo extrajudicial, desde que homologado pelo juiz competente.
(C) Dispensa a participação de advogado.
(D) Por meio dele o causador do dano assume uma obrigação de fazer ou não fazer.
(E) Dispensa testemunhas instrumentárias.
60. O arquivamento do inquérito civil
(A) deve ser homologado judicialmente.
(B) não necessita de homologação de nenhum Órgão ou Poder.
(C) obsta o ajuizamento da ação civil pública pelo Ministério Público ou qualquer outro co-legitimado.
(D) não impede que o Promotor de Justiça que promoveu o arquivamento funcione como custus legis em eventual ação proposta com base nos mesmos fatos por outro membro da instituição ou por uma entidade co-legitimada.
(E) faz com que volte a correr a decadência em matéria de danos ao consumidor, por defeitos ou vícios do produto ou serviço.
Direito Processual Civil
61.
Assinale a alternativa que está incorreta.
(A) Incumbe ao inventariante, mediante autorização judicial, requerer a declaração de insolvência civil do espólio.
(B) Incumbe ao inventariante trazer à colação os bens recebidos pelo herdeiro ausente.
(C) Incumbe ao inventariante prestar as primeiras e últimas declarações pessoalmente ou por procurador com poderes especiais.
(D) Incumbe ao inventariante, ouvidos todos os interessados, e com autorização judicial, pagar as dívidas do espólio.
(E) Incumbe ao inventariante juntar aos autos a certidão de testamento, se houver.
62. Leia as assertivas a seguir:
I. A medida cautelar de arresto de bens pode ser deferida quando o devedor, que tem domicílio certo, caindo em insolvência, põe ou tenta pôr seus bens em nome de terceiros.
II. Admite-se como prova literal da dívida líquida e certa, para fins de conceder o arresto de bens, a sentença ilíquida pendente de recurso que condene o devedor ao pagamento de obrigação que possa se converter em dinheiro.
III. Antes de deferir o arresto, o juiz poderá designar audiência de justificação prévia, mas em segredo de justiça.
IV. O deferimento do arresto de bens, na hipótese de o devedor com domicílio certo, que possui bens de raiz, e intenta hipotecá-los, sem lhe restar algum ou alguns livres que garantam o pagamento de suas dívidas, é causa de presunção de sua insolvência civil.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas III e IV são falsas.
(B) A assertiva III é falsa, mas a I é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) As assertivas I e IV são verdadeiras.
(E) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
63. Leia as assertivas a seguir:
I. Extingue-se a execução se o devedor não tiver bens penhoráveis.
II. Extingue-se a execução quando o devedor obtém a remissão parcial da dívida.
III. Extingue-se a execução se o credor não cumprir a obrigação que lhe cabe, quando o devedor já tenha depositado em juízo a coisa ou a prestação exigida por aquele, quando se tratar de obrigação decorrente de contratos bilaterais.
IV. Extingue-se a execução se o credor aquiescer ao pedido de parcelamento do débito.
V. Extingue-se a execução na hipótese de morte do procurador do executado, considerando a perda da capacidade postulatória deste.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) As afirmativas I e III são verdadeiras.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) As afirmativas II e III são falsas.
64. Leia as assertivas a seguir:
No procedimento sumário,
I. o réu poderá oferecer defesa oral na audiência de conciliação, apresentando documentos, rol de testemunhas e quesitos, se postular a realização de prova pericial.
II. o réu, na contestação, pode formular pedido em seu favor, desde que fundado nos mesmos fatos narrados na inicial, mas não pode intentar ação declaratória incidental.
III. não se admite a intervenção de terceiros, exceção feita ao chamamento ao processo.
IV. não se admite o julgamento antecipado da lide.
V. se for oferecida impugnação ao valor da causa, o juiz deverá suspender a audiência e dar vista dos autos ao autor para que se manifeste em 10 dias.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A assertiva II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A assertiva IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(E) A assertiva III é verdadeira, mas a I é falsa.
65. Leia as assertivas a seguir:
I. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada, sendo que a espontânea deve ser feita pessoalmente pela parte.
II. A confissão judicial de um dos litisconsortes a todos prejudica.
III. A confissão judicial feita em face de erro, dolo ou coação, pode ser revogada através de ação anulatória, se ainda pendente a ação onde foi produzida.
IV. A ação para revogação da confissão judicial viciada por erro, dolo ou coação pode ser proposta pelo próprio confitente ou por seus herdeiros.
V. Somente valerá a confissão, em ações que versem sobre bens imóveis, se ambos os cônjuges confessarem.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
(E) A afirmativa V é falsa, mas a I é verdadeira.
66. Leia as assertivas a seguir:
I. Os embargos de terceiro podem ser opostos por quem, não sendo parte no processo, sofrer turbação ou esbulho, na posse de seus bens em caso de seqüestro judicial.
II. Os embargos de terceiro podem ser opostos até o despacho saneador nos processos de conhecimento.
III. O processo principal será suspenso se os embargos de terceiros, nos processos de conhecimento, forem opostos até a contestação e versarem sobre todos os bens.
IV. Nos processos de execução, os embargos de terceiros podem ser opostos até 5 dias depois da arrematação, mas antes da assinatura do respectivo auto.
V. Se o embargado não contestar o pedido, os fatos narrados pelo embargante serão considerados como verdadeiros e aceitos por aquele.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa V é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
67. Leia as assertivas a seguir:
I. A ação cautelar de alimentos provisionais deve ser proposta no primeiro grau de jurisdição, ainda que o processo principal esteja no Tribunal aguardando julgamento.
II. Enquanto os alimentos provisórios fixados em ação de alimentos devem atender às necessidades do autor, na ação cautelar de alimentos provisionais, os alimentos fixados initio litis devem atender às necessidades do autor e o necessário para custear a demanda.
III. Na ação de alimentos, o cônjuge casado pelo regime da comunhão parcial de bens receberá, além dos alimentos provisórios, parte da renda líquida dos bens do casal, no montante a ser fixado pelo juiz.
IV. Na ação cautelar de alimentos provisionais, se o autor não comparecer à audiência de justificação prévia, o juiz determinará o arquivamento do feito.
V. Na ação de alimentos, os alimentos provisórios podem ser revistos pelo juiz a qualquer tempo, desde que quaisquer das partes aleguem a ocorrência de modificação de sua situação financeira.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa V é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a I é falsa.
(E) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
68. Assinale a alternativa correta.
(A) A litispendência é causa de reconhecimento de conexão entre duas ações.
(B) O autor não poderá desistir da ação, sem o consentimento do réu, depois de efetivada a citação deste.
(C) Se o autor não promover a citação de todos os litisconsortes necessários, dentro do prazo que o juiz assinalar, o processo será extinto sem julgamento de mérito.
(D) É possível o reconhecimento de ofício, e até a sentença, da falta de interesse processual do autor.
(E) O autor não poderá repropor pela terceira vez a mesma demanda (mesmas partes, mesmo pedido e mesma causa de pedir), se abandonou as ações anteriormente distribuídas, dando causa à extinção dos processos sem julgamento de mérito.
69. Leia as assertivas a seguir:
I. É possível a remição de bens arrecadados em processo de insolvência, bem como é possível a remição de bens penhorados em execução por quantia certa.
II. A remição de bens não pode ser requerida pelo devedor, mas seu cônjuge, ascendentes, ou descendentes estão legitimados a postulá-la, desde que depositem o preço pelos quais foram alienados, com acréscimo das custas e honorários advocatícios devidos ao credor.
III. O direito de postular a remição de bens deve ser exercitado em 24 horas entre a arrematação dos bens em praça ou leilão e a assinatura do auto.
IV. Se houver mais de um interessado em remir os bens, a preferência será do cônjuge.
V. Se houver vários interessados do mesmo grau em remir os bens, licitarão entre si, e, aquele que oferecer o preço maior, será o vencedor e receberá os bens remidos.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A assertiva I é falsa, mas a III é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva III é falsa, mas a V é verdadeira.
70. Leia as assertivas a seguir:
Diante dos termos da Lei n.º 9.099/95 (Lei dos Juizados Especiais),
I. nos processos de competência dos juizados especiais cíveis, a citação da parte incapaz deverá ser feita por mandado, na pessoa de seu representante legal.
II. não se admite a citação por edital, nos processos de competência dos juizados especiais cíveis.
III. a opção pelo procedimento previsto na Lei n.º 9.099/95 importa em renúncia ao crédito excedente ao limite por ela estabelecido, salvo se houver conciliação, ou se, havendo conexão entre vários pedidos feitos pelo autor, o valor de cada um deles esteja dentro dos limites referidos na Lei n.º 9.099/95.
IV. o Ministério Público poderá referendar acordo feito pelas partes para que tenha valor como título executivo extrajudicial, somente nos feitos em que atua como custos legis, nos procedimentos afetos ao juizado especial cível.
V. o recurso contra a sentença será sempre recebido no duplo efeito (devolutivo e suspensivo), exceção feita à hipótese de sentença proferida em embargos à execução.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
Direito administrativo
71.
Leia as assertivas a seguir:
I. A discricionariedade do poder disciplinar deve ser compreendida no sentido de que não está vinculada à prévia definição da lei sobre a infração funcional e a respectiva sanção.
II. A penalidade por infração disciplinar somente poderá ser aplicada se o superior hierárquico imediato tiver competência para fazê-lo.
III. Se o superior hierárquico tiver competência para aplicar a penalidade, não será necessária a apuração regular da falta cometida.
IV. Se o superior hierárquico presenciar a falta disciplinar, essa circunstância o exime de explicitar os motivos que o levaram a impor a penalidade ao subordinado.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é falsa, mas a II é verdadeira.
(B) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(C) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa II é falsa, mas a I é verdadeira.
72. Leia as assertivas a seguir:
Na hipótese de inexecução do contrato administrativo,
I. a responsabilidade administrativa é sempre pessoal, e por essa razão, a execução da sanção imposta é sempre personalíssima.
II. a responsabilidade civil é independente de qualquer outra, e somente pode ser reconhecida contra o contratado.
III. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar é aplicada se o contratado prejudicar a execução do contrato dolosamente.
IV. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a Administração é aplicada se o contratado prejudicar a licitação dolosamente.
V. a declaração de inidoneidade para contratar admite seu cancelamento a qualquer tempo, desde que o contratado pague as multas devidas e retome o cumprimento do contrato que deu origem à sanção, com oferta de novas garantias.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas II e IV são falsas.
(B) As assertivas I e V são verdadeiras.
(C) A assertiva I é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
73. Assinale a alternativa correta.
(A) Em caso de terceiro vir a sofrer danos por atos de agentes públicos, a Administração está obrigada a indenizar se tais atos decorreram de culpa do agente.
(B) A Administração pode exercitar ação de regresso contra o agente público que tenha causado dano a terceiros, apenas se este agiu com dolo. A ação culposa do agente exclui a possibilidade de ação regressiva do Estado.
(C) A responsabilidade da Administração não é objetiva para a indenização de prejuízos sofridos por terceiros em hipótese de atos predatórios cometidos por multidão em tumulto.
(D) A responsabilidade da Administração em indenizar terceiros por prejuízos sofridos em decorrência de fatos da natureza é objetiva, pois se presume a culpa que decorreu de falha na fiscalização preventiva de seu patrimônio.
(E) O terceiro que sofreu danos por ato de agente público, para obter indenização, deverá mover a ação respectiva contra o agente causador do dano e contra o Estado, pois se trata de litisconsórcio passivo necessário unitário.
74. Leia as assertivas a seguir:
Ante os termos da Lei n.º 4.717/65 (Lei da Ação Popular),
I. o Ministério Público deve intervir como custos legis apenas na hipótese de existir evidência de dano considerado como suficiente a ensejar posterior ação de improbidade administrativa.
II. se o autor desistir da ação popular que intentou, o Ministério Público poderá assumir essa posição se, depois de 90 dias da publicação dos editais previstos no art. 7.º, inciso II (publicação da decisão por três vezes, no período de 30 dias), nenhum outro cidadão tiver manifestado interesse em dar seguimento à ação.
III. o Ministério Público deverá promover a execução da sentença condenatória, se o autor não o fizer dentro do prazo de 60 dias, a contar da publicação da sentença.
IV. o Ministério Público não poderá recorrer das decisões proferidas contra o autor da ação popular, mas poderá recorrer da sentença que for a este contrária.
V. se a ação popular for julgada improcedente por falta de provas, qualquer cidadão poderá intentar outra ação, inclusive com o mesmo fundamento, desde que se valha de prova nova.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
75. Assinale a alternativa correta.
(A) Se a Administração não pagar a parcela vencida em determinado mês, após 30 dias da data, está o contratado autorizado a paralisar o serviço contratado, alegando em seu favor a exceção do contrato não cumprido.
(B) A Administração pode determinar a intervenção na execução do contrato quando há iminência ou paralisação efetiva do serviço que cause, ou possa causar, prejuízo para o serviço público.
(C) A Administração não pode aplicar diretamente a sanção administrativa e descontar seu valor diretamente da caução prestada, em ocorrendo desrespeito à lei ou regulamento por parte do contratado, sendo necessário socorrer-se do Judiciário para esse fim.
(D) Se a Administração receber a multa contratual por ter o contratado infringido norma legal ou contratual, fica impedida de ter acesso ao Judiciário para alcançar a reparação do dano experimentado, eis que já foi indenizada pela própria multa.
(E) O fato do príncipe, se redundar em oneração excessiva do contrato para o contratado, de molde a impedir a sua execução, é causa automática para a rescisão da avença, sem que tenha a Administração a obrigação de arcar com qualquer indenização pelos prejuízos experimentados pelo contratado.
76. Assinale a alternativa correta.
(A) Os parlamentares não estão sujeitos às penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que a Constituição Federal lhes garante imunidade por suas opiniões, palavras e votos, seja no âmbito civil, seja no âmbito penal.
(B) Os membros da Magistratura e do Ministério Público, em razão de serem vitalícios, não podem perder o cargo por força de sentença proferida em ação de improbidade administrativa que lhes imponha tal sanção. Para a perda do cargo, mesmo procedente a ação de improbidade, é necessária a propositura de outra ação, com a finalidade específica para isso.
(C) O terceiro, mesmo que não seja agente público de nenhuma categoria, pode ser processado com fundamento na lei de improbidade administrativa, se se beneficiou, ainda que indiretamente, do ato de improbidade.
(D) Admite-se a aplicação das penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa sem que se comprove a intenção do agente público de causar dano à Administração.
(E) As sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa alcançam os sucessores daquele que causou lesão ao patrimônio público ou que se enriqueceu ilicitamente, pelo valor total da condenação.
77. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A licitação pode ser revogada por interesse público em virtude da ocorrência de fato superveniente comprovado, pertinente e suficiente para justificar essa decisão.
(B) A licitação pode ser anulada por ilegalidade, desde que a Administração venha a ser provocada através de recursos de terceiros prejudicados.
(C) A anulação da licitação gera o dever de indenizar se a ilegalidade for imputável à Administração.
(D) Cabe recurso contra a decisão da Administração que revogou a licitação, sendo da autoridade competente a decisão de lhe dar, ou não, efeito suspensivo.
(E) O recurso interposto contra a habilitação em procedimento licitatório será sempre recebido no efeito suspensivo.
78. Leia as assertivas a seguir:
I. À Administração é reconhecido o direito de revogar ato administrativo discricionário, legítimo e eficaz.
II. À Administração é reconhecido direito de revogar atos administrativos gerais ou regulamentares, mas não lhe é dado o direito de revogar os atos administrativos especiais ou individuais.
III. À Administração é reconhecido o direito de anular atos administrativos vinculados ou discricionários, se constatada a ocorrência de ilegitimidade ou ilegalidade em sua formação.
IV. Ao Judiciário é permitido anular os atos administrativos ilegais, mas não se lhe permite revogar atos legais da Administração, ainda que nesta última hipótese, o particular prove os prejuízos que sofreu.
V. Se a revogação do ato administrativo discricionário vier a ser motivada, é possível ao Judiciário apreciar esses motivos e, se não forem verdadeiros, proclamar a nulidade da decisão revocatória.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é falsa, mas a IV é verdadeira.
(E) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
79. Leia as assertivas a seguir:
I. A permissão de uso de bem público é ato negocial, unilateral, vinculado e precário.
II. A cessão de uso é a transferência gratuita da posse de bem público de uma entidade ou órgão para outro, por tempo certo ou indeterminado.
III. A autorização de uso de bem público é ato bilateral, discricionário e precário.
IV. A concessão especial de uso é direito do particular que pode ser deferido por termo administrativo, se atendidas as exigências legais. Pode ser transferido a terceiros por ato inter vivos ou mortis causa.
V. A concessão de direito real de uso de bem público é contrato onde a Administração transfere o uso de terreno público para o particular, com o fim de reurbanização, industrialização ou outra atividade de interesse social.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(E) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
80. Leia as assertivas a seguir:
I. Todo cargo vitalício é ocupado por agente político.
II. Uma parcela de cargos em comissão deve ser ocupada por servidores de carreira e a outra é de livre nomeação do administrador.
III. As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores de cargo efetivo.
IV. Os cargos em comissão destinam-se às atribuições de direção, chefia e assessoramento, mas as funções de confiança não sofrem essa restrição.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a II é verdadeira.
(C) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a I é verdadeira.
(E) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
Direito Constitucional
81.
Não constitui fundamento da República Federativa do Brasil
(A) a soberania.
(B) a cidadania.
(C) a dignidade da pessoa humana.
(D) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
(E) a liberdade de expressão.
82. Não é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, como expressamente previsto na Constituição,
(A) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(B) erradicar o analfabetismo e a fome.
(C) garantir o desenvolvimento nacional e erradicar a pobreza.
(D) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
(E) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
83. Os princípios constitucionais expressos relativos à administração pública são:
(A) legalidade, impessoalidade e fidelidade à administração.
(B) impessoalidade, moralidade, publicidade e eticidade.
(C) publicidade, moralidade, impessoalidade, legalidade e continuidade.
(D) legalidade, moralidade, publicidade e anualidade.
(E) legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência.
84. Compete privativamente à União legislar sobre
(A) educação, cultura, ensino e desporto.
(B) procedimentos em matéria processual.
(C) previdência social, proteção e defesa da saúde.
(D) seguridade social e registros públicos.
(E) proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico.
85. Sobre o Poder Legislativo, qual das assertivas abaixo é falsa?
(A) Os deputados e senadores dispõem de imunidades, sendo estas suspensas quando da decretação do estado de sítio.
(B) Existe uma espécie análoga de sigilo de fonte relativa às informações obtidas pelos deputados federais e senadores.
(C) Além das causas suspensivas da prescrição penal previstas no art. 116 do Código Penal, a Constituição Federal prevê uma outra causa especial de suspensão referente à sustação do processo penal perante o Supremo Tribunal Federal, no qual seja réu senador ou deputado federal.
(D) É causa de perda do mandato de deputado ou senador, deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada.
(E) Haverá reunião conjunta das duas Casas do Congresso Nacional para deliberar sobre o veto.
86. De acordo com a reforma do Poder Judiciário vazada na Emenda Constitucional n.º 45/2004, pode-se afirmar que
(A) o cargo inicial no Poder Judiciário é de juiz substituto, sendo vedada a delegação de suas atribuições.
(B) a distribuição dos processos deverá ser imediata, em todos os graus de jurisdição, a depender de edição de norma de organização judiciária local.
(C) foi estabelecida uma modalidade de 'quarentena', um isolamento do juiz que, por um período de 3 anos após o seu afastamento do cargo, por aposentadoria ou exoneração, não poderá exercer a advocacia perante o Poder Judiciário.
(D) o Conselho Nacional de Justiça pode rever de ofício os processos disciplinares de membros de tribunais julgados há menos de um ano.
(E) os membros do Conselho Nacional de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Supremo Tribunal Federal.
87. Pelo tratamento constitucional dado ao Ministério Público, é possível concluir-se que
(A) de acordo com a Emenda Constitucional n.º 45/2004, foi criado o Conselho Nacional do Ministério Público, o qual escolherá, em sessão secreta, um Corregedor nacional.
(B) a distribuição imediata de processos existente para o Poder Judiciário não se estende ao Ministério Público.
(C) há previsão expressa de atribuições sobre a condução de procedimento investigatório penal.
(D) por não serem órgãos do Poder Judiciário, mas auxiliares ao Poder Legislativo, perante os Tribunais de Contas não funcionam membros do Ministério Público.
(E) no Conselho Nacional do Ministério Público, há uma divisão eqüânime de vagas destinadas ao Ministério Público Federal e aos Ministérios Públicos dos Estados.
88. Sobre os deputados federais, é correto dizer que
(A) é possível ausentarem-se do Congresso por motivo de doença para realizar o tratamento, mas não se admite a licença para tratar de assuntos de interesse particular.
(B) ocorre a perda do cargo caso se assuma mais de um cargo ou mandato público eletivo, bem como quando se investe em cargo de Secretário de Estado.
(C) perde-se o mandato diante da mera suspensão dos direitos políticos.
(D) é motivo para a perda do mandato ser proprietário de empresa beneficiária de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público bem como a investidura em cargo de chefe de missão diplomática temporária.
(E) em prestígio ao princípio da publicidade inserto no art. 37 da Constituição Federal, a perda do mandato por comportamento incompatível com o decoro parlamentar decorrerá de decisão de maioria absoluta da Câmara, em sessão pública.
89. Sobre o Poder Judiciário, é correto dizer que a súmula com efeito vinculante
(A) pode ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, hipótese de atuação privativa do Procurador-Geral da República.
(B) somente poderá ser aprovada pelos Tribunais Superiores, quando houver provocação do Procurador-Geral de Justiça ou de ofício, mas em qualquer caso há necessidade do voto de dois terços dos membros dos respectivos Tribunais.
(C) tem força erga omnes; o seu conteúdo, portanto, somente poderá ser alterado por meio de lei.
(D) tem eficácia perante os órgãos do Poder Judiciário, não se impondo à administração pública.
(E) pode ser aprovada por provocação de entidade de classe de âmbito nacional.
90. Sobre o controle de constitucionalidade, pode-se dizer:
(A) em todas as ações diretas de inconstitucionalidade serão ouvidos o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União que realizarão a defesa do ato administrativo ou da norma atacados.
(B) o controle de constitucionalidade pode ser difuso ou concentrado, sendo que neste os efeitos da decisão terão amplo espectro, ou seja, efeitos erga omnes, e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública.
(C) a declaração de inconstitucionalidade de lei penal mais benigna pode gerar efeitos gravosos a quem já esteja condenado definitivamente nos termos da lei declarada inconstitucional.
(D) a legitimidade para propor ação direta de inconstitucionalidade é a mesma para propor a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula com efeito vinculante.
(E) a declaração de inconstitucionalidade tem efeitos ex tunc.
91. De acordo com a organização dos poderes, pode-se dizer que
(A) na vacância do cargo de Presidente da República, assume o Vice-Presidente e, em caso de impedimento deste, assume o Presidente do Senado Federal.
(B) as reuniões do Congresso Nacional serão presididas pelo Presidente do Senado Federal.
(C) compete privativamente ao Senado Federal autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente da República e os Ministros do Estado.
(D) compete privativamente à Câmara dos Deputados processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade.
(E) o Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do Poder Legislativo, tendo atuação opinativa, não dispondo de atuação punitiva para, por exemplo, multar.
92. O princípio constitucional da inafastabilidade da jurisdição implica
(A) a consagração do princípio da identidade física do juiz.
(B) a consagração da garantia do duplo grau de jurisdição.
(C) a consagração do direito de acesso ao Poder Judiciário.
(D) a consagração do princípio da indisponibilidade da ação penal de iniciativa pública.
(E) a impossibilidade de desistência do autor de qualquer demanda caso já tenha havido a citação da parte contrária.
93. O direito adquirido, a coisa julgada e o ato jurídico perfeito constituem princípios constitucionais de segurança e estabilidade das relações jurídicas, podendo ser, contudo, algum deles modificado,
(A) se a lei nova dispuser expressamente quanto à anulação ou nulidade dos negócios jurídicos celebrados debaixo da lei anterior.
(B) por uma lei complementar à Constituição.
(C) se houver decretação do estado de sítio.
(D) se houver decretação do estado de defesa.
(E) em caso de sentença penal condenatória transitada em julgado.
Direito Comercial
94.
Pode ser suprimido do cheque
(A) o local de pagamento.
(B) o nome do banco ou da instituição financeira que deve pagar.
(C) a assinatura do emitente ou de seu mandatário.
(D) a denominação cheque inscrita no contexto do título e expressa em língua nacional.
(E) o lugar de emissão.
95. Quanto às Sociedades Limitadas,
(A) é facultado aos sócios se comprometerem apenas com prestação de serviços.
(B) a ausência da denominação 'LTDA.' em qualquer contrato realizado pela empresa implica a responsabilidade ilimitada de seus administradores.
(C) o administrador não precisa, necessariamente, ser sócio da empresa, desde que haja expressa autorização no contrato social ou em ato separado.
(D) as Sociedades Limitadas podem ser classificadas como sociedades empresariais personificadas.
(E) o Conselho Fiscal é órgão facultativo e que depende de previsão no contrato social.
96. O débito civil do comerciante individual (despesa com tratamento dentário, médico, etc.) pode ser garantido por expropriação do estabelecimento mercantil?
(A) Não, porque os débitos civis são constituídos fora da atividade normal dos negócios mercantis do comerciante.
(B) Sim, porque os débitos civis têm a mesma natureza dos mercantis.
(C) Sim, porque a empresa mercantil integra o patrimônio único do empresário.
(D) Não, porque os direitos dos credores civis são diversos dos credores mercantis em relação ao patrimônio do devedor comerciante, este destinado exclusivamente ao exercício do comércio.
(E) Não, porque o débito foi constituído pelo comerciante como pessoa física e não como pessoa jurídica.
97. A inexecução do contrato de compra e venda pelo devedor comerciante falido, que não entregou a coisa de que recebeu o preço nos 15 dias anteriores ao pedido de falência, decretada a quebra, autoriza pedido de restituição fundado em inexecução de contrato?
(A) Sim, porque o devedor recebeu o preço, agindo de má-fé, por se saber, e melhor do que ninguém, já insolvente.
(B) Não, porque não transmitido o domínio da coisa ao comprador.
(C) Sim, porque a ausência da entrega da coisa pelo comerciante devedor autoriza pedido de restituição de mercadorias.
(D) Sim, porque a lei autoriza a restituição fundada em contrato.
(E) Não, porque o sistema legal falimentar somente prevê as restituições de mercadorias e as fundadas em direito real.
98. No ambiente falencial, qual é a finalidade do protesto por falta de pagamento?
(A) Gerar a presunção da inadimplência do devedor comerciante.
(B) Gerar a presunção de insolvência do devedor comerciante.
(C) Demonstrar que o devedor comerciante é um falido.
(D) Demonstrar que o devedor comerciante recusa pagar seu débito.
(E) Garantir ao credor o direito de regresso em face de eventuais co-obrigados de um título de crédito.
99. A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou a lifting the corporate veil) pode ser decretada, incidentalmente, no ambiente falencial, em caso de falência da sociedade empresária limitada?
(A) Sim, nas hipóteses de insolvência grave, quando o ativo for inferior a 50% do ativo.
(B) Sim, quando depois de decretada a falência, o ativo da empresa tiver sido transferido para outra empresa.
(C) Sim, desde que a sociedade falida tenha sido encerrada há menos de um ano do requerimento da falência, com débitos fiscais não saldados.
(D) Sim, mas na ação individual do consumidor e na reclamação trabalhista, respectivamente, nas hipóteses previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90, art. 28 e seus parágrafos) ou, por analogia, quando ocorrer prejuízo para o direito de seus empregados trabalhistas.
(E) Sim, quando algum dos sócios, na gestão da sociedade, tenha agido fraudulentamente.
100. Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária, mediante o pagamento de prestações determinadas, incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento, temos
(A) um lease-back.
(B) um leasing puro.
(C) um leasing financeiro.
(D) um leasing operacional.
(E) um leasing de retorno.
Gabarito - Versão 1

1 - C

2 - B

3 - E

4 - C

5 – A

6 - D

7 - D

8 - E

9 - B

10 - E

11 - C

12 - D

13 - A

14 - B

15 – E

16 - D

17 - D

18 - A

19 - C

20 - A

21 - B

22 - E

23 - B

24 - D

25 – A

26 - C

27 - A

28 - B

29 - C

30 - D

31 - C

32 - B

33 - A

34 - B

35 – C

36 - E

37 - A

38 - E

39 - C

40 - D

41 - B

42 - C

43 - B

44 - C

45 – D

46 - C

47 - C

48 - E

49 - D

50 - E

51 - D

52 - A

53 - E

54 - A

55 – D

56 - E

57 - D

58 - A

59 - B

60 - E

61 - A

62 - D

63 - E

64 - B

65 – D

66 - E

67 - A

68 - C

69 - D

70 - A

71 - E

72 - A

73 - C

74 - D

75 – B

76 - N

77 - B

78 - A

79 - C

80 - D

81 - E

82 - B

83 - E

84 - D

85 – A

86 - D

87 - A

88 - C

89 - E

90 - N

91 - B

92 - C

93 - E

94 - A

95 – A

96 - C

97 - B

98 - B

99 - E

100 - D

VERSÃO 2
Direito Comercial
01.
Pode ser suprimido do cheque
(A) o local de pagamento.
(B) o nome do banco ou da instituição financeira que deve pagar.
(C) a assinatura do emitente ou de seu mandatário.
(D) a denominação cheque inscrita no contexto do título e expressa em língua nacional.
(E) o lugar de emissão.
02. Quanto às Sociedades Limitadas,
(A) é facultado aos sócios se comprometerem apenas com prestação de serviços.
(B) a ausência da denominação 'LTDA.' em qualquer contrato realizado pela empresa implica a responsabilidade ilimitada de seus administradores.
(C) o administrador não precisa, necessariamente, ser sócio da empresa, desde que haja expressa autorização no contrato social ou em ato separado.
(D) as Sociedades Limitadas podem ser classificadas como sociedades empresariais personificadas.
(E) o Conselho Fiscal é órgão facultativo e que depende de previsão no contrato social.
03. O débito civil do comerciante individual (despesa com tratamento dentário, médico, etc.) pode ser garantido por expropriação do estabelecimento mercantil?
(A) Não, porque os débitos civis são constituídos fora da atividade normal dos negócios mercantis do comerciante.
(B) Sim, porque os débitos civis têm a mesma natureza dos mercantis.
(C) Sim, porque a empresa mercantil integra o patrimônio único do empresário.
(D) Não, porque os direitos dos credores civis são diversos dos credores mercantis em relação ao patrimônio do devedor comerciante, este destinado exclusivamente ao exercício do comércio.
(E) Não, porque o débito foi constituído pelo comerciante como pessoa física e não como pessoa jurídica.
04. A inexecução do contrato de compra e venda pelo devedor comerciante falido, que não entregou a coisa de que recebeu o preço nos 15 dias anteriores ao pedido de falência, decretada a quebra, autoriza pedido de restituição fundado em inexecução de contrato?
(A) Sim, porque o devedor recebeu o preço, agindo de má-fé, por se saber, e melhor do que ninguém, já insolvente.
(B) Não, porque não transmitido o domínio da coisa ao comprador.
(C) Sim, porque a ausência da entrega da coisa pelo comerciante devedor autoriza pedido de restituição de mercadorias.
(D) Sim, porque a lei autoriza a restituição fundada em contrato.
(E) Não, porque o sistema legal falimentar somente prevê as restituições de mercadorias e as fundadas em direito real.
05. No ambiente falencial, qual é a finalidade do protesto por falta de pagamento?
(A) Gerar a presunção da inadimplência do devedor comerciante.
(B) Gerar a presunção de insolvência do devedor comerciante.
(C) Demonstrar que o devedor comerciante é um falido.
(D) Demonstrar que o devedor comerciante recusa pagar seu débito.
(E) Garantir ao credor o direito de regresso em face de eventuais co-obrigados de um título de crédito.
06. A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou a lifting the corporate veil) pode ser decretada, incidentalmente, no ambiente falencial, em caso de falência da sociedade empresária limitada?
(A) Sim, nas hipóteses de insolvência grave, quando o ativo for inferior a 50% do ativo.
(B) Sim, quando depois de decretada a falência, o ativo da empresa tiver sido transferido para outra empresa.
(C) Sim, desde que a sociedade falida tenha sido encerrada há menos de um ano do requerimento da falência, com débitos fiscais não saldados.
(D) Sim, mas na ação individual do consumidor e na reclamação trabalhista, respectivamente, nas hipóteses previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90, art. 28 e seus parágrafos) ou, por analogia, quando ocorrer prejuízo para o direito de seus empregados trabalhistas.
(E) Sim, quando algum dos sócios, na gestão da sociedade, tenha agido fraudulentamente.
07. Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária, mediante o pagamento de prestações determinadas, incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento, temos
(A) um lease-back.
(B) um leasing puro.
(C) um leasing financeiro.
(D) um leasing operacional.
(E) um leasing de retorno.
Direito Constitucional
08.
Não constitui fundamento da República Federativa do Brasil
(A) a soberania.
(B) a cidadania.
(C) a dignidade da pessoa humana.
(D) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
(E) a liberdade de expressão.
09. Não é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, como expressamente previsto na Constituição,
(A) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(B) erradicar o analfabetismo e a fome.
(C) garantir o desenvolvimento nacional e erradicar a pobreza.
(D) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
(E) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
10. Os princípios constitucionais expressos relativos à administração pública são:
(A) legalidade, impessoalidade e fidelidade à administração.
(B) impessoalidade, moralidade, publicidade e eticidade.
(C) publicidade, moralidade, impessoalidade, legalidade e continuidade.
(D) legalidade, moralidade, publicidade e anualidade.
(E) legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência.
11. Compete privativamente à União legislar sobre
(A) educação, cultura, ensino e desporto.
(B) procedimentos em matéria processual.
(C) previdência social, proteção e defesa da saúde.
(D) seguridade social e registros públicos.
(E) proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico.
12. Sobre o Poder Legislativo, qual das assertivas abaixo é falsa?
(A) Os deputados e senadores dispõem de imunidades, sendo estas suspensas quando da decretação do estado de sítio.
(B) Existe uma espécie análoga de sigilo de fonte relativa às informações obtidas pelos deputados federais e senadores.
(C) Além das causas suspensivas da prescrição penal previstas no art. 116 do Código Penal, a Constituição Federal prevê uma outra causa especial de suspensão referente à sustação do processo penal perante o Supremo Tribunal Federal, no qual seja réu senador ou deputado federal.
(D) É causa de perda do mandato de deputado ou senador, deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada.
(E) Haverá reunião conjunta das duas Casas do Congresso Nacional para deliberar sobre o veto.
13. De acordo com a reforma do Poder Judiciário vazada na Emenda Constitucional n.º 45/2004, pode-se afirmar que
(A) o cargo inicial no Poder Judiciário é de juiz substituto, sendo vedada a delegação de suas atribuições.
(B) a distribuição dos processos deverá ser imediata, em todos os graus de jurisdição, a depender de edição de norma de organização judiciária local.
(C) foi estabelecida uma modalidade de 'quarentena', um isolamento do juiz que, por um período de 3 anos após o seu afastamento do cargo, por aposentadoria ou exoneração, não poderá exercer a advocacia perante o Poder Judiciário.
(D) o Conselho Nacional de Justiça pode rever de ofício os processos disciplinares de membros de tribunais julgados há menos de um ano.
(E) os membros do Conselho Nacional de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Supremo Tribunal Federal.
14. Pelo tratamento constitucional dado ao Ministério Público, é possível concluir-se que
(A) de acordo com a Emenda Constitucional n.º 45/2004, foi criado o Conselho Nacional do Ministério Público, o qual escolherá, em sessão secreta, um Corregedor nacional.
(B) a distribuição imediata de processos existente para o Poder Judiciário não se estende ao Ministério Público.
(C) há previsão expressa de atribuições sobre a condução de procedimento investigatório penal.
(D) por não serem órgãos do Poder Judiciário, mas auxiliares ao Poder Legislativo, perante os Tribunais de Contas não funcionam membros do Ministério Público.
(E) no Conselho Nacional do Ministério Público, há uma divisão eqüânime de vagas destinadas ao Ministério Público Federal e aos Ministérios Públicos dos Estados.
15. Sobre os deputados federais, é correto dizer que
(A) é possível ausentarem-se do Congresso por motivo de doença para realizar o tratamento, mas não se admite a licença para tratar de assuntos de interesse particular.
(B) ocorre a perda do cargo caso se assuma mais de um cargo ou mandato público eletivo, bem como quando se investe em cargo de Secretário de Estado.
(C) perde-se o mandato diante da mera suspensão dos direitos políticos.
(D) é motivo para a perda do mandato ser proprietário de empresa beneficiária de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público bem como a investidura em cargo de chefe de missão diplomática temporária.
(E) em prestígio ao princípio da publicidade inserto no art. 37 da Constituição Federal, a perda do mandato por comportamento incompatível com o decoro parlamentar decorrerá de decisão de maioria absoluta da Câmara, em sessão pública.
16. Sobre o Poder Judiciário, é correto dizer que a súmula com efeito vinculante
(A) pode ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, hipótese de atuação privativa do Procurador-Geral da República.
(B) somente poderá ser aprovada pelos Tribunais Superiores, quando houver provocação do Procurador-Geral de Justiça ou de ofício, mas em qualquer caso há necessidade do voto de dois terços dos membros dos respectivos Tribunais.
(C) tem força erga omnes; o seu conteúdo, portanto, somente poderá ser alterado por meio de lei.
(D) tem eficácia perante os órgãos do Poder Judiciário, não se impondo à administração pública.
(E) pode ser aprovada por provocação de entidade de classe de âmbito nacional.
17. Sobre o controle de constitucionalidade, pode-se dizer:
(A) em todas as ações diretas de inconstitucionalidade serão ouvidos o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União que realizarão a defesa do ato administrativo ou da norma atacados.
(B) o controle de constitucionalidade pode ser difuso ou concentrado, sendo que neste os efeitos da decisão terão amplo espectro, ou seja, efeitos erga omnes, e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública.
(C) a declaração de inconstitucionalidade de lei penal mais benigna pode gerar efeitos gravosos a quem já esteja condenado definitivamente nos termos da lei declarada inconstitucional.
(D) a legitimidade para propor ação direta de inconstitucionalidade é a mesma para propor a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula com efeito vinculante.
(E) a declaração de inconstitucionalidade tem efeitos ex tunc.
18. De acordo com a organização dos poderes, pode-se dizer que
(A) na vacância do cargo de Presidente da República, assume o Vice-Presidente e, em caso de impedimento deste, assume o Presidente do Senado Federal.
(B) as reuniões do Congresso Nacional serão presididas pelo Presidente do Senado Federal.
(C) compete privativamente ao Senado Federal autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente da República e os Ministros do Estado.
(D) compete privativamente à Câmara dos Deputados processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade.
(E) o Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do Poder Legislativo, tendo atuação opinativa, não dispondo de atuação punitiva para, por exemplo, multar.
19. O princípio constitucional da inafastabilidade da jurisdição implica
(A) a consagração do princípio da identidade física do juiz.
(B) a consagração da garantia do duplo grau de jurisdição.
(C) a consagração do direito de acesso ao Poder Judiciário.
(D) a consagração do princípio da indisponibilidade da ação penal de iniciativa pública.
(E) a impossibilidade de desistência do autor de qualquer demanda caso já tenha havido a citação da parte contrária.
20. O direito adquirido, a coisa julgada e o ato jurídico perfeito constituem princípios constitucionais de segurança e estabilidade das relações jurídicas, podendo ser, contudo, algum deles modificado,
(A) se a lei nova dispuser expressamente quanto à anulação ou nulidade dos negócios jurídicos celebrados debaixo da lei anterior.
(B) por uma lei complementar à Constituição.
(C) se houver decretação do estado de sítio.
(D) se houver decretação do estado de defesa.
(E) em caso de sentença penal condenatória transitada em julgado.
Direito administrativo
21.
Leia as assertivas a seguir:
I. A discricionariedade do poder disciplinar deve ser compreendida no sentido de que não está vinculada à prévia definição da lei sobre a infração funcional e a respectiva sanção.
II. A penalidade por infração disciplinar somente poderá ser aplicada se o superior hierárquico imediato tiver competência para fazê-lo.
III. Se o superior hierárquico tiver competência para aplicar a penalidade, não será necessária a apuração regular da falta cometida.
IV. Se o superior hierárquico presenciar a falta disciplinar, essa circunstância o exime de explicitar os motivos que o levaram a impor a penalidade ao subordinado.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é falsa, mas a II é verdadeira.
(B) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(C) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa II é falsa, mas a I é verdadeira.
22. Assinale a alternativa correta.
(A) Em caso de terceiro vir a sofrer danos por atos de agentes públicos, a Administração está obrigada a indenizar se tais atos decorreram de culpa do agente.
(B) A Administração pode exercitar ação de regresso contra o agente público que tenha causado dano a terceiros, apenas se este agiu com dolo. A ação culposa do agente exclui a possibilidade de ação regressiva do Estado.
(C) A responsabilidade da Administração não é objetiva para a indenização de prejuízos sofridos por terceiros em hipótese de atos predatórios cometidos por multidão em tumulto.
(D) A responsabilidade da Administração em indenizar terceiros por prejuízos sofridos em decorrência de fatos da natureza é objetiva, pois se presume a culpa que decorreu de falha na fiscalização preventiva de seu patrimônio.
(E) O terceiro que sofreu danos por ato de agente público, para obter indenização, deverá mover a ação respectiva contra o agente causador do dano e contra o Estado, pois se trata de litisconsórcio passivo necessário unitário.
23. Leia as assertivas a seguir:
Na hipótese de inexecução do contrato administrativo,
I. a responsabilidade administrativa é sempre pessoal, e por essa razão, a execução da sanção imposta é sempre personalíssima.
II. a responsabilidade civil é independente de qualquer outra, e somente pode ser reconhecida contra o contratado.
III. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar é aplicada se o contratado prejudicar a execução do contrato dolosamente.
IV. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a Administração é aplicada se o contratado prejudicar a licitação dolosamente.
V. a declaração de inidoneidade para contratar admite seu cancelamento a qualquer tempo, desde que o contratado pague as multas devidas e retome o cumprimento do contrato que deu origem à sanção, com oferta de novas garantias.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas II e IV são falsas.
(B) As assertivas I e V são verdadeiras.
(C) A assertiva I é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
24. Leia as assertivas a seguir:
Ante os termos da Lei n.º 4.717/65 (Lei da Ação Popular),
I. o Ministério Público deve intervir como custos legis apenas na hipótese de existir evidência de dano considerado como suficiente a ensejar posterior ação de improbidade administrativa.
II. se o autor desistir da ação popular que intentou, o Ministério Público poderá assumir essa posição se, depois de 90 dias da publicação dos editais previstos no art. 7.º, inciso II (publicação da decisão por três vezes, no período de 30 dias), nenhum outro cidadão tiver manifestado interesse em dar seguimento à ação.
III. o Ministério Público deverá promover a execução da sentença condenatória, se o autor não o fizer dentro do prazo de 60 dias, a contar da publicação da sentença.
IV. o Ministério Público não poderá recorrer das decisões proferidas contra o autor da ação popular, mas poderá recorrer da sentença que for a este contrária.
V. se a ação popular for julgada improcedente por falta de provas, qualquer cidadão poderá intentar outra ação, inclusive com o mesmo fundamento, desde que se valha de prova nova.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
25. Assinale a alternativa correta.
(A) Se a Administração não pagar a parcela vencida em determinado mês, após 30 dias da data, está o contratado autorizado a paralisar o serviço contratado, alegando em seu favor a exceção do contrato não cumprido.
(B) A Administração pode determinar a intervenção na execução do contrato quando há iminência ou paralisação efetiva do serviço que cause, ou possa causar, prejuízo para o serviço público.
(C) A Administração não pode aplicar diretamente a sanção administrativa e descontar seu valor diretamente da caução prestada, em ocorrendo desrespeito à lei ou regulamento por parte do contratado, sendo necessário socorrer-se do Judiciário para esse fim.
(D) Se a Administração receber a multa contratual por ter o contratado infringido norma legal ou contratual, fica impedida de ter acesso ao Judiciário para alcançar a reparação do dano experimentado, eis que já foi indenizada pela própria multa.
(E) O fato do príncipe, se redundar em oneração excessiva do contrato para o contratado, de molde a impedir a sua execução, é causa automática para a rescisão da avença, sem que tenha a Administração a obrigação de arcar com qualquer indenização pelos prejuízos experimentados pelo contratado.
26. Assinale a alternativa correta.
(A) Os parlamentares não estão sujeitos às penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que a Constituição Federal lhes garante imunidade por suas opiniões, palavras e votos, seja no âmbito civil, seja no âmbito penal.
(B) Os membros da Magistratura e do Ministério Público, em razão de serem vitalícios, não podem perder o cargo por força de sentença proferida em ação de improbidade administrativa que lhes imponha tal sanção. Para a perda do cargo, mesmo procedente a ação de improbidade, é necessária a propositura de outra ação, com a finalidade específica para isso.
(C) O terceiro, mesmo que não seja agente público de nenhuma categoria, pode ser processado com fundamento na lei de improbidade administrativa, se se beneficiou, ainda que indiretamente, do ato de improbidade.
(D) Admite-se a aplicação das penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa sem que se comprove a intenção do agente público de causar dano à Administração.
(E) As sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa alcançam os sucessores daquele que causou lesão ao patrimônio público ou que se enriqueceu ilicitamente, pelo valor total da condenação.
27. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A licitação pode ser revogada por interesse público em virtude da ocorrência de fato superveniente comprovado, pertinente e suficiente para justificar essa decisão.
(B) A licitação pode ser anulada por ilegalidade, desde que a Administração venha a ser provocada através de recursos de terceiros prejudicados.
(C) A anulação da licitação gera o dever de indenizar se a ilegalidade for imputável à Administração.
(D) Cabe recurso contra a decisão da Administração que revogou a licitação, sendo da autoridade competente a decisão de lhe dar, ou não, efeito suspensivo.
(E) O recurso interposto contra a habilitação em procedimento licitatório será sempre recebido no efeito suspensivo.
28. Leia as assertivas a seguir:
I. À Administração é reconhecido o direito de revogar ato administrativo discricionário, legítimo e eficaz.
II. À Administração é reconhecido direito de revogar atos administrativos gerais ou regulamentares, mas não lhe é dado o direito de revogar os atos administrativos especiais ou individuais.
III. À Administração é reconhecido o direito de anular atos administrativos vinculados ou discricionários, se constatada a ocorrência de ilegitimidade ou ilegalidade em sua formação.
IV. Ao Judiciário é permitido anular os atos administrativos ilegais, mas não se lhe permite revogar atos legais da Administração, ainda que nesta última hipótese, o particular prove os prejuízos que sofreu.
V. Se a revogação do ato administrativo discricionário vier a ser motivada, é possível ao Judiciário apreciar esses motivos e, se não forem verdadeiros, proclamar a nulidade da decisão revocatória.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é falsa, mas a IV é verdadeira.
(E) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
29. Leia as assertivas a seguir:
I. A permissão de uso de bem público é ato negocial, unilateral, vinculado e precário.
II. A cessão de uso é a transferência gratuita da posse de bem público de uma entidade ou órgão para outro, por tempo certo ou indeterminado.
III. A autorização de uso de bem público é ato bilateral, discricionário e precário.
IV. A concessão especial de uso é direito do particular que pode ser deferido por termo administrativo, se atendidas as exigências legais. Pode ser transferido a terceiros por ato inter vivos ou mortis causa.
V. A concessão de direito real de uso de bem público é contrato onde a Administração transfere o uso de terreno público para o particular, com o fim de reurbanização, industrialização ou outra atividade de interesse social.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(E) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
30. Leia as assertivas a seguir:
I. Todo cargo vitalício é ocupado por agente político.
II. Uma parcela de cargos em comissão deve ser ocupada por servidores de carreira e a outra é de livre nomeação do administrador.
III. As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores de cargo efetivo.
IV. Os cargos em comissão destinam-se às atribuições de direção, chefia e assessoramento, mas as funções de confiança não sofrem essa restrição.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a II é verdadeira.
(C) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a I é verdadeira.
(E) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
Direito Civil, Infância e Juventude e Tutela de Interesses Difusos e Coletivos
31.
Assinale a alternativa falsa.
(A) O prazo para a propositura da ação anulatória de casamento é decadencial.
(B) A dissolução do casamento por morte de um dos cônjuges faz cessar o direito do cônjuge sobrevivo de ajuizar ação declaratória de nulidade.
(C) A ação declaratória de nulidade de casamento é imprescritível.
(D) A nulidade do casamento somente poderá ser declarada em ação ordinária, não podendo ser proclamada de ofício pelo juiz.
(E) Os efeitos da sentença proferida na ação de nulidade retroagem à data do casamento.
32. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o filho morrer antes de iniciada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros ficarão inibidos para o ajuizamento, salvo se ele morrer menor e incapaz.
(B) Se o filho, de maior ou menor idade, falecer após ajuizada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros poderão dar-lhe prosseguimento, salvo se julgado extinto o processo.
(C) Se o suposto pai já for falecido, a ação de investigação de paternidade deverá ser dirigida contra o respectivo espólio.
(D) Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade.
(E) É proibido reconhecer o filho na ata do casamento, para evitar referência a sua origem extramatrimonial.
33. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o herdeiro prejudicar os seus credores, renunciando à herança, poderão estes, com autorização do juiz, aceitá-la em nome do renunciante.
(B) O herdeiro que possui filhos menores não pode renunciar à herança; se o fizer, estes poderão suceder no lugar do renunciante, exercendo o direito de representação.
(C) A morte, a abertura da sucessão e a transmissão da herança aos herdeiros ocorrem num só momento.
(D) Os filhos do herdeiro excluído por indignidade serão chamados a sucedê-lo, como se morto fosse antes da abertura da sucessão.
(E) O autor de homicídio doloso contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, mesmo condenado por sentença penal, somente será excluído da sucessão mediante pedido expresso de interessado, em ação própria.
34. Assinale a alternativa falsa.
(A) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre a parte disponível.
(B) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre os bens da legítima, desde que declare a existência de justa causa.
(C) Se o legatário falecer antes do testador, o legado poderá ser vindicado pelos herdeiros do legatário, desde que o façam no prazo previsto em lei.
(D) O legado é figura exclusiva da sucessão testamentária.
(E) É válida a disposição testamentária em favor de pessoa incerta que deva ser determinada por terceiro, dentre duas ou mais pessoas mencionadas pelo testador.
35. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A prescrição é irrenunciável e pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição.
(B) A prescrição, uma vez consumada, não é passível de renúncia.
(C) Admite-se renúncia prévia de prescrição, desde que não prejudique terceiro.
(D) Não é admissível renúncia prévia de prescrição, nem de prescrição em curso, mas só da consumada.
(E) A renúncia da prescrição deve ser expressa e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro.
36. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) O regime de bens entre os cônjuges é imutável.
(B) É admissível alteração do regime de bens, mediante escritura pública, ressalvados os direitos de terceiros.
(C) Podem os nubentes adotar um dos regimes de bens estabelecidos no Código Civil ou combiná-los entre si, criando um regime misto.
(D) Ressalvadas as hipóteses em que o regime de separação de bens se faz obrigatório, os nubentes podem livremente adotar um dos regimes estabelecidos no Código Civil, vedada a possibilidade de criação de um regime misto.
(E) O regime de bens entre os cônjuges começa a vigorar desde a data do casamento, salvo se houver pacto antenupcial.
37. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A adoção de criança ou adolescente por casal homossexual é admissível sempre que ficar demonstrado que a medida atende o interesse do adotando.
(B) A pessoa que tenha sido criada desde tenra idade por outra pode exigir o reconhecimento, por sentença, de sua condição de filho adotivo.
(C) A legislação vigente não possibilita a adoção do nascituro.
(D) A adoção pode ser revogada nos casos em que se admite a deserdação, ou pela vontade das partes.
(E) A adoção post mortem produz seus efeitos a partir do trânsito em julgado da sentença.
38. Quando o conflito normativo for passível de solução mediante os critérios hierárquico, cronológico e da especialidade, estaremos diante de um caso de
(A) conflito normativo intertemporal.
(B) conflito jurídico-positivo de normas.
(C) conflito jurídico-negativo de normas.
(D) antinomia real.
(E) antinomia aparente.
39. Dissolve-se o casamento válido
(A) pela morte de um dos cônjuges, pela nulidade ou anulação do casamento, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(B) pela morte de um dos cônjuges, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(C) pela morte real de um dos cônjuges ou pelo divórcio direto ou por conversão.
(D) pela morte real ou presumida de um dos cônjuges ou pelo divórcio.
(E) pela morte de ambos os cônjuges ou pelo divórcio direto.
40. Dadas as hipóteses em que: a) um dos cônjuges descobre, após o casamento, que o outro é portador do vírus HIV, contraído anteriormente ao matrimônio; e b) o marido toma conhecimento do defloramento da mulher, ocorrido antes do casamento (error virginitatis), é lícito afirmar tratar-se, respectivamente, de casamento
(A) nulo e anulável.
(B) nulo e válido.
(C) válido e válido.
(D) anulável e anulável.
(E) anulável e válido.
41. Dentre as atribuições do Conselho Tutelar, insere-se a de atender crianças autoras de atos infracionais, podendo, em conseqüência, aplicar as seguintes medidas:
(A) qualquer medida socioeducativa ou de proteção prevista no ECA.
(B) apenas medidas socioeducativas, exceto internação e semiliberdade.
(C) apenas medidas de proteção, exceto internação e semiliberdade.
(D) apenas medidas de proteção, exceto colocação em família substituta.
(E) qualquer medida de proteção, sem exceção.
42. O recurso cabível contra ato judicial que concede remissão pura e simples a adolescente autor de ato infracional é
(A) apelação.
(B) agravo de instrumento.
(C) agravo retido.
(D) mandado de segurança.
(E) não cabe recurso, uma vez que se trata de perdão judicial.
43. O procedimento de apuração de infração administrativa previsto no ECA pode ser iniciado
(A) exclusivamente por representação do Ministério Público.
(B) por representação do Ministério Público ou do Conselho Tutelar.
(C) por representação do Ministério Público ou portaria judicial.
(D) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou portaria judicial.
(E) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou auto de infração elaborado por servidor efetivo ou credenciado.
44. O adolescente surpreendido cheirando 'cola de sapateiro' não comete ato infracional; porém, o comerciante que vendeu o produto ao adolescente poderá responder por infração administrativa prevista no ECA. As assertivas são
(A) totalmente corretas.
(B) totalmente incorretas.
(C) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a venda de cola de sapateiro constitui atividade lícita, mesmo quando feita diretamente a adolescente.
(D) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a conduta do comerciante configura, em tese, crime, e não infração administrativa.
(E) apenas a segunda assertiva é verdadeira, sendo falsa a primeira porque a conduta do adolescente configura, em tese, ato infracional.
45. A decisão judicial que indefere liminarmente representação oferecida pelo Ministério Público em face de criança autora de ato infracional é
(A) correta.
(B) correta, somente se na comarca houver Conselho Tutelar.
(C) correta, somente se na comarca não houver Conselho Tutelar.
(D) incorreta, podendo ser atacada mediante apelação.
(E) incorreta, podendo ser atacada mediante agravo de instrumento.
46. Considerando as hipóteses em que: a) haja cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos; e b) haja aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil, é lícito afirmar que o Ministério Público
(A) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem questão coletiva, atinente a interesses individuais homogêneos.
(B) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem interesses difusos.
(C) não está legitimado a mover ação civil pública, uma vez que as hipóteses consideradas versam sobre interesse individual disponível, de natureza privada.
(D) está legitimado a mover ação civil pública somente na primeira hipótese, de cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos.
(E) está legitimado a mover ação civil pública somente na segunda hipótese, de aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil.
47. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) Os atos de improbidade administrativa previstos na Lei n.º 8.429/92 são puníveis exclusivamente a título de dolo, uma vez que não pode ser ímprobo ou desonesto alguém que não agiu com dolo, agindo apenas com culpa em sentido estrito.
(B) A ação civil pública visando à recomposição do patrimônio público subordina-se ao rito especial previsto na Lei n.º 8.429/92.
(C) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser proposta pelo Ministério Público, ou pela pessoa jurídica interessada, ou por associação de defesa do consumidor constituída há pelo menos um ano.
(D) É extraordinária a legitimação do Ministério Público para a propositura da ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa.
(E) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser encerrada, antes da sentença final, se houver transação, acordo ou conciliação entre as partes litigantes.
48. O parcelamento de solo urbano para formação de chácaras de recreio, mediante venda de frações ideais da respectiva gleba de terras, é havido como
(A) ilegal, por afrontar as disposições contidas na Lei n.º 6.766/79.
(B) ilegal, porquanto a formação de chácaras de recreio somente é admissível em zona rural.
(C) legal, uma vez que a Lei n.º 6.766/79 admite o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas, e a finalidade lazer é considerada como destinação urbana.
(D) legal, desde que o loteador providencie a infra-estrutura básica, como equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário e abastecimento de água potável, e de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de circulação.
(E) legal, desde que, além de toda infra-estrutura básica, o loteador delimite claramente a área que cada condômino ocupará no regime de quotas ideais, providenciando as necessárias averbações à margem da respectiva matrícula.
49. Assinale a alternativa falsa, relativamente ao compromisso de ajustamento de conduta.
(A) Pode ser tomado pelo Ministério Público ou outro órgão público legitimado à ação civil pública.
(B) Constitui título executivo extrajudicial, desde que homologado pelo juiz competente.
(C) Dispensa a participação de advogado.
(D) Por meio dele o causador do dano assume uma obrigação de fazer ou não fazer.
(E) Dispensa testemunhas instrumentárias.
50. O arquivamento do inquérito civil
(A) deve ser homologado judicialmente.
(B) não necessita de homologação de nenhum Órgão ou Poder.
(C) obsta o ajuizamento da ação civil pública pelo Ministério Público ou qualquer outro co-legitimado.
(D) não impede que o Promotor de Justiça que promoveu o arquivamento funcione como custus legis em eventual ação proposta com base nos mesmos fatos por outro membro da instituição ou por uma entidade co-legitimada.
(E) faz com que volte a correr a decadência em matéria de danos ao consumidor, por defeitos ou vícios do produto ou serviço.
Direito Processual Civil
51.
Assinale a alternativa que está incorreta.
(A) Incumbe ao inventariante, mediante autorização judicial, requerer a declaração de insolvência civil do espólio.
(B) Incumbe ao inventariante trazer à colação os bens recebidos pelo herdeiro ausente.
(C) Incumbe ao inventariante prestar as primeiras e últimas declarações pessoalmente ou por procurador com poderes especiais.
(D) Incumbe ao inventariante, ouvidos todos os interessados, e com autorização judicial, pagar as dívidas do espólio.
(E) Incumbe ao inventariante juntar aos autos a certidão de testamento, se houver.
52. Leia as assertivas a seguir:
I. A medida cautelar de arresto de bens pode ser deferida quando o devedor, que tem domicílio certo, caindo em insolvência, põe ou tenta pôr seus bens em nome de terceiros.
II. Admite-se como prova literal da dívida líquida e certa, para fins de conceder o arresto de bens, a sentença ilíquida pendente de recurso que condene o devedor ao pagamento de obrigação que possa se converter em dinheiro.
III. Antes de deferir o arresto, o juiz poderá designar audiência de justificação prévia, mas em segredo de justiça.
IV. O deferimento do arresto de bens, na hipótese de o devedor com domicílio certo, que possui bens de raiz, e intenta hipotecá-los, sem lhe restar algum ou alguns livres que garantam o pagamento de suas dívidas, é causa de presunção de sua insolvência civil.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas III e IV são falsas.
(B) A assertiva III é falsa, mas a I é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) As assertivas I e IV são verdadeiras.
(E) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
53. Leia as assertivas a seguir:
I. Extingue-se a execução se o devedor não tiver bens penhoráveis.
II. Extingue-se a execução quando o devedor obtém a remissão parcial da dívida.
III. Extingue-se a execução se o credor não cumprir a obrigação que lhe cabe, quando o devedor já tenha depositado em juízo a coisa ou a prestação exigida por aquele, quando se tratar de obrigação decorrente de contratos bilaterais.
IV. Extingue-se a execução se o credor aquiescer ao pedido de parcelamento do débito.
V. Extingue-se a execução na hipótese de morte do procurador do executado, considerando a perda da capacidade postulatória deste.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) As afirmativas I e III são verdadeiras.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) As afirmativas II e III são falsas.
54. Leia as assertivas a seguir:
No procedimento sumário,
I. o réu poderá oferecer defesa oral na audiência de conciliação, apresentando documentos, rol de testemunhas e quesitos, se postular a realização de prova pericial.
II. o réu, na contestação, pode formular pedido em seu favor, desde que fundado nos mesmos fatos narrados na inicial, mas não pode intentar ação declaratória incidental.
III. não se admite a intervenção de terceiros, exceção feita ao chamamento ao processo.
IV. não se admite o julgamento antecipado da lide.
V. se for oferecida impugnação ao valor da causa, o juiz deverá suspender a audiência e dar vista dos autos ao autor para que se manifeste em 10 dias.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A assertiva II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A assertiva IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(E) A assertiva III é verdadeira, mas a I é falsa.
55. Leia as assertivas a seguir:
I. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada, sendo que a espontânea deve ser feita pessoalmente pela parte.
II. A confissão judicial de um dos litisconsortes a todos prejudica.
III. A confissão judicial feita em face de erro, dolo ou coação, pode ser revogada através de ação anulatória, se ainda pendente a ação onde foi produzida.
IV. A ação para revogação da confissão judicial viciada por erro, dolo ou coação pode ser proposta pelo próprio confitente ou por seus herdeiros.
V. Somente valerá a confissão, em ações que versem sobre bens imóveis, se ambos os cônjuges confessarem.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
(E) A afirmativa V é falsa, mas a I é verdadeira.
56. Leia as assertivas a seguir:
I. Os embargos de terceiro podem ser opostos por quem, não sendo parte no processo, sofrer turbação ou esbulho, na posse de seus bens em caso de seqüestro judicial.
II. Os embargos de terceiro podem ser opostos até o despacho saneador nos processos de conhecimento.
III. O processo principal será suspenso se os embargos de terceiros, nos processos de conhecimento, forem opostos até a contestação e versarem sobre todos os bens.
IV. Nos processos de execução, os embargos de terceiros podem ser opostos até 5 dias depois da arrematação, mas antes da assinatura do respectivo auto.
V. Se o embargado não contestar o pedido, os fatos narrados pelo embargante serão considerados como verdadeiros e aceitos por aquele.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa V é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
57. Leia as assertivas a seguir:
I. A ação cautelar de alimentos provisionais deve ser proposta no primeiro grau de jurisdição, ainda que o processo principal esteja no Tribunal aguardando julgamento.
II. Enquanto os alimentos provisórios fixados em ação de alimentos devem atender às necessidades do autor, na ação cautelar de alimentos provisionais, os alimentos fixados initio litis devem atender às necessidades do autor e o necessário para custear a demanda.
III. Na ação de alimentos, o cônjuge casado pelo regime da comunhão parcial de bens receberá, além dos alimentos provisórios, parte da renda líquida dos bens do casal, no montante a ser fixado pelo juiz.
IV. Na ação cautelar de alimentos provisionais, se o autor não comparecer à audiência de justificação prévia, o juiz determinará o arquivamento do feito.
V. Na ação de alimentos, os alimentos provisórios podem ser revistos pelo juiz a qualquer tempo, desde que quaisquer das partes aleguem a ocorrência de modificação de sua situação financeira.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa V é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a I é falsa.
(E) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
58. Leia as assertivas a seguir:
I. É possível a remição de bens arrecadados em processo de insolvência, bem como é possível a remição de bens penhorados em execução por quantia certa.
II. A remição de bens não pode ser requerida pelo devedor, mas seu cônjuge, ascendentes, ou descendentes estão legitimados a postulá-la, desde que depositem o preço pelos quais foram alienados, com acréscimo das custas e honorários advocatícios devidos ao credor.
III. O direito de postular a remição de bens deve ser exercitado em 24 horas entre a arrematação dos bens em praça ou leilão e a assinatura do auto.
IV. Se houver mais de um interessado em remir os bens, a preferência será do cônjuge.
V. Se houver vários interessados do mesmo grau em remir os bens, licitarão entre si, e, aquele que oferecer o preço maior, será o vencedor e receberá os bens remidos.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A assertiva I é falsa, mas a III é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva III é falsa, mas a V é verdadeira.
59. Assinale a alternativa correta.
(A) A litispendência é causa de reconhecimento de conexão entre duas ações.
(B) O autor não poderá desistir da ação, sem o consentimento do réu, depois de efetivada a citação deste.
(C) Se o autor não promover a citação de todos os litisconsortes necessários, dentro do prazo que o juiz assinalar, o processo será extinto sem julgamento de mérito.
(D) É possível o reconhecimento de ofício, e até a sentença, da falta de interesse processual do autor.
(E) O autor não poderá repropor pela terceira vez a mesma demanda (mesmas partes, mesmo pedido e mesma causa de pedir), se abandonou as ações anteriormente distribuídas, dando causa à extinção dos processos sem julgamento de mérito.
60. Leia as assertivas a seguir:
Diante dos termos da Lei n.º 9.099/95 (Lei dos Juizados Especiais),
I. nos processos de competência dos juizados especiais cíveis, a citação da parte incapaz deverá ser feita por mandado, na pessoa de seu representante legal.
II. não se admite a citação por edital, nos processos de competência dos juizados especiais cíveis.
III. a opção pelo procedimento previsto na Lei n.º 9.099/95 importa em renúncia ao crédito excedente ao limite por ela estabelecido, salvo se houver conciliação, ou se, havendo conexão entre vários pedidos feitos pelo autor, o valor de cada um deles esteja dentro dos limites referidos na Lei n.º 9.099/95.
IV. o Ministério Público poderá referendar acordo feito pelas partes para que tenha valor como título executivo extrajudicial, somente nos feitos em que atua como custos legis, nos procedimentos afetos ao juizado especial cível.
V. o recurso contra a sentença será sempre recebido no duplo efeito (devolutivo e suspensivo), exceção feita à hipótese de sentença proferida em embargos à execução.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
Direito Processual Penal
61.
Haverá conexão material quando
(A) a prova de uma infração ou de qualquer circunstância influir na prova de outra.
(B) os crimes forem praticados para facilitar ou ocultar outros, ou para se conseguir vantagem ou impunidade de outros.
(C) duas ou mais infrações forem praticadas por várias pessoas reunidas.
(D) uma única conduta delituosa gerar pluralidade de eventos típicos.
(E) houver pluralidade de agentes e unidade de infração.
62. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A fiança será concedida sem a prévia audiência do Ministério Público.
(B) Não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a dois anos.
(C) Não será concedida fiança quando presentes os motivos que autorizam a prisão preventiva.
(D) A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples.
(E) A fiança só poderá ser prestada até o oferecimento da denúncia.
63. O ato de comunicação processual que convoca as testemunhas para depor e a ciência dos atos processuais que se dá ao réu preso intitulam-se, respectivamente:
(A) intimação e requisição.
(B) notificação e intimação.
(C) notificação e citação.
(D) deliberação e intimação.
(E) convocação e requisição.
64. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Tribunal do Júri compõe-se de um Juiz de Direito, que é seu presidente, e de vinte e um jurados.
(B) A sentença de pronúncia, depois de passada em julgado, poderá ser alterada pela verificação de circunstância que modifique a classificação do delito.
(C) No caso de recusas peremptórias do jurado, a defesa fala antes do órgão do Ministério Público.
(D) Proferida decisão de impronúncia concernente ao fato delituoso da atribuição do Júri, deve o magistrado absolver o acusado da infração atraída.
(E) O desaforamento do julgamento é uma das exceções ao princípio da improrrogabilidade da jurisdição.
65. Os princípios da ação penal pública são:
(A) obrigatoriedade, indisponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(B) obrigatoriedade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(C) oportunidade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e transcendência.
(D) oportunidade, disponibilidade, iniciativa da parte, indivisibilidade e transcendência.
(E) oportunidade, indisponibilidade, iniciativa da parte, individualidade e intranscendência.
66. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Ministério Publico poderá aditar a queixa-crime, quer na ação privada exclusiva, quer na ação subsidiária, mas não torna o referido Órgão o titular da ação penal.
(B) Nos crimes que se procedem mediante representação, estando esta formalmente perfeita, o Ministério Público não está obrigado a oferecer denúncia.
(C) Arquivado o inquérito policial, por despacho do juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, poderá a vítima ou seu representante legal, mesmo sem novas provas, ingressar com ação privada subsidiária da pública.
(D) Nos crimes que se procedem mediante representação ou nos crimes que só se procedem mediante queixa, a nomeação de curador especial ao ofendido absolutamente incapaz que não tiver representante legal ou no caso de colidirem os interesses deste com os daquele, constitui substituição processual.
(E) A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.
67. A decisão que reconhece a exceção de coisa julgada, extinguindo o processo sem julgamento do mérito, denomina-se
(A) absolvição da instância.
(B) cessação da instância.
(C) substituição da instância.
(D) prejudicial de mérito.
(E) disjunção processual.
68. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Em regra, os recursos serão sempre voluntários.
(B) Os recursos só poderão ser interpostos por petição.
(C) Os efeitos do recurso são: devolutivo, suspensivo, extensivo e regressivo.
(D) O despacho que determina o arquivamento do inquérito policial, a requerimento do Ministério Público, é irrecorrível.
(E) O oferecimento das razões de apelação fora do prazo legal constitui mera irregularidade.
69. Estando o indiciado preso, por infração ao art. 12 da Lei n.º 6.368/76, o prazo para oferecimento da denúncia será de
(A) 24 horas.
(B) 2 dias.
(C) 3 dias.
(D) 5 dias.
(E) 6 dias.
70. Assinale a alternativa correta.
(A) A remissão é um direito privativo dos condenados que estejam cumprindo a pena em regime fechado ou semi-aberto e também dos que se encontram em prisão albergue.
(B) Apenas o sentenciado pode suscitar o incidente de excesso ou desvio da execução.
(C) Para a obtenção do livramento condicional, basta o parecer favorável do Conselho Penitenciário.
(D) A transferência de um regime mais rigoroso a outro menos rigoroso exige, além do cumprimento de um sexto da pena no regime anterior, que o mérito do condenado indique a progressão.
(E) Não é possível a regressão do regime aberto diretamente para o fechado.
71. Qual o remédio cabível da denegação de seguimento do agravo em execução?
(A) Recurso em sentido estrito.
(B) Habeas Corpus.
(C) Carta testemunhável.
(D) Apelação.
(E) Mandado de segurança.
72. 'Fulano' foi condenado por roubo duplamente qualificado a 6 anos de reclusão e ao pagamento de 15 dias-multa. Em flagrante equívoco, fixou-se o regime aberto para o cumprimento da reprimenda corporal. O Promotor de Justiça opôs embargos de declaração, que foram acolhidos pelo Magistrado, alterando-se para o regime fechado.
Indique a alternativa correta.
(A) O Promotor de Justiça e o Magistrado agiram escorreitamente.
(B) O Promotor de Justiça deveria interpor recurso de apelação, pleiteando a modificação do regime.
(C) O remédio correto para a modificação do regime à disposição do Ministério Público seria o agravo em execução.
(D) Correta seria a interposição do recurso em sentido estrito, uma vez que o Promotor de Justiça discordou apenas do regime fixado na sentença.
(E) Por se tratar apenas de questão atinente a regime prisional, qualquer providência seria inoportuna, devendo-se aguardar a fase da execução da sanção.
73. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A nulidade relativa pode ser reconhecida pelo juiz, de ofício, a qualquer tempo do processo.
(B) A nulidade pode atingir todo o processo, desde o seu início, parte do processo ou apenas um ato, sem reflexo em qualquer outro.
(C) A nulidade relativa considera-se sanada pelo silêncio das partes, pela efetiva consecução do escopo visado pelo ato não obstante sua irregularidade e pela aceitação, ainda que tácita, dos efeitos do ato irregular.
(D) O princípio da instrumentalidade das formas não admite o reconhecimento da nulidade que não tenha influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa.
(E) Nos termos da Súmula 156 do Supremo Tribunal Federal, é absoluta a nulidade do julgamento, pelo Júri, por falta de quesito obrigatório.
74. Nos processos por crime comum a que não for, ainda que alternativamente, cominada a pena de reclusão,
(A) será imprimido o rito do processo comum de competência do juiz singular, até final julgamento.
(B) será observado o rito comum até a inquirição das testemunhas de acusação e, a partir de então, o rito sumário até o julgamento.
(C) será adotado o rito dos crimes do Tribunal do Júri, até as alegações finais.
(D) será observado o rito sumário das contravenções, desde o início.
(E) será adotado o rito do processo comum, após a audiência prévia de reconciliação.
75. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Tratando-se de infração permanente, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(B) A regra de competência, quando se tratar de crime tentado, é o local onde foi praticado o último ato de execução.
(C) Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência da vítima.
(D) Tratando-se de infração continuada, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(E) Nos crimes a distância, se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.
76. De acordo com entendimento jurisprudencial pacífico, decorrente de lógica de interpretação de texto legal, o inquérito policial
(A) é imprescindível ao oferecimento da denúncia.
(B) está, obrigatoriamente, sujeito ao princípio constitucional do contraditório.
(C) autoriza a prolação de decisão condenatória cujo único suporte seja ele próprio.
(D) deve assegurar o princípio constitucional da ampla defesa.
(E) é procedimento administrativo, de caráter investigatório, informativo e inquisitorial, destinado a subsidiar a atuação do Ministério Público.
77. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Habeas Corpus não poderá ser interposto quando houver ameaça de violência ou coação à liberdade de locomoção, por abuso de poder ou ilegalidade.
(B) O Promotor de Justiça poderá impetrar ordem de Habeas Corpus.
(C) O Magistrado jamais poderá impetrar ordem de Habeas Corpus em favor de terceiro, mas poderá conceder de ofício a ordem no processo que preside.
(D) Não caberá intervenção do Assistente do Ministério Público no processo de Habeas Corpus.
(E) Não se pode conhecer de impetração de Habeas Corpus apócrifa.
78. A prisão temporária (Lei n.º 7.960/89) não poderá ser decretada no crime de
(A) tráfico de drogas.
(B) seqüestro ou cárcere privado.
(C) epidemia com resultado morte.
(D) genocídio.
(E) perigo de desastre ferroviário.
79. No que concerne ao disposto na Lei n.º 9.099/95, assinale a alternativa incorreta.
(A) Na apuração das infrações de menor potencial ofensivo, não se admitirá nenhuma espécie de citação ficta.
(B) O interrogatório do autor da infração será realizado após a oitiva da vítima e das testemunhas.
(C) Não se admitirá a proposta de transação penal se ficar comprovado ter sido o autor da infração condenado, pela prática de crime, à pena de multa, por sentença definitiva.
(D) A transação penal só poderá ser proposta ao autor da infração nos casos em que não seja cabível o pedido de arquivamento.
(E) A suspensão condicional do processo (art. 89) poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado, no curso do prazo, por contravenção.
80. Assinale a alternativa correta.
(A) O incidente de insanidade mental do acusado não poderá ser instaurado a pedido do Ministério Público.
(B) Tratando-se de lesões corporais, a realização do exame complementar só poderá ser determinada pela autoridade policial.
(C) O juiz não pode, no curso da instrução ou antes de proferir sentença, determinar, de ofício, diligências.
(D) O exame de corpo de delito é obrigatório, mas quanto às demais perícias, há uma faculdade da autoridade policial ou judiciária na sua realização.
(E) O suposto autor do delito está obrigado a participar da reconstituição simulada dos fatos.
Direito Penal
81.
Aponte a única alternativa na qual todas as quatro classificações são apropriadas ao delito definido no art. 269, do CP – Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória.
(A) Crime omissivo impróprio, norma penal em branco, crime de perigo e crime que admite tentativa.
(B) Crime omissivo puro, crime que não admite tentativa, crime de consumação antecipada, crime de ação múltipla.
(C) Crime omissivo puro, crime próprio, norma penal em branco e crime de mera conduta.
(D) Crime próprio, crime formal, crime de ação única e crime comissivo por omissão.
(E) Crime que não admite nenhuma forma de concurso de pessoas, crime que não admite tentativa, crime permanente e crime formal.
82. É unicamente correto afirmar que
(A) o delito de quadrilha só se consuma com a prática de qualquer delito pelo bando ou por alguns de seus integrantes.
(B) ao dispor sobre crimes tentados, o Código Penal prevê possibilidade de casos com resposta penal equivalente à dos consumados.
(C) em se tratando de contravenção penal, a punibilidade da tentativa segue as regras do Código Penal.
(D) crime falho é outra designação dada à tentativa imperfeita.
(E) o Código Penal condiciona o reconhecimento da modalidade tentada de determinado crime à existência, na Parte Especial, de previsão específica quanto à sua admissibilidade.
83. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A chamada 'autoria mediata' é delineada na conduta de quem consegue a subtração de bens alheios através de menor de 18 anos.
(B) Não é isento de pena o estranho que colabora com o filho no furto de bens pertencentes aos pais deste.
(C) No concurso de pessoas, é dispensável prévio acordo, mas se exige um vínculo ou liame psicológico entre elas.
(D) No concurso de agentes, a interrupção da prescrição decorrente de sentença condenatória recorrível produz efeito relativamente ao co-autor absolvido.
(E) Em roubo praticado em concurso por dois agentes, pode-se reconhecer a modalidade consumada para um e a tentada, para o outro.
84. Entre outras disposições, a Lei n.º 11.106, de 28 de março de 2005, revogou:
I. o art. 217, do Código Penal, que definia o delito de sedução;
II. o inciso III, do art. 226 do Código Penal, que estabelecia aumento de pena em razão da condição de casado do autor de crime contra os costumes.
Assinale, então, a única alternativa incorreta.
(A) Em I, está definida a chamada abolitio criminis.
(B) II é norma que se encaixa no conceito de Lex mitior: ao suprimir causa de aumento de pena, pode favorecer o agente com definição de resposta penal menos rigorosa que a lei anterior.
(C) II não pode ser aplicada retroativamente para beneficiar agente que já está condenado por sentença transitada em julgado.
(D) Em virtude de I, deve cessar de imediato a execução da pena resultante de condenação definitiva pelo delito de sedução.
(E) Por seu conteúdo e caráter retroativo, I retrata hipótese de extinção de punibilidade, prevista no art. 107 do Código Penal.
85. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com circunstâncias agravantes.
(A) A agravação da pena é obrigatória, ainda que a circunstância funcione, também, como elementar do crime.
(B) A enumeração das agravantes é taxativa.
(C) A incidência de uma agravante não pode conduzir a pena para além do patamar máximo cominado ao crime.
(D) Descaracterizada a reincidência, pelo decurso do prazo de 5 anos, a condenação anterior pode ser considerada a título de maus antecedentes.
(E) O Código Penal não estabelece limite máximo de idade quando se refere à 'criança' como agravante.
86. Assinale a alternativa incorreta: Perante o Código Penal, a condição de reincidente em crime doloso
(A) é prevista como preponderante no concurso de circunstâncias agravantes e atenuantes.
(B) é relevante na aferição do estágio mínimo de cumprimento de pena exigido para o livramento condicional.
(C) constitui causa interruptiva de prescrição.
(D) configura pressuposto necessário à imposição de medida de segurança.
(E) exerce influência no cálculo do prazo da prescrição da pretensão executória.
87. Aponte a única alternativa que não constitui entendimento jurisprudencial objeto de Súmula do Superior Tribunal de Justiça, envolvendo circunstâncias agravantes ou atenuantes.
(A) Para efeitos penais, o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil.
(B) A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva.
(C) A incidência de circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena para abaixo do mínimo legal.
(D) A confissão perante a autoridade policial configura circunstância atenuante mesmo quando retratada em Juízo.
(E) A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial.
88. Considere os seguintes enunciados, relacionados com prescrição:
I. O art. 89, § 6.º, da Lei n.º 9.099/95, estabelece causa interruptiva de prescrição ao dispor que 'não correrá a prescrição' durante o prazo da suspensão condicional do processo.
II. Reconhecida a prescrição da pretensão punitiva, não prevalece nenhum efeito da sentença condenatória eventualmente existente.
III. Reconhecido crime continuado na sentença condenatória, não se computa o acréscimo da pena decorrente da continuação no cálculo da prescrição retroativa ou intercorrente.
Estão corretos
(A) todos os três.
(B) nenhum dos três.
(C) apenas I e II.
(D) apenas I e III.
(E) apenas II e III.
89. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com extinção de punibilidade.
(A) Não se estende à receptação a extinção de punibilidade do crime antecedente, que é seu pressuposto.
(B) A sentença que concede perdão judicial pode ser considerada para efeito de reincidência.
(C) A perempção só pode ser reconhecida em ação penal exclusivamente privada.
(D) No delito de falso testemunho, a retratação só produz efeito se ocorrida antes da sentença no processo em que se deu esse ilícito.
(E) Reconhecida a prescrição da pretensão executória, subsistem os efeitos secundários da condenação.
90. Considere os seguintes enunciados, relacionados com os temas de imputabilidade penal (CP, art. 26) e medida de segurança:
I. Não é cabível imposição de medida de segurança aos plenamente imputáveis.
II. Nos casos de semi-imputabilidade, não é permitida a cumulação da pena e medida de segurança.
III. Nas hipóteses de inimputabilidade plena, a regra é a absolvição seguida de imposição de medida de segurança consistente em internação em hospital de custódia e tratamento, podendo o juiz optar pelo tratamento ambulatorial no caso de crime punido com detenção.
Estão em conformidade com o sistema estabelecido no Código Penal,
(A) apenas I e II.
(B) apenas II e III.
(C) apenas I e III.
(D) nenhum dos três.
(E) todos os três.
91. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal envolvendo concurso de crimes.
(A) No concurso formal e no crime continuado, a pena final não poderá exceder aquela que resultaria da cumulação.
(B) É possível o reconhecimento da continuidade delitiva entre crimes consumados e tentados.
(C) Nos casos de concurso material, a prescrição incide sobre a soma das penas cominadas ou aplicadas a cada crime.
(D) Na condenação por roubo em concurso formal perfeito, as multas devem ser aplicadas cumulativamente.
(E) No concurso de crimes culposos, a substituição por restritivas de direito é possível qualquer que seja o total das penas privativas de liberdade.
92. Perante o Código Penal, a chamada embriaguez preordenada pode, por si só,
(A) conduzir à exclusão da imputabilidade penal.
(B) constituir causa de diminuição de pena.
(C) render ensejo à incidência de circunstância atenuante.
(D) configurar circunstância agravante.
(E) caracterizar qualificadora do crime de homicídio.
93. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com pena de multa.
(A) Relativamente à multa, a prescrição da pretensão punitiva opera-se sempre em 2 anos, mesmo nos casos em que cominada ou aplicada cumulativamente com pena privativa de liberdade.
(B) Após o trânsito em julgado da decisão condenatória, aplicam-se à multa as normas pertinentes à dívida ativa da Fazenda Pública.
(C) A quantidade dos dias-multa deve ser estabelecida levando-se em conta as circunstâncias judiciais que informam a fixação da pena-base.
(D) Incabível multa substitutiva se imposta pena privativa de liberdade superior a um ano.
(E) A suspensão condicional da pena não se estende à multa.
94. Tendo em conta as regras estabelecidas no Código Penal para a aplicação da pena, é permitido ao juiz, na sentença condenatória,
(A) considerando favoráveis todas as circunstâncias judiciais, estabelecer a 'pena-base' aquém do limite mínimo previsto na lei.
(B) atenuar a pena diante de circunstância não prevista expressamente na lei, sendo ela relevante e não concomitante com o crime.
(C) estender o sursis à pena restritiva de direitos.
(D) fixar o regime inicial fechado em caso de crime apenado com detenção.
(E) fazer incidir como agravante circunstância que qualifica o crime.
95. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposições do Código Penal relativas aos crimes contra o patrimônio.
(A) No furto, o reconhecimento da qualificadora do concurso de pessoas independe da identificação dos co-autores.
(B) Não impede a configuração do roubo o fato de o agente intimidar e subjugar a vítima apenas simulando portar arma.
(C) O latrocínio pode configurar-se mesmo quando terceiro, alheio aos fatos, seja vítima da violência empregada pelo agente.
(D) A consumação do delito de extorsão mediante seqüestro se dá com a privação de liberdade de locomoção da vítima, independentemente da obtenção da vantagem.
(E) É impunível a receptação de coisa furtada se o autor do furto está acobertado por imunidade penal absoluta, decorrente de parentesco com o proprietário da coisa.
96. Aponte a alternativa incorreta.
(A) A mulher pode ser responsabilizada como co-autora ou partícipe no delito de estupro.
(B) A mulher pode figurar como sujeito ativo no delito de atentado violento ao pudor. Pode, também, figurar como vítima desse delito, mesmo sendo uma meretriz.
(C) O estupro absorve a lesão corporal leve resultante da violência empregada pelo agente.
(D) A ação penal é pública, condicionada à representação, nos casos de estupro e de atentado violento ao pudor cometidos com abuso da qualidade de padrasto.
(E) No estupro e atentado violento ao pudor, a ação penal é pública incondicionada se da violência empregada pelo agente resultar lesão corporal de natureza grave.
97. Assinale a alternativa que está em desacordo com as regras estabelecidas no Código Penal para os crimes contra a administração pública.
(A) O particular, estranho ao serviço público, pode ser responsabilizado como partícipe no crime de peculato.
(B) Nos casos de peculato doloso, não extingue a punibilidade a restituição da coisa apropriada no curso da ação penal.
(C) Para efeitos penais, é considerado funcionário público aquele que exerce transitoriamente função pública.
(D) No delito de concussão, a consumação só ocorre quando o agente obtém a vantagem indevida.
(E) Para os condenados por crime contra a administração pública, a norma em vigor condiciona a progressão de regime à reparação do dano ou à devolução do produto do ilícito.
98. No tema de crimes contra a administração da justiça, é correto afirmar que
(A) a denunciação caluniosa pode configurar-se com imputação de prática de contravenção.
(B) para a caracterização do delito de falso testemunho, é indispensável verificar se o depoimento falso exerceu influência na decisão da causa.
(C) no crime de coação no curso do processo, a consumação ocorre se e quando o agente consegue o objetivo desejado.
(D) a motivação nobre constitui causa excludente de criminalidade na auto-acusação falsa.
(E) só configura o delito de favorecimento pessoal o auxílio a criminoso que já tem contra si ação penal em andamento.
99. No tema de falsidade documental, pode-se dizer que
(A) a lei veda a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, no caso de condenação por falsificação de documento público.
(B) em se tratando de falsificação de assentamento do registro civil, a prescrição da pretensão punitiva começa a correr do dia em que o crime se consumou.
(C) configura falsificação de documento público, aquela que incide sobre nota promissória não vencida.
(D) para a configuração do delito de uso de documento falso, é indispensável verificar se houve proveito ao agente ou dano efetivo.
(E) a falsificação grosseira não influi na caracterização do crime.
100. Considere os seguintes enunciados:
I. O delito de tráfico de entorpecentes, previsto no art. 12, da Lei n.º 6.368/76, pode configurar-se mesmo sem a prática de atos típicos de mercancia.
II. É vedada comutação da pena a condenado pela prática de latrocínio.
III. Não pode ser responsabilizado como partícipe do crime de abuso de autoridade, previsto na Lei n.º 4.898/65, aquele que nem mesmo transitoriamente exerce função pública.
Estão corretos
(A) apenas I e II.
(B) apenas I e III.
(C) apenas II e III.
(D) todos os três.
(E) nenhum dos três.
Gabarito - Versão 2

1 - A

2 - A

3 - C

4 - B

5 – B

6 - E

7 - D

8 - E

9 - B

10 - E

11 - D

12 - A

13 - D

14 - A

15 – C

16 - E

17 - N

18 - B

19 - C

20 - E

21 - E

22 - C

23 - A

24 - D

25 – B

26 - N

27 - B

28 - A

29 - C

30 - D

31 - B

32 - C

33 - B

34 - C

35 – D

36 - C

37 - C

38 - E

39 - D

40 - E

41 - D

42 - A

43 - E

44 - D

45 – A

46 - E

47 - D

48 - A

49 - B

50 - E

51 - A

52 - D

53 - E

54 - B

55 – D

56 - E

57 - A

58 - D

59 - C

60 - A

61 - B

62 - E

63 - B

64 - D

65 – A

66 - C

67 - A

68 - B

69 - C

70 - D

71 - C

72 - B

73 - A

74 - B

75 – C

76 - E

77 - A

78 - E

79 - C

80 - D

81 - C

82 - B

83 - E

84 - C

85 – A

86 - D

87 - D

88 - E

89 - B

90 - E

91 - C

92 - D

93 - A

94 - B

95 – E

96 - D

97 - D

98 - A

99 - C

100 - A

VERSÃO 3
Direito Civil, Infância e Juventude e Tutela de Interesses Difusos e Coletivos
01.
Assinale a alternativa falsa.
(A) O prazo para a propositura da ação anulatória de casamento é decadencial.
(B) A dissolução do casamento por morte de um dos cônjuges faz cessar o direito do cônjuge sobrevivo de ajuizar ação declaratória de nulidade.
(C) A ação declaratória de nulidade de casamento é imprescritível.
(D) A nulidade do casamento somente poderá ser declarada em ação ordinária, não podendo ser proclamada de ofício pelo juiz.
(E) Os efeitos da sentença proferida na ação de nulidade retroagem à data do casamento.
02. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o filho morrer antes de iniciada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros ficarão inibidos para o ajuizamento, salvo se ele morrer menor e incapaz.
(B) Se o filho, de maior ou menor idade, falecer após ajuizada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros poderão dar-lhe prosseguimento, salvo se julgado extinto o processo.
(C) Se o suposto pai já for falecido, a ação de investigação de paternidade deverá ser dirigida contra o respectivo espólio.
(D) Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade.
(E) É proibido reconhecer o filho na ata do casamento, para evitar referência a sua origem extramatrimonial.
03. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o herdeiro prejudicar os seus credores, renunciando à herança, poderão estes, com autorização do juiz, aceitá-la em nome do renunciante.
(B) O herdeiro que possui filhos menores não pode renunciar à herança; se o fizer, estes poderão suceder no lugar do renunciante, exercendo o direito de representação.
(C) A morte, a abertura da sucessão e a transmissão da herança aos herdeiros ocorrem num só momento.
(D) Os filhos do herdeiro excluído por indignidade serão chamados a sucedê-lo, como se morto fosse antes da abertura da sucessão.
(E) O autor de homicídio doloso contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, mesmo condenado por sentença penal, somente será excluído da sucessão mediante pedido expresso de interessado, em ação própria.
04. Assinale a alternativa falsa.
(A) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre a parte disponível.
(B) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre os bens da legítima, desde que declare a existência de justa causa.
(C) Se o legatário falecer antes do testador, o legado poderá ser vindicado pelos herdeiros do legatário, desde que o façam no prazo previsto em lei.
(D) O legado é figura exclusiva da sucessão testamentária.
(E) É válida a disposição testamentária em favor de pessoa incerta que deva ser determinada por terceiro, dentre duas ou mais pessoas mencionadas pelo testador.
05. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A prescrição é irrenunciável e pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição.
(B) A prescrição, uma vez consumada, não é passível de renúncia.
(C) Admite-se renúncia prévia de prescrição, desde que não prejudique terceiro.
(D) Não é admissível renúncia prévia de prescrição, nem de prescrição em curso, mas só da consumada.
(E) A renúncia da prescrição deve ser expressa e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro.
06. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) O regime de bens entre os cônjuges é imutável.
(B) É admissível alteração do regime de bens, mediante escritura pública, ressalvados os direitos de terceiros.
(C) Podem os nubentes adotar um dos regimes de bens estabelecidos no Código Civil ou combiná-los entre si, criando um regime misto.
(D) Ressalvadas as hipóteses em que o regime de separação de bens se faz obrigatório, os nubentes podem livremente adotar um dos regimes estabelecidos no Código Civil, vedada a possibilidade de criação de um regime misto.
(E) O regime de bens entre os cônjuges começa a vigorar desde a data do casamento, salvo se houver pacto antenupcial.
07. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A adoção de criança ou adolescente por casal homossexual é admissível sempre que ficar demonstrado que a medida atende o interesse do adotando.
(B) A pessoa que tenha sido criada desde tenra idade por outra pode exigir o reconhecimento, por sentença, de sua condição de filho adotivo.
(C) A legislação vigente não possibilita a adoção do nascituro.
(D) A adoção pode ser revogada nos casos em que se admite a deserdação, ou pela vontade das partes.
(E) A adoção post mortem produz seus efeitos a partir do trânsito em julgado da sentença.
08. Quando o conflito normativo for passível de solução mediante os critérios hierárquico, cronológico e da especialidade, estaremos diante de um caso de
(A) conflito normativo intertemporal.
(B) conflito jurídico-positivo de normas.
(C) conflito jurídico-negativo de normas.
(D) antinomia real.
(E) antinomia aparente.
09. Dissolve-se o casamento válido
(A) pela morte de um dos cônjuges, pela nulidade ou anulação do casamento, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(B) pela morte de um dos cônjuges, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(C) pela morte real de um dos cônjuges ou pelo divórcio direto ou por conversão.
(D) pela morte real ou presumida de um dos cônjuges ou pelo divórcio.
(E) pela morte de ambos os cônjuges ou pelo divórcio direto.
10. Dadas as hipóteses em que: a) um dos cônjuges descobre, após o casamento, que o outro é portador do vírus HIV, contraído anteriormente ao matrimônio; e b) o marido toma conhecimento do defloramento da mulher, ocorrido antes do casamento (error virginitatis), é lícito afirmar tratar-se, respectivamente, de casamento
(A) nulo e anulável.
(B) nulo e válido.
(C) válido e válido.
(D) anulável e anulável.
(E) anulável e válido.
11. Dentre as atribuições do Conselho Tutelar, insere-se a de atender crianças autoras de atos infracionais, podendo, em conseqüência, aplicar as seguintes medidas:
(A) qualquer medida socioeducativa ou de proteção prevista no ECA.
(B) apenas medidas socioeducativas, exceto internação e semiliberdade.
(C) apenas medidas de proteção, exceto internação e semiliberdade.
(D) apenas medidas de proteção, exceto colocação em família substituta.
(E) qualquer medida de proteção, sem exceção.
12. O recurso cabível contra ato judicial que concede remissão pura e simples a adolescente autor de ato infracional é
(A) apelação.
(B) agravo de instrumento.
(C) agravo retido.
(D) mandado de segurança.
(E) não cabe recurso, uma vez que se trata de perdão judicial.
13. O procedimento de apuração de infração administrativa previsto no ECA pode ser iniciado
(A) exclusivamente por representação do Ministério Público.
(B) por representação do Ministério Público ou do Conselho Tutelar.
(C) por representação do Ministério Público ou portaria judicial.
(D) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou portaria judicial.
(E) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou auto de infração elaborado por servidor efetivo ou credenciado.
14. A decisão judicial que indefere liminarmente representação oferecida pelo Ministério Público em face de criança autora de ato infracional é
(A) correta.
(B) correta, somente se na comarca houver Conselho Tutelar.
(C) correta, somente se na comarca não houver Conselho Tutelar.
(D) incorreta, podendo ser atacada mediante apelação.
(E) incorreta, podendo ser atacada mediante agravo de instrumento.
15. O adolescente surpreendido cheirando 'cola de sapateiro' não comete ato infracional; porém, o comerciante que vendeu o produto ao adolescente poderá responder por infração administrativa prevista no ECA. As assertivas são
(A) totalmente corretas.
(B) totalmente incorretas.
(C) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a venda de cola de sapateiro constitui atividade lícita, mesmo quando feita diretamente a adolescente.
(D) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a conduta do comerciante configura, em tese, crime, e não infração administrativa.
(E) apenas a segunda assertiva é verdadeira, sendo falsa a primeira porque a conduta do adolescente configura, em tese, ato infracional.
16. Considerando as hipóteses em que: a) haja cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos; e b) haja aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil, é lícito afirmar que o Ministério Público
(A) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem questão coletiva, atinente a interesses individuais homogêneos.
(B) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem interesses difusos.
(C) não está legitimado a mover ação civil pública, uma vez que as hipóteses consideradas versam sobre interesse individual disponível, de natureza privada.
(D) está legitimado a mover ação civil pública somente na primeira hipótese, de cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos.
(E) está legitimado a mover ação civil pública somente na segunda hipótese, de aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil.
17. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) Os atos de improbidade administrativa previstos na
Lei n.º 8.429/92 são puníveis exclusivamente a título de dolo, uma vez que não pode ser ímprobo ou desonesto alguém que não agiu com dolo, agindo apenas com culpa em sentido estrito.
(B) A ação civil pública visando à recomposição do patrimônio público subordina-se ao rito especial previsto na Lei n.º 8.429/92.
(C) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser proposta pelo Ministério Público, ou pela pessoa jurídica interessada, ou por associação de defesa do consumidor constituída há pelo menos um ano.
(D) É extraordinária a legitimação do Ministério Público para a propositura da ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa.
(E) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser encerrada, antes da sentença final, se houver transação, acordo ou conciliação entre as partes litigantes.
18. O parcelamento de solo urbano para formação de chácaras de recreio, mediante venda de frações ideais da respectiva gleba de terras, é havido como
(A) ilegal, por afrontar as disposições contidas na
Lei n.º 6.766/79.
(B) ilegal, porquanto a formação de chácaras de recreio somente é admissível em zona rural.
(C) legal, uma vez que a Lei n.º 6.766/79 admite o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas, e a finalidade lazer é considerada como destinação urbana.
(D) legal, desde que o loteador providencie a infra-estrutura básica, como equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário e abastecimento de água potável, e de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de circulação.
(E) legal, desde que, além de toda infra-estrutura básica, o loteador delimite claramente a área que cada condômino ocupará no regime de quotas ideais, providenciando as necessárias averbações à margem da respectiva matrícula.
19. Assinale a alternativa falsa, relativamente ao compromisso de ajustamento de conduta.
(A) Pode ser tomado pelo Ministério Público ou outro órgão público legitimado à ação civil pública.
(B) Constitui título executivo extrajudicial, desde que homologado pelo juiz competente.
(C) Dispensa a participação de advogado.
(D) Por meio dele o causador do dano assume uma obrigação de fazer ou não fazer.
(E) Dispensa testemunhas instrumentárias.
20. O arquivamento do inquérito civil
(A) deve ser homologado judicialmente.
(B) não necessita de homologação de nenhum Órgão ou Poder.
(C) obsta o ajuizamento da ação civil pública pelo Ministério Público ou qualquer outro co-legitimado.
(D) não impede que o Promotor de Justiça que promoveu o arquivamento funcione como custus legis em eventual ação proposta com base nos mesmos fatos por outro membro da instituição ou por uma entidade co-legitimada.
(E) faz com que volte a correr a decadência em matéria de danos ao consumidor, por defeitos ou vícios do produto ou serviço.
Direito Processual Civil
21.
Assinale a alternativa que está incorreta.
(A) Incumbe ao inventariante, mediante autorização judicial, requerer a declaração de insolvência civil do espólio.
(B) Incumbe ao inventariante trazer à colação os bens recebidos pelo herdeiro ausente.
(C) Incumbe ao inventariante prestar as primeiras e últimas declarações pessoalmente ou por procurador com poderes especiais.
(D) Incumbe ao inventariante, ouvidos todos os interessados, e com autorização judicial, pagar as dívidas do espólio.
(E) Incumbe ao inventariante juntar aos autos a certidão de testamento, se houver.
22. Leia as assertivas a seguir:
I. A medida cautelar de arresto de bens pode ser deferida quando o devedor, que tem domicílio certo, caindo em insolvência, põe ou tenta pôr seus bens em nome de terceiros.
II. Admite-se como prova literal da dívida líquida e certa, para fins de conceder o arresto de bens, a sentença ilíquida pendente de recurso que condene o devedor ao pagamento de obrigação que possa se converter em dinheiro.
III. Antes de deferir o arresto, o juiz poderá designar audiência de justificação prévia, mas em segredo de justiça.
IV. O deferimento do arresto de bens, na hipótese de o devedor com domicílio certo, que possui bens de raiz, e intenta hipotecá-los, sem lhe restar algum ou alguns livres que garantam o pagamento de suas dívidas, é causa de presunção de sua insolvência civil.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas III e IV são falsas.
(B) A assertiva III é falsa, mas a I é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) As assertivas I e IV são verdadeiras.
(E) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
23. Leia as assertivas a seguir:
I. Extingue-se a execução se o devedor não tiver bens penhoráveis.
II. Extingue-se a execução quando o devedor obtém a remissão parcial da dívida.
III. Extingue-se a execução se o credor não cumprir a obrigação que lhe cabe, quando o devedor já tenha depositado em juízo a coisa ou a prestação exigida por aquele, quando se tratar de obrigação decorrente de contratos bilaterais.
IV. Extingue-se a execução se o credor aquiescer ao pedido de parcelamento do débito.
V. Extingue-se a execução na hipótese de morte do procurador do executado, considerando a perda da capacidade postulatória deste.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) As afirmativas I e III são verdadeiras.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) As afirmativas II e III são falsas.
24. Leia as assertivas a seguir:
No procedimento sumário,
I. o réu poderá oferecer defesa oral na audiência de conciliação, apresentando documentos, rol de testemunhas e quesitos, se postular a realização de prova pericial.
II. o réu, na contestação, pode formular pedido em seu favor, desde que fundado nos mesmos fatos narrados na inicial, mas não pode intentar ação declaratória incidental.
III. não se admite a intervenção de terceiros, exceção feita ao chamamento ao processo.
IV. não se admite o julgamento antecipado da lide.
V. se for oferecida impugnação ao valor da causa, o juiz deverá suspender a audiência e dar vista dos autos ao autor para que se manifeste em 10 dias.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A assertiva II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A assertiva IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(E) A assertiva III é verdadeira, mas a I é falsa.
25. Leia as assertivas a seguir:
I. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada, sendo que a espontânea deve ser feita pessoalmente pela parte.
II. A confissão judicial de um dos litisconsortes a todos prejudica.
III. A confissão judicial feita em face de erro, dolo ou coação, pode ser revogada através de ação anulatória, se ainda pendente a ação onde foi produzida.
IV. A ação para revogação da confissão judicial viciada por erro, dolo ou coação pode ser proposta pelo próprio confitente ou por seus herdeiros.
V. Somente valerá a confissão, em ações que versem sobre bens imóveis, se ambos os cônjuges confessarem.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
(E) A afirmativa V é falsa, mas a I é verdadeira.
26. Leia as assertivas a seguir:
I. Os embargos de terceiro podem ser opostos por quem, não sendo parte no processo, sofrer turbação ou esbulho, na posse de seus bens em caso de seqüestro judicial.
II. Os embargos de terceiro podem ser opostos até o despacho saneador nos processos de conhecimento.
III. O processo principal será suspenso se os embargos de terceiros, nos processos de conhecimento, forem opostos até a contestação e versarem sobre todos os bens.
IV. Nos processos de execução, os embargos de terceiros podem ser opostos até 5 dias depois da arrematação, mas antes da assinatura do respectivo auto.
V. Se o embargado não contestar o pedido, os fatos narrados pelo embargante serão considerados como verdadeiros e aceitos por aquele.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa V é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
27. Leia as assertivas a seguir:
I. A ação cautelar de alimentos provisionais deve ser proposta no primeiro grau de jurisdição, ainda que o processo principal esteja no Tribunal aguardando julgamento.
II. Enquanto os alimentos provisórios fixados em ação de alimentos devem atender às necessidades do autor, na ação cautelar de alimentos provisionais, os alimentos fixados initio litis devem atender às necessidades do autor e o necessário para custear a demanda.
III. Na ação de alimentos, o cônjuge casado pelo regime da comunhão parcial de bens receberá, além dos alimentos provisórios, parte da renda líquida dos bens do casal, no montante a ser fixado pelo juiz.
IV. Na ação cautelar de alimentos provisionais, se o autor não comparecer à audiência de justificação prévia, o juiz determinará o arquivamento do feito.
V. Na ação de alimentos, os alimentos provisórios podem ser revistos pelo juiz a qualquer tempo, desde que quaisquer das partes aleguem a ocorrência de modificação de sua situação financeira.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa V é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a I é falsa.
(E) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
28. Assinale a alternativa correta.
(A) A litispendência é causa de reconhecimento de conexão entre duas ações.
(B) O autor não poderá desistir da ação, sem o consentimento do réu, depois de efetivada a citação deste.
(C) Se o autor não promover a citação de todos os litisconsortes necessários, dentro do prazo que o juiz assinalar, o processo será extinto sem julgamento de mérito.
(D) É possível o reconhecimento de ofício, e até a sentença, da falta de interesse processual do autor.
(E) O autor não poderá repropor pela terceira vez a mesma demanda (mesmas partes, mesmo pedido e mesma causa de pedir), se abandonou as ações anteriormente distribuídas, dando causa à extinção dos processos sem julgamento de mérito.
29. Leia as assertivas a seguir:
I. É possível a remição de bens arrecadados em processo de insolvência, bem como é possível a remição de bens penhorados em execução por quantia certa.
II. A remição de bens não pode ser requerida pelo devedor, mas seu cônjuge, ascendentes, ou descendentes estão legitimados a postulá-la, desde que depositem o preço pelos quais foram alienados, com acréscimo das custas e honorários advocatícios devidos ao credor.
III. O direito de postular a remição de bens deve ser exercitado em 24 horas entre a arrematação dos bens em praça ou leilão e a assinatura do auto.
IV. Se houver mais de um interessado em remir os bens, a preferência será do cônjuge.
V. Se houver vários interessados do mesmo grau em remir os bens, licitarão entre si, e, aquele que oferecer o preço maior, será o vencedor e receberá os bens remidos.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A assertiva I é falsa, mas a III é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva III é falsa, mas a V é verdadeira.
30. Leia as assertivas a seguir:
Diante dos termos da Lei n.º 9.099/95 (Lei dos Juizados Especiais),
I. nos processos de competência dos juizados especiais cíveis, a citação da parte incapaz deverá ser feita por mandado, na pessoa de seu representante legal.
II. não se admite a citação por edital, nos processos de competência dos juizados especiais cíveis.
III. a opção pelo procedimento previsto na Lei n.º 9.099/95 importa em renúncia ao crédito excedente ao limite por ela estabelecido, salvo se houver conciliação, ou se, havendo conexão entre vários pedidos feitos pelo autor, o valor de cada um deles esteja dentro dos limites referidos na Lei n.º 9.099/95.
IV. o Ministério Público poderá referendar acordo feito pelas partes para que tenha valor como título executivo extrajudicial, somente nos feitos em que atua como custos legis, nos procedimentos afetos ao juizado especial cível.
V. o recurso contra a sentença será sempre recebido no duplo efeito (devolutivo e suspensivo), exceção feita à hipótese de sentença proferida em embargos à execução.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
Direito administrativo
31.
Leia as assertivas a seguir:
I. A discricionariedade do poder disciplinar deve ser compreendida no sentido de que não está vinculada à prévia definição da lei sobre a infração funcional e a respectiva sanção.
II. A penalidade por infração disciplinar somente poderá ser aplicada se o superior hierárquico imediato tiver competência para fazê-lo.
III. Se o superior hierárquico tiver competência para aplicar a penalidade, não será necessária a apuração regular da falta cometida.
IV. Se o superior hierárquico presenciar a falta disciplinar, essa circunstância o exime de explicitar os motivos que o levaram a impor a penalidade ao subordinado.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é falsa, mas a II é verdadeira.
(B) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(C) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa II é falsa, mas a I é verdadeira.
32. Leia as assertivas a seguir:
Na hipótese de inexecução do contrato administrativo,
I. a responsabilidade administrativa é sempre pessoal, e por essa razão, a execução da sanção imposta é sempre personalíssima.
II. a responsabilidade civil é independente de qualquer outra, e somente pode ser reconhecida contra o contratado.
III. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar é aplicada se o contratado prejudicar a execução do contrato dolosamente.
IV. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a Administração é aplicada se o contratado prejudicar a licitação dolosamente.
V. a declaração de inidoneidade para contratar admite seu cancelamento a qualquer tempo, desde que o contratado pague as multas devidas e retome o cumprimento do contrato que deu origem à sanção, com oferta de novas garantias.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas II e IV são falsas.
(B) As assertivas I e V são verdadeiras.
(C) A assertiva I é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
33. Assinale a alternativa correta.
(A) Em caso de terceiro vir a sofrer danos por atos de agentes públicos, a Administração está obrigada a indenizar se tais atos decorreram de culpa do agente.
(B) A Administração pode exercitar ação de regresso contra o agente público que tenha causado dano a terceiros, apenas se este agiu com dolo. A ação culposa do agente exclui a possibilidade de ação regressiva do Estado.
(C) A responsabilidade da Administração não é objetiva para a indenização de prejuízos sofridos por terceiros em hipótese de atos predatórios cometidos por multidão em tumulto.
(D) A responsabilidade da Administração em indenizar terceiros por prejuízos sofridos em decorrência de fatos da natureza é objetiva, pois se presume a culpa que decorreu de falha na fiscalização preventiva de seu patrimônio.
(E) O terceiro que sofreu danos por ato de agente público, para obter indenização, deverá mover a ação respectiva contra o agente causador do dano e contra o Estado, pois se trata de litisconsórcio passivo necessário unitário.
34. Leia as assertivas a seguir:
Ante os termos da Lei n.º 4.717/65 (Lei da Ação Popular),
I. o Ministério Público deve intervir como custos legis apenas na hipótese de existir evidência de dano considerado como suficiente a ensejar posterior ação de improbidade administrativa.
II. se o autor desistir da ação popular que intentou, o Ministério Público poderá assumir essa posição se, depois de 90 dias da publicação dos editais previstos no art. 7.º, inciso II (publicação da decisão por três vezes, no período de 30 dias), nenhum outro cidadão tiver manifestado interesse em dar seguimento à ação.
III. o Ministério Público deverá promover a execução da sentença condenatória, se o autor não o fizer dentro do prazo de 60 dias, a contar da publicação da sentença.
IV. o Ministério Público não poderá recorrer das decisões proferidas contra o autor da ação popular, mas poderá recorrer da sentença que for a este contrária.
V. se a ação popular for julgada improcedente por falta de provas, qualquer cidadão poderá intentar outra ação, inclusive com o mesmo fundamento, desde que se valha de prova nova.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
35. Assinale a alternativa correta.
(A) Se a Administração não pagar a parcela vencida em determinado mês, após 30 dias da data, está o contratado autorizado a paralisar o serviço contratado, alegando em seu favor a exceção do contrato não cumprido.
(B) A Administração pode determinar a intervenção na execução do contrato quando há iminência ou paralisação efetiva do serviço que cause, ou possa causar, prejuízo para o serviço público.
(C) A Administração não pode aplicar diretamente a sanção administrativa e descontar seu valor diretamente da caução prestada, em ocorrendo desrespeito à lei ou regulamento por parte do contratado, sendo necessário socorrer-se do Judiciário para esse fim.
(D) Se a Administração receber a multa contratual por ter o contratado infringido norma legal ou contratual, fica impedida de ter acesso ao Judiciário para alcançar a reparação do dano experimentado, eis que já foi indenizada pela própria multa.
(E) O fato do príncipe, se redundar em oneração excessiva do contrato para o contratado, de molde a impedir a sua execução, é causa automática para a rescisão da avença, sem que tenha a Administração a obrigação de arcar com qualquer indenização pelos prejuízos experimentados pelo contratado.
36. Assinale a alternativa correta.
(A) Os parlamentares não estão sujeitos às penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que a Constituição Federal lhes garante imunidade por suas opiniões, palavras e votos, seja no âmbito civil, seja no âmbito penal.
(B) Os membros da Magistratura e do Ministério Público, em razão de serem vitalícios, não podem perder o cargo por força de sentença proferida em ação de improbidade administrativa que lhes imponha tal sanção. Para a perda do cargo, mesmo procedente a ação de improbidade, é necessária a propositura de outra ação, com a finalidade específica para isso.
(C) O terceiro, mesmo que não seja agente público de nenhuma categoria, pode ser processado com fundamento na lei de improbidade administrativa, se se beneficiou, ainda que indiretamente, do ato de improbidade.
(D) Admite-se a aplicação das penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa sem que se comprove a intenção do agente público de causar dano à Administração.
(E) As sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa alcançam os sucessores daquele que causou lesão ao patrimônio público ou que se enriqueceu ilicitamente, pelo valor total da condenação.
37. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A licitação pode ser revogada por interesse público em virtude da ocorrência de fato superveniente comprovado, pertinente e suficiente para justificar essa decisão.
(B) A licitação pode ser anulada por ilegalidade, desde que a Administração venha a ser provocada através de recursos de terceiros prejudicados.
(C) A anulação da licitação gera o dever de indenizar se a ilegalidade for imputável à Administração.
(D) Cabe recurso contra a decisão da Administração que revogou a licitação, sendo da autoridade competente a decisão de lhe dar, ou não, efeito suspensivo.
(E) O recurso interposto contra a habilitação em procedimento licitatório será sempre recebido no efeito suspensivo.
38. Leia as assertivas a seguir:
I. À Administração é reconhecido o direito de revogar ato administrativo discricionário, legítimo e eficaz.
II. À Administração é reconhecido direito de revogar atos administrativos gerais ou regulamentares, mas não lhe é dado o direito de revogar os atos administrativos especiais ou individuais.
III. À Administração é reconhecido o direito de anular atos administrativos vinculados ou discricionários, se constatada a ocorrência de ilegitimidade ou ilegalidade em sua formação.
IV. Ao Judiciário é permitido anular os atos administrativos ilegais, mas não se lhe permite revogar atos legais da Administração, ainda que nesta última hipótese, o particular prove os prejuízos que sofreu.
V. Se a revogação do ato administrativo discricionário vier a ser motivada, é possível ao Judiciário apreciar esses motivos e, se não forem verdadeiros, proclamar a nulidade da decisão revocatória.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é falsa, mas a IV é verdadeira.
(E) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
39. Leia as assertivas a seguir:
I. A permissão de uso de bem público é ato negocial, unilateral, vinculado e precário.
II. A cessão de uso é a transferência gratuita da posse de bem público de uma entidade ou órgão para outro, por tempo certo ou indeterminado.
III. A autorização de uso de bem público é ato bilateral, discricionário e precário.
IV. A concessão especial de uso é direito do particular que pode ser deferido por termo administrativo, se atendidas as exigências legais. Pode ser transferido a terceiros por ato inter vivos ou mortis causa.
V. A concessão de direito real de uso de bem público é contrato onde a Administração transfere o uso de terreno público para o particular, com o fim de reurbanização, industrialização ou outra atividade de interesse social.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(E) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
40. Leia as assertivas a seguir:
I. Todo cargo vitalício é ocupado por agente político.
II. Uma parcela de cargos em comissão deve ser ocupada por servidores de carreira e a outra é de livre nomeação do administrador.
III. As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores de cargo efetivo.
IV. Os cargos em comissão destinam-se às atribuições de direção, chefia e assessoramento, mas as funções de confiança não sofrem essa restrição.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a II é verdadeira.
(C) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a I é verdadeira.
(E) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
Direito Constitucional
41.
Não constitui fundamento da República Federativa do Brasil
(A) a soberania.
(B) a cidadania.
(C) a dignidade da pessoa humana.
(D) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
(E) a liberdade de expressão.
42. Não é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, como expressamente previsto na Constituição,
(A) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(B) erradicar o analfabetismo e a fome.
(C) garantir o desenvolvimento nacional e erradicar a pobreza.
(D) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
(E) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
43. Os princípios constitucionais expressos relativos à administração pública são:
(A) legalidade, impessoalidade e fidelidade à administração.
(B) impessoalidade, moralidade, publicidade e eticidade.
(C) publicidade, moralidade, impessoalidade, legalidade e continuidade.
(D) legalidade, moralidade, publicidade e anualidade.
(E) legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência.
44. Compete privativamente à União legislar sobre
(A) educação, cultura, ensino e desporto.
(B) procedimentos em matéria processual.
(C) previdência social, proteção e defesa da saúde.
(D) seguridade social e registros públicos.
(E) proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico.
45. Sobre o Poder Legislativo, qual das assertivas abaixo é falsa?
(A) Os deputados e senadores dispõem de imunidades, sendo estas suspensas quando da decretação do estado de sítio.
(B) Existe uma espécie análoga de sigilo de fonte relativa às informações obtidas pelos deputados federais e senadores.
(C) Além das causas suspensivas da prescrição penal previstas no art. 116 do Código Penal, a Constituição Federal prevê uma outra causa especial de suspensão referente à sustação do processo penal perante o Supremo Tribunal Federal, no qual seja réu senador ou deputado federal.
(D) É causa de perda do mandato de deputado ou senador, deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada.
(E) Haverá reunião conjunta das duas Casas do Congresso Nacional para deliberar sobre o veto.
46. De acordo com a reforma do Poder Judiciário vazada na Emenda Constitucional n.º 45/2004, pode-se afirmar que
(A) o cargo inicial no Poder Judiciário é de juiz substituto, sendo vedada a delegação de suas atribuições.
(B) a distribuição dos processos deverá ser imediata, em todos os graus de jurisdição, a depender de edição de norma de organização judiciária local.
(C) foi estabelecida uma modalidade de 'quarentena', um isolamento do juiz que, por um período de 3 anos após o seu afastamento do cargo, por aposentadoria ou exoneração, não poderá exercer a advocacia perante o Poder Judiciário.
(D) o Conselho Nacional de Justiça pode rever de ofício os processos disciplinares de membros de tribunais julgados há menos de um ano.
(E) os membros do Conselho Nacional de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Supremo Tribunal Federal.
47. Pelo tratamento constitucional dado ao Ministério Público, é possível concluir-se que
(A) de acordo com a Emenda Constitucional n.º 45/2004, foi criado o Conselho Nacional do Ministério Público, o qual escolherá, em sessão secreta, um Corregedor nacional.
(B) a distribuição imediata de processos existente para o Poder Judiciário não se estende ao Ministério Público.
(C) há previsão expressa de atribuições sobre a condução de procedimento investigatório penal.
(D) por não serem órgãos do Poder Judiciário, mas auxiliares ao Poder Legislativo, perante os Tribunais de Contas não funcionam membros do Ministério Público.
(E) no Conselho Nacional do Ministério Público, há uma divisão eqüânime de vagas destinadas ao Ministério Público Federal e aos Ministérios Públicos dos Estados.
48. Sobre os deputados federais, é correto dizer que
(A) é possível ausentarem-se do Congresso por motivo de doença para realizar o tratamento, mas não se admite a licença para tratar de assuntos de interesse particular.
(B) ocorre a perda do cargo caso se assuma mais de um cargo ou mandato público eletivo, bem como quando se investe em cargo de Secretário de Estado.
(C) perde-se o mandato diante da mera suspensão dos direitos políticos.
(D) é motivo para a perda do mandato ser proprietário de empresa beneficiária de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público bem como a investidura em cargo de chefe de missão diplomática temporária.
(E) em prestígio ao princípio da publicidade inserto no art. 37 da Constituição Federal, a perda do mandato por comportamento incompatível com o decoro parlamentar decorrerá de decisão de maioria absoluta da Câmara, em sessão pública.
49. Sobre o Poder Judiciário, é correto dizer que a súmula com efeito vinculante
(A) pode ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, hipótese de atuação privativa do Procurador-Geral da República.
(B) somente poderá ser aprovada pelos Tribunais Superiores, quando houver provocação do Procurador-Geral de Justiça ou de ofício, mas em qualquer caso há necessidade do voto de dois terços dos membros dos respectivos Tribunais.
(C) tem força erga omnes; o seu conteúdo, portanto, somente poderá ser alterado por meio de lei.
(D) tem eficácia perante os órgãos do Poder Judiciário, não se impondo à administração pública.
(E) pode ser aprovada por provocação de entidade de classe de âmbito nacional.
50. Sobre o controle de constitucionalidade, pode-se dizer:
(A) em todas as ações diretas de inconstitucionalidade serão ouvidos o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União que realizarão a defesa do ato administrativo ou da norma atacados.
(B) o controle de constitucionalidade pode ser difuso ou concentrado, sendo que neste os efeitos da decisão terão amplo espectro, ou seja, efeitos erga omnes, e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública.
(C) a declaração de inconstitucionalidade de lei penal mais benigna pode gerar efeitos gravosos a quem já esteja condenado definitivamente nos termos da lei declarada inconstitucional.
(D) a legitimidade para propor ação direta de inconstitucionalidade é a mesma para propor a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula com efeito vinculante.
(E) a declaração de inconstitucionalidade tem efeitos ex tunc.
51. De acordo com a organização dos poderes, pode-se dizer que
(A) na vacância do cargo de Presidente da República, assume o Vice-Presidente e, em caso de impedimento deste, assume o Presidente do Senado Federal.
(B) as reuniões do Congresso Nacional serão presididas pelo Presidente do Senado Federal.
(C) compete privativamente ao Senado Federal autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente da República e os Ministros do Estado.
(D) compete privativamente à Câmara dos Deputados processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade.
(E) o Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do Poder Legislativo, tendo atuação opinativa, não dispondo de atuação punitiva para, por exemplo, multar.
52. O princípio constitucional da inafastabilidade da jurisdição implica
(A) a consagração do princípio da identidade física do juiz.
(B) a consagração da garantia do duplo grau de jurisdição.
(C) a consagração do direito de acesso ao Poder Judiciário.
(D) a consagração do princípio da indisponibilidade da ação penal de iniciativa pública.
(E) a impossibilidade de desistência do autor de qualquer demanda caso já tenha havido a citação da parte contrária.
53. O direito adquirido, a coisa julgada e o ato jurídico perfeito constituem princípios constitucionais de segurança e estabilidade das relações jurídicas, podendo ser, contudo, algum deles modificado,
(A) se a lei nova dispuser expressamente quanto à anulação ou nulidade dos negócios jurídicos celebrados debaixo da lei anterior.
(B) por uma lei complementar à Constituição.
(C) se houver decretação do estado de sítio.
(D) se houver decretação do estado de defesa.
(E) em caso de sentença penal condenatória transitada em julgado.
Direito Comercial
54.
Pode ser suprimido do cheque
(A) o local de pagamento.
(B) o nome do banco ou da instituição financeira que deve pagar.
(C) a assinatura do emitente ou de seu mandatário.
(D) a denominação cheque inscrita no contexto do título e expressa em língua nacional.
(E) o lugar de emissão.
55. Quanto às Sociedades Limitadas,
(A) é facultado aos sócios se comprometerem apenas com prestação de serviços.
(B) a ausência da denominação 'LTDA.' em qualquer contrato realizado pela empresa implica a responsabilidade ilimitada de seus administradores.
(C) o administrador não precisa, necessariamente, ser sócio da empresa, desde que haja expressa autorização no contrato social ou em ato separado.
(D) as Sociedades Limitadas podem ser classificadas como sociedades empresariais personificadas.
(E) o Conselho Fiscal é órgão facultativo e que depende de previsão no contrato social.
56. O débito civil do comerciante individual (despesa com tratamento dentário, médico, etc.) pode ser garantido por expropriação do estabelecimento mercantil?
(A) Não, porque os débitos civis são constituídos fora da atividade normal dos negócios mercantis do comerciante.
(B) Sim, porque os débitos civis têm a mesma natureza dos mercantis.
(C) Sim, porque a empresa mercantil integra o patrimônio único do empresário.
(D) Não, porque os direitos dos credores civis são diversos dos credores mercantis em relação ao patrimônio do devedor comerciante, este destinado exclusivamente ao exercício do comércio.
(E) Não, porque o débito foi constituído pelo comerciante como pessoa física e não como pessoa jurídica.
57. A inexecução do contrato de compra e venda pelo devedor comerciante falido, que não entregou a coisa de que recebeu o preço nos 15 dias anteriores ao pedido de falência, decretada a quebra, autoriza pedido de restituição fundado em inexecução de contrato?
(A) Sim, porque o devedor recebeu o preço, agindo de má-fé, por se saber, e melhor do que ninguém, já insolvente.
(B) Não, porque não transmitido o domínio da coisa ao comprador.
(C) Sim, porque a ausência da entrega da coisa pelo comerciante devedor autoriza pedido de restituição de mercadorias.
(D) Sim, porque a lei autoriza a restituição fundada em contrato.
(E) Não, porque o sistema legal falimentar somente prevê as restituições de mercadorias e as fundadas em direito real.
58. No ambiente falencial, qual é a finalidade do protesto por falta de pagamento?
(A) Gerar a presunção da inadimplência do devedor comerciante.
(B) Gerar a presunção de insolvência do devedor comerciante.
(C) Demonstrar que o devedor comerciante é um falido.
(D) Demonstrar que o devedor comerciante recusa pagar seu débito.
(E) Garantir ao credor o direito de regresso em face de eventuais co-obrigados de um título de crédito.
59. A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou a lifting the corporate veil) pode ser decretada, incidentalmente, no ambiente falencial, em caso de falência da sociedade empresária limitada?
(A) Sim, nas hipóteses de insolvência grave, quando o ativo for inferior a 50% do ativo.
(B) Sim, quando depois de decretada a falência, o ativo da empresa tiver sido transferido para outra empresa.
(C) Sim, desde que a sociedade falida tenha sido encerrada há menos de um ano do requerimento da falência, com débitos fiscais não saldados.
(D) Sim, mas na ação individual do consumidor e na reclamação trabalhista, respectivamente, nas hipóteses previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90, art. 28 e seus parágrafos) ou, por analogia, quando ocorrer prejuízo para o direito de seus empregados trabalhistas.
(E) Sim, quando algum dos sócios, na gestão da sociedade, tenha agido fraudulentamente.
60. Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária, mediante o pagamento de prestações determinadas, incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento, temos
(A) um lease-back.
(B) um leasing puro.
(C) um leasing financeiro.
(D) um leasing operacional.
(E) um leasing de retorno.
Direito Penal
61.
Aponte a única alternativa na qual todas as quatro classificações são apropriadas ao delito definido no art. 269, do CP – Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória.
(A) Crime omissivo impróprio, norma penal em branco, crime de perigo e crime que admite tentativa.
(B) Crime omissivo puro, crime que não admite tentativa, crime de consumação antecipada, crime de ação múltipla.
(C) Crime omissivo puro, crime próprio, norma penal em branco e crime de mera conduta.
(D) Crime próprio, crime formal, crime de ação única e crime comissivo por omissão.
(E) Crime que não admite nenhuma forma de concurso de pessoas, crime que não admite tentativa, crime permanente e crime formal.
62. É unicamente correto afirmar que
(A) o delito de quadrilha só se consuma com a prática de qualquer delito pelo bando ou por alguns de seus integrantes.
(B) ao dispor sobre crimes tentados, o Código Penal prevê possibilidade de casos com resposta penal equivalente à dos consumados.
(C) em se tratando de contravenção penal, a punibilidade da tentativa segue as regras do Código Penal.
(D) crime falho é outra designação dada à tentativa imperfeita.
(E) o Código Penal condiciona o reconhecimento da modalidade tentada de determinado crime à existência, na Parte Especial, de previsão específica quanto à sua admissibilidade.
63. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A chamada 'autoria mediata' é delineada na conduta de quem consegue a subtração de bens alheios através de menor de 18 anos.
(B) Não é isento de pena o estranho que colabora com o filho no furto de bens pertencentes aos pais deste.
(C) No concurso de pessoas, é dispensável prévio acordo, mas se exige um vínculo ou liame psicológico entre elas.
(D) No concurso de agentes, a interrupção da prescrição decorrente de sentença condenatória recorrível produz efeito relativamente ao co-autor absolvido.
(E) Em roubo praticado em concurso por dois agentes, pode-se reconhecer a modalidade consumada para um e a tentada, para o outro.
64. Entre outras disposições, a Lei n.º 11.106, de 28 de março de 2005, revogou:
I. o art. 217, do Código Penal, que definia o delito de sedução;
II. o inciso III, do art. 226 do Código Penal, que estabelecia aumento de pena em razão da condição de casado do autor de crime contra os costumes.
Assinale, então, a única alternativa incorreta.
(A) Em I, está definida a chamada abolitio criminis.
(B) II é norma que se encaixa no conceito de Lex mitior: ao suprimir causa de aumento de pena, pode favorecer o agente com definição de resposta penal menos rigorosa que a lei anterior.
(C) II não pode ser aplicada retroativamente para beneficiar agente que já está condenado por sentença transitada em julgado.
(D) Em virtude de I, deve cessar de imediato a execução da pena resultante de condenação definitiva pelo delito de sedução.
(E) Por seu conteúdo e caráter retroativo, I retrata hipótese de extinção de punibilidade, prevista no art. 107 do Código Penal.
65. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com circunstâncias agravantes.
(A) A agravação da pena é obrigatória, ainda que a circunstância funcione, também, como elementar do crime.
(B) A enumeração das agravantes é taxativa.
(C) A incidência de uma agravante não pode conduzir a pena para além do patamar máximo cominado ao crime.
(D) Descaracterizada a reincidência, pelo decurso do prazo de 5 anos, a condenação anterior pode ser considerada a título de maus antecedentes.
(E) O Código Penal não estabelece limite máximo de idade quando se refere à 'criança' como agravante.
66. Assinale a alternativa incorreta: Perante o Código Penal, a condição de reincidente em crime doloso
(A) é prevista como preponderante no concurso de circunstâncias agravantes e atenuantes.
(B) é relevante na aferição do estágio mínimo de cumprimento de pena exigido para o livramento condicional.
(C) constitui causa interruptiva de prescrição.
(D) configura pressuposto necessário à imposição de medida de segurança.
(E) exerce influência no cálculo do prazo da prescrição da pretensão executória.
67. Aponte a única alternativa que não constitui entendimento jurisprudencial objeto de Súmula do Superior Tribunal de Justiça, envolvendo circunstâncias agravantes ou atenuantes.
(A) Para efeitos penais, o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil.
(B) A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva.
(C) A incidência de circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena para abaixo do mínimo legal.
(D) A confissão perante a autoridade policial configura circunstância atenuante mesmo quando retratada em Juízo.
(E) A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial.
68. Considere os seguintes enunciados, relacionados com prescrição:
I. O art. 89, § 6.º, da Lei n.º 9.099/95, estabelece causa interruptiva de prescrição ao dispor que 'não correrá a prescrição' durante o prazo da suspensão condicional do processo.
II. Reconhecida a prescrição da pretensão punitiva, não prevalece nenhum efeito da sentença condenatória eventualmente existente.
III. Reconhecido crime continuado na sentença condenatória, não se computa o acréscimo da pena decorrente da continuação no cálculo da prescrição retroativa ou intercorrente.
Estão corretos
(A) todos os três.
(B) nenhum dos três.
(C) apenas I e II.
(D) apenas I e III.
(E) apenas II e III.
69. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com extinção de punibilidade.
(A) Não se estende à receptação a extinção de punibilidade do crime antecedente, que é seu pressuposto.
(B) A sentença que concede perdão judicial pode ser considerada para efeito de reincidência.
(C) A perempção só pode ser reconhecida em ação penal exclusivamente privada.
(D) No delito de falso testemunho, a retratação só produz efeito se ocorrida antes da sentença no processo em que se deu esse ilícito.
(E) Reconhecida a prescrição da pretensão executória, subsistem os efeitos secundários da condenação.
70. Considere os seguintes enunciados, relacionados com os temas de imputabilidade penal (CP, art. 26) e medida de segurança:
I. Não é cabível imposição de medida de segurança aos plenamente imputáveis.
II. Nos casos de semi-imputabilidade, não é permitida a cumulação da pena e medida de segurança.
III. Nas hipóteses de inimputabilidade plena, a regra é a absolvição seguida de imposição de medida de segurança consistente em internação em hospital de custódia e tratamento, podendo o juiz optar pelo tratamento ambulatorial no caso de crime punido com detenção.
Estão em conformidade com o sistema estabelecido no Código Penal,
(A) apenas I e II.
(B) apenas II e III.
(C) apenas I e III.
(D) nenhum dos três.
(E) todos os três.
71. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal envolvendo concurso de crimes.
(A) No concurso formal e no crime continuado, a pena final não poderá exceder aquela que resultaria da cumulação.
(B) É possível o reconhecimento da continuidade delitiva entre crimes consumados e tentados.
(C) Nos casos de concurso material, a prescrição incide sobre a soma das penas cominadas ou aplicadas a cada crime.
(D) Na condenação por roubo em concurso formal perfeito, as multas devem ser aplicadas cumulativamente.
(E) No concurso de crimes culposos, a substituição por restritivas de direito é possível qualquer que seja o total das penas privativas de liberdade.
72. Perante o Código Penal, a chamada embriaguez preordenada pode, por si só,
(A) conduzir à exclusão da imputabilidade penal.
(B) constituir causa de diminuição de pena.
(C) render ensejo à incidência de circunstância atenuante.
(D) configurar circunstância agravante.
(E) caracterizar qualificadora do crime de homicídio.
73. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com pena de multa.
(A) Relativamente à multa, a prescrição da pretensão punitiva opera-se sempre em 2 anos, mesmo nos casos em que cominada ou aplicada cumulativamente com pena privativa de liberdade.
(B) Após o trânsito em julgado da decisão condenatória, aplicam-se à multa as normas pertinentes à dívida ativa da Fazenda Pública.
(C) A quantidade dos dias-multa deve ser estabelecida levando-se em conta as circunstâncias judiciais que informam a fixação da pena-base.
(D) Incabível multa substitutiva se imposta pena privativa de liberdade superior a um ano.
(E) A suspensão condicional da pena não se estende à multa.
74. Tendo em conta as regras estabelecidas no Código Penal para a aplicação da pena, é permitido ao juiz, na sentença condenatória,
(A) considerando favoráveis todas as circunstâncias judiciais, estabelecer a 'pena-base' aquém do limite mínimo previsto na lei.
(B) atenuar a pena diante de circunstância não prevista expressamente na lei, sendo ela relevante e não concomitante com o crime.
(C) estender o sursis à pena restritiva de direitos.
(D) fixar o regime inicial fechado em caso de crime apenado com detenção.
(E) fazer incidir como agravante circunstância que qualifica o crime.
75. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposições do Código Penal relativas aos crimes contra o patrimônio.
(A) No furto, o reconhecimento da qualificadora do concurso de pessoas independe da identificação dos co-autores.
(B) Não impede a configuração do roubo o fato de o agente intimidar e subjugar a vítima apenas simulando portar arma.
(C) O latrocínio pode configurar-se mesmo quando terceiro, alheio aos fatos, seja vítima da violência empregada pelo agente.
(D) A consumação do delito de extorsão mediante seqüestro se dá com a privação de liberdade de locomoção da vítima, independentemente da obtenção da vantagem.
(E) É impunível a receptação de coisa furtada se o autor do furto está acobertado por imunidade penal absoluta, decorrente de parentesco com o proprietário da coisa.
76. Aponte a alternativa incorreta.
(A) A mulher pode ser responsabilizada como co-autora ou partícipe no delito de estupro.
(B) A mulher pode figurar como sujeito ativo no delito de atentado violento ao pudor. Pode, também, figurar como vítima desse delito, mesmo sendo uma meretriz.
(C) O estupro absorve a lesão corporal leve resultante da violência empregada pelo agente.
(D) A ação penal é pública, condicionada à representação, nos casos de estupro e de atentado violento ao pudor cometidos com abuso da qualidade de padrasto.
(E) No estupro e atentado violento ao pudor, a ação penal é pública incondicionada se da violência empregada pelo agente resultar lesão corporal de natureza grave.
77. Assinale a alternativa que está em desacordo com as regras estabelecidas no Código Penal para os crimes contra a administração pública.
(A) O particular, estranho ao serviço público, pode ser responsabilizado como partícipe no crime de peculato.
(B) Nos casos de peculato doloso, não extingue a punibilidade a restituição da coisa apropriada no curso da ação penal.
(C) Para efeitos penais, é considerado funcionário público aquele que exerce transitoriamente função pública.
(D) No delito de concussão, a consumação só ocorre quando o agente obtém a vantagem indevida.
(E) Para os condenados por crime contra a administração pública, a norma em vigor condiciona a progressão de regime à reparação do dano ou à devolução do produto do ilícito.
78. No tema de crimes contra a administração da justiça, é correto afirmar que
(A) a denunciação caluniosa pode configurar-se com imputação de prática de contravenção.
(B) para a caracterização do delito de falso testemunho, é indispensável verificar se o depoimento falso exerceu influência na decisão da causa.
(C) no crime de coação no curso do processo, a consumação ocorre se e quando o agente consegue o objetivo desejado.
(D) a motivação nobre constitui causa excludente de criminalidade na auto-acusação falsa.
(E) só configura o delito de favorecimento pessoal o auxílio a criminoso que já tem contra si ação penal em andamento.
79. No tema de falsidade documental, pode-se dizer que
(A) a lei veda a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, no caso de condenação por falsificação de documento público.
(B) em se tratando de falsificação de assentamento do registro civil, a prescrição da pretensão punitiva começa a correr do dia em que o crime se consumou.
(C) configura falsificação de documento público, aquela que incide sobre nota promissória não vencida.
(D) para a configuração do delito de uso de documento falso, é indispensável verificar se houve proveito ao agente ou dano efetivo.
(E) a falsificação grosseira não influi na caracterização do crime.
80. Considere os seguintes enunciados:
I. O delito de tráfico de entorpecentes, previsto no art. 12, da Lei n.º 6.368/76, pode configurar-se mesmo sem a prática de atos típicos de mercancia.
II. É vedada comutação da pena a condenado pela prática de latrocínio.
III. Não pode ser responsabilizado como partícipe do crime de abuso de autoridade, previsto na Lei n.º 4.898/65, aquele que nem mesmo transitoriamente exerce função pública.
Estão corretos
(A) apenas I e II.
(B) apenas I e III.
(C) apenas II e III.
(D) todos os três.
(E) nenhum dos três.
Direito Processual Penal
81.
Haverá conexão material quando
(A) a prova de uma infração ou de qualquer circunstância influir na prova de outra.
(B) os crimes forem praticados para facilitar ou ocultar outros, ou para se conseguir vantagem ou impunidade de outros.
(C) duas ou mais infrações forem praticadas por várias pessoas reunidas.
(D) uma única conduta delituosa gerar pluralidade de eventos típicos.
(E) houver pluralidade de agentes e unidade de infração.
82. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A fiança será concedida sem a prévia audiência do Ministério Público.
(B) Não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a dois anos.
(C) Não será concedida fiança quando presentes os motivos que autorizam a prisão preventiva.
(D) A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples.
(E) A fiança só poderá ser prestada até o oferecimento da denúncia.
83. O ato de comunicação processual que convoca as testemunhas para depor e a ciência dos atos processuais que se dá ao réu preso intitulam-se, respectivamente:
(A) intimação e requisição.
(B) notificação e intimação.
(C) notificação e citação.
(D) deliberação e intimação.
(E) convocação e requisição.
84. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Tribunal do Júri compõe-se de um Juiz de Direito, que é seu presidente, e de vinte e um jurados.
(B) A sentença de pronúncia, depois de passada em julgado, poderá ser alterada pela verificação de circunstância que modifique a classificação do delito.
(C) No caso de recusas peremptórias do jurado, a defesa fala antes do órgão do Ministério Público.
(D) Proferida decisão de impronúncia concernente ao fato delituoso da atribuição do Júri, deve o magistrado absolver o acusado da infração atraída.
(E) O desaforamento do julgamento é uma das exceções ao princípio da improrrogabilidade da jurisdição.
85. Os princípios da ação penal pública são:
(A) obrigatoriedade, indisponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(B) obrigatoriedade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(C) oportunidade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e transcendência.
(D) oportunidade, disponibilidade, iniciativa da parte, indivisibilidade e transcendência.
(E) oportunidade, indisponibilidade, iniciativa da parte, individualidade e intranscendência.
86. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Ministério Publico poderá aditar a queixa-crime, quer na ação privada exclusiva, quer na ação subsidiária, mas não torna o referido Órgão o titular da ação penal.
(B) Nos crimes que se procedem mediante representação, estando esta formalmente perfeita, o Ministério Público não está obrigado a oferecer denúncia.
(C) Arquivado o inquérito policial, por despacho do juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, poderá a vítima ou seu representante legal, mesmo sem novas provas, ingressar com ação privada subsidiária da pública.
(D) Nos crimes que se procedem mediante representação ou nos crimes que só se procedem mediante queixa, a nomeação de curador especial ao ofendido absolutamente incapaz que não tiver representante legal ou no caso de colidirem os interesses deste com os daquele, constitui substituição processual.
(E) A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.
87. A decisão que reconhece a exceção de coisa julgada, extinguindo o processo sem julgamento do mérito, denomina-se
(A) absolvição da instância.
(B) cessação da instância.
(C) substituição da instância.
(D) prejudicial de mérito.
(E) disjunção processual.
88. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Em regra, os recursos serão sempre voluntários.
(B) Os recursos só poderão ser interpostos por petição.
(C) Os efeitos do recurso são: devolutivo, suspensivo, extensivo e regressivo.
(D) O despacho que determina o arquivamento do inquérito policial, a requerimento do Ministério Público, é irrecorrível.
(E) O oferecimento das razões de apelação fora do prazo legal constitui mera irregularidade.
89. Estando o indiciado preso, por infração ao art. 12 da Lei n.º 6.368/76, o prazo para oferecimento da denúncia será de
(A) 24 horas.
(B) 2 dias.
(C) 3 dias.
(D) 5 dias.
(E) 6 dias.
90. Assinale a alternativa correta.
(A) A remissão é um direito privativo dos condenados que estejam cumprindo a pena em regime fechado ou semi-aberto e também dos que se encontram em prisão albergue.
(B) Apenas o sentenciado pode suscitar o incidente de excesso ou desvio da execução.
(C) Para a obtenção do livramento condicional, basta o parecer favorável do Conselho Penitenciário.
(D) A transferência de um regime mais rigoroso a outro menos rigoroso exige, além do cumprimento de um sexto da pena no regime anterior, que o mérito do condenado indique a progressão.
(E) Não é possível a regressão do regime aberto diretamente para o fechado.
91. Qual o remédio cabível da denegação de seguimento do agravo em execução?
(A) Recurso em sentido estrito.
(B) Habeas Corpus.
(C) Carta testemunhável.
(D) Apelação.
(E) Mandado de segurança.
92. 'Fulano' foi condenado por roubo duplamente qualificado a 6 anos de reclusão e ao pagamento de 15 dias-multa. Em flagrante equívoco, fixou-se o regime aberto para o cumprimento da reprimenda corporal. O Promotor de Justiça opôs embargos de declaração, que foram acolhidos pelo Magistrado, alterando-se para o regime fechado.
Indique a alternativa correta.
(A) O Promotor de Justiça e o Magistrado agiram escorreitamente.
(B) O Promotor de Justiça deveria interpor recurso de apelação, pleiteando a modificação do regime.
(C) O remédio correto para a modificação do regime à disposição do Ministério Público seria o agravo em execução.
(D) Correta seria a interposição do recurso em sentido estrito, uma vez que o Promotor de Justiça discordou apenas do regime fixado na sentença.
(E) Por se tratar apenas de questão atinente a regime prisional, qualquer providência seria inoportuna, devendo-se aguardar a fase da execução da sanção.
93. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A nulidade relativa pode ser reconhecida pelo juiz, de ofício, a qualquer tempo do processo.
(B) A nulidade pode atingir todo o processo, desde o seu início, parte do processo ou apenas um ato, sem reflexo em qualquer outro.
(C) A nulidade relativa considera-se sanada pelo silêncio das partes, pela efetiva consecução do escopo visado pelo ato não obstante sua irregularidade e pela aceitação, ainda que tácita, dos efeitos do ato irregular.
(D) O princípio da instrumentalidade das formas não admite o reconhecimento da nulidade que não tenha influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa.
(E) Nos termos da Súmula 156 do Supremo Tribunal Federal, é absoluta a nulidade do julgamento, pelo Júri, por falta de quesito obrigatório.
94. Nos processos por crime comum a que não for, ainda que alternativamente, cominada a pena de reclusão,
(A) será imprimido o rito do processo comum de competência do juiz singular, até final julgamento.
(B) será observado o rito comum até a inquirição das testemunhas de acusação e, a partir de então, o rito sumário até o julgamento.
(C) será adotado o rito dos crimes do Tribunal do Júri, até as alegações finais.
(D) será observado o rito sumário das contravenções, desde o início.
(E) será adotado o rito do processo comum, após a audiência prévia de reconciliação.
95. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Tratando-se de infração permanente, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(B) A regra de competência, quando se tratar de crime tentado, é o local onde foi praticado o último ato de execução.
(C) Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência da vítima.
(D) Tratando-se de infração continuada, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(E) Nos crimes a distância, se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.
96. De acordo com entendimento jurisprudencial pacífico, decorrente de lógica de interpretação de texto legal, o inquérito policial
(A) é imprescindível ao oferecimento da denúncia.
(B) está, obrigatoriamente, sujeito ao princípio constitucional do contraditório.
(C) autoriza a prolação de decisão condenatória cujo único suporte seja ele próprio.
(D) deve assegurar o princípio constitucional da ampla defesa.
(E) é procedimento administrativo, de caráter investigatório, informativo e inquisitorial, destinado a subsidiar a atuação do Ministério Público.
97. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Habeas Corpus não poderá ser interposto quando houver ameaça de violência ou coação à liberdade de locomoção, por abuso de poder ou ilegalidade.
(B) O Promotor de Justiça poderá impetrar ordem de Habeas Corpus.
(C) O Magistrado jamais poderá impetrar ordem de Habeas Corpus em favor de terceiro, mas poderá conceder de ofício a ordem no processo que preside.
(D) Não caberá intervenção do Assistente do Ministério Público no processo de Habeas Corpus.
(E) Não se pode conhecer de impetração de Habeas Corpus apócrifa.
98. A prisão temporária (Lei n.º 7.960/89) não poderá ser decretada no crime de
(A) tráfico de drogas.
(B) seqüestro ou cárcere privado.
(C) epidemia com resultado morte.
(D) genocídio.
(E) perigo de desastre ferroviário.
99. No que concerne ao disposto na Lei n.º 9.099/95, assinale a alternativa incorreta.
(A) Na apuração das infrações de menor potencial ofensivo, não se admitirá nenhuma espécie de citação ficta.
(B) O interrogatório do autor da infração será realizado após a oitiva da vítima e das testemunhas.
(C) Não se admitirá a proposta de transação penal se ficar comprovado ter sido o autor da infração condenado, pela prática de crime, à pena de multa, por sentença definitiva.
(D) A transação penal só poderá ser proposta ao autor da infração nos casos em que não seja cabível o pedido de arquivamento.
(E) A suspensão condicional do processo (art. 89) poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado, no curso do prazo, por contravenção.
100. Assinale a alternativa correta.
(A) O incidente de insanidade mental do acusado não poderá ser instaurado a pedido do Ministério Público.
(B) Tratando-se de lesões corporais, a realização do exame complementar só poderá ser determinada pela autoridade policial.
(C) O juiz não pode, no curso da instrução ou antes de proferir sentença, determinar, de ofício, diligências.
(D) O exame de corpo de delito é obrigatório, mas quanto às demais perícias, há uma faculdade da autoridade policial ou judiciária na sua realização.
(E) O suposto autor do delito está obrigado a participar da reconstituição simulada dos fatos.
Gabarito - Versão 3

1 - B

2 - C

3 - B

4 - C

5 – D

6 - C

7 - C

8 - E

9 - D

10 - E

11 - D

12 - A

13 - E

14 - A

15 – D

16 - E

17 - D

18 - A

19 - B

20 - E

21 - A

22 - D

23 - E

24 - B

25 – D

26 - E

27 - A

28 - C

29 - D

30 - A

31 - E

32 - A

33 - C

34 - D

35 – B

36 - N

37 - B

38 - A

39 - C

40 - D

41 - E

42 - B

43 - E

44 - D

45 – A

46 - D

47 - A

48 - C

49 - E

50 - N

51 - B

52 - C

53 - E

54 - A

55 – A

56 - C

57 - B

58 - B

59 - E

60 – D

61 - C

62 - B

63 - E

64 - C

65 – A

66 - D

67 - D

68 - E

69 - B

70 – E

71 - C

72 - D

73 - A

74 - B

75 – E

76 - D

77 - D

78 - A

79 - C

80 – A

81 - B

82 - E

83 - B

84 - D

85 – A

86 - C

87 - A

88 - B

89 - C

90 – D

91 - C

92 - B

93 - A

94 - B

95 – C

96 - E

97 - A

98 - E

99 - C

100 – D

VERSÃO 4
Direito administrativo
01.
Leia as assertivas a seguir:
I. A discricionariedade do poder disciplinar deve ser compreendida no sentido de que não está vinculada à prévia definição da lei sobre a infração funcional e a respectiva sanção.
II. A penalidade por infração disciplinar somente poderá ser aplicada se o superior hierárquico imediato tiver competência para fazê-lo.
III. Se o superior hierárquico tiver competência para aplicar a penalidade, não será necessária a apuração regular da falta cometida.
IV. Se o superior hierárquico presenciar a falta disciplinar, essa circunstância o exime de explicitar os motivos que o levaram a impor a penalidade ao subordinado.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é falsa, mas a II é verdadeira.
(B) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(C) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa II é falsa, mas a I é verdadeira.
02. Leia as assertivas a seguir:
Na hipótese de inexecução do contrato administrativo,
I. a responsabilidade administrativa é sempre pessoal, e por essa razão, a execução da sanção imposta é sempre personalíssima.
II. a responsabilidade civil é independente de qualquer outra, e somente pode ser reconhecida contra o contratado.
III. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar é aplicada se o contratado prejudicar a execução do contrato dolosamente.
IV. a suspensão provisória ou temporária do direito de participar de licitação e impedimento de contratar com a Administração é aplicada se o contratado prejudicar a licitação dolosamente.
V. a declaração de inidoneidade para contratar admite seu cancelamento a qualquer tempo, desde que o contratado pague as multas devidas e retome o cumprimento do contrato que deu origem à sanção, com oferta de novas garantias.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas II e IV são falsas.
(B) As assertivas I e V são verdadeiras.
(C) A assertiva I é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
03. Assinale a alternativa correta.
(A) Em caso de terceiro vir a sofrer danos por atos de agentes públicos, a Administração está obrigada a indenizar se tais atos decorreram de culpa do agente.
(B) A Administração pode exercitar ação de regresso contra o agente público que tenha causado dano a terceiros, apenas se este agiu com dolo. A ação culposa do agente exclui a possibilidade de ação regressiva do Estado.
(C) A responsabilidade da Administração não é objetiva para a indenização de prejuízos sofridos por terceiros em hipótese de atos predatórios cometidos por multidão em tumulto.
(D) A responsabilidade da Administração em indenizar terceiros por prejuízos sofridos em decorrência de fatos da natureza é objetiva, pois se presume a culpa que decorreu de falha na fiscalização preventiva de seu patrimônio.
(E) O terceiro que sofreu danos por ato de agente público, para obter indenização, deverá mover a ação respectiva contra o agente causador do dano e contra o Estado, pois se trata de litisconsórcio passivo necessário unitário.
04. Leia as assertivas a seguir:
Ante os termos da Lei n.º 4.717/65 (Lei da Ação Popular),
I. o Ministério Público deve intervir como custos legis apenas na hipótese de existir evidência de dano considerado como suficiente a ensejar posterior ação de improbidade administrativa.
II. se o autor desistir da ação popular que intentou, o Ministério Público poderá assumir essa posição se, depois de 90 dias da publicação dos editais previstos no art. 7.º, inciso II (publicação da decisão por três vezes, no período de 30 dias), nenhum outro cidadão tiver manifestado interesse em dar seguimento à ação.
III. o Ministério Público deverá promover a execução da sentença condenatória, se o autor não o fizer dentro do prazo de 60 dias, a contar da publicação da sentença.
IV. o Ministério Público não poderá recorrer das decisões proferidas contra o autor da ação popular, mas poderá recorrer da sentença que for a este contrária.
V. se a ação popular for julgada improcedente por falta de provas, qualquer cidadão poderá intentar outra ação, inclusive com o mesmo fundamento, desde que se valha de prova nova.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
05. Assinale a alternativa correta.
(A) Se a Administração não pagar a parcela vencida em determinado mês, após 30 dias da data, está o contratado autorizado a paralisar o serviço contratado, alegando em seu favor a exceção do contrato não cumprido.
(B) A Administração pode determinar a intervenção na execução do contrato quando há iminência ou paralisação efetiva do serviço que cause, ou possa causar, prejuízo para o serviço público.
(C) A Administração não pode aplicar diretamente a sanção administrativa e descontar seu valor diretamente da caução prestada, em ocorrendo desrespeito à lei ou regulamento por parte do contratado, sendo necessário socorrer-se do Judiciário para esse fim.
(D) Se a Administração receber a multa contratual por ter o contratado infringido norma legal ou contratual, fica impedida de ter acesso ao Judiciário para alcançar a reparação do dano experimentado, eis que já foi indenizada pela própria multa.
(E) O fato do príncipe, se redundar em oneração excessiva do contrato para o contratado, de molde a impedir a sua execução, é causa automática para a rescisão da avença, sem que tenha a Administração a obrigação de arcar com qualquer indenização pelos prejuízos experimentados pelo contratado.
06. Assinale a alternativa correta.
(A) Os parlamentares não estão sujeitos às penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que a Constituição Federal lhes garante imunidade por suas opiniões, palavras e votos, seja no âmbito civil, seja no âmbito penal.
(B) Os membros da Magistratura e do Ministério Público, em razão de serem vitalícios, não podem perder o cargo por força de sentença proferida em ação de improbidade administrativa que lhes imponha tal sanção. Para a perda do cargo, mesmo procedente a ação de improbidade, é necessária a propositura de outra ação, com a finalidade específica para isso.
(C) O terceiro, mesmo que não seja agente público de nenhuma categoria, pode ser processado com fundamento na lei de improbidade administrativa, se se beneficiou, ainda que indiretamente, do ato de improbidade.
(D) Admite-se a aplicação das penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa sem que se comprove a intenção do agente público de causar dano à Administração.
(E) As sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa alcançam os sucessores daquele que causou lesão ao patrimônio público ou que se enriqueceu ilicitamente, pelo valor total da condenação.
07. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A licitação pode ser revogada por interesse público em virtude da ocorrência de fato superveniente comprovado, pertinente e suficiente para justificar essa decisão.
(B) A licitação pode ser anulada por ilegalidade, desde que a Administração venha a ser provocada através de recursos de terceiros prejudicados.
(C) A anulação da licitação gera o dever de indenizar se a ilegalidade for imputável à Administração.
(D) Cabe recurso contra a decisão da Administração que revogou a licitação, sendo da autoridade competente a decisão de lhe dar, ou não, efeito suspensivo.
(E) O recurso interposto contra a habilitação em procedimento licitatório será sempre recebido no efeito suspensivo.
08. Leia as assertivas a seguir:
I. À Administração é reconhecido o direito de revogar ato administrativo discricionário, legítimo e eficaz.
II. À Administração é reconhecido direito de revogar atos administrativos gerais ou regulamentares, mas não lhe é dado o direito de revogar os atos administrativos especiais ou individuais.
III. À Administração é reconhecido o direito de anular atos administrativos vinculados ou discricionários, se constatada a ocorrência de ilegitimidade ou ilegalidade em sua formação.
IV. Ao Judiciário é permitido anular os atos administrativos ilegais, mas não se lhe permite revogar atos legais da Administração, ainda que nesta última hipótese, o particular prove os prejuízos que sofreu.
V. Se a revogação do ato administrativo discricionário vier a ser motivada, é possível ao Judiciário apreciar esses motivos e, se não forem verdadeiros, proclamar a nulidade da decisão revocatória.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é falsa, mas a IV é verdadeira.
(E) A afirmativa I é falsa, mas a III é verdadeira.
09. Leia as assertivas a seguir:
I. A permissão de uso de bem público é ato negocial, unilateral, vinculado e precário.
II. A cessão de uso é a transferência gratuita da posse de bem público de uma entidade ou órgão para outro, por tempo certo ou indeterminado.
III. A autorização de uso de bem público é ato bilateral, discricionário e precário.
IV. A concessão especial de uso é direito do particular que pode ser deferido por termo administrativo, se atendidas as exigências legais. Pode ser transferido a terceiros por ato inter vivos ou mortis causa.
V. A concessão de direito real de uso de bem público é contrato onde a Administração transfere o uso de terreno público para o particular, com o fim de reurbanização, industrialização ou outra atividade de interesse social.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(E) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
10. Leia as assertivas a seguir:
I. Todo cargo vitalício é ocupado por agente político.
II. Uma parcela de cargos em comissão deve ser ocupada por servidores de carreira e a outra é de livre nomeação do administrador.
III. As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores de cargo efetivo.
IV. Os cargos em comissão destinam-se às atribuições de direção, chefia e assessoramento, mas as funções de confiança não sofrem essa restrição.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a II é verdadeira.
(C) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a I é verdadeira.
(E) A afirmativa III é falsa, mas a II é verdadeira.
Direito Constitucional
11.
Não constitui fundamento da República Federativa do Brasil
(A) a soberania.
(B) a cidadania.
(C) a dignidade da pessoa humana.
(D) os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
(E) a liberdade de expressão.
12. Não é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, como expressamente previsto na Constituição,
(A) construir uma sociedade livre, justa e solidária.
(B) erradicar o analfabetismo e a fome.
(C) garantir o desenvolvimento nacional e erradicar a pobreza.
(D) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
(E) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
13. Os princípios constitucionais expressos relativos à administração pública são:
(A) legalidade, impessoalidade e fidelidade à administração.
(B) impessoalidade, moralidade, publicidade e eticidade.
(C) publicidade, moralidade, impessoalidade, legalidade e continuidade.
(D) legalidade, moralidade, publicidade e anualidade.
(E) legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência.
14. Compete privativamente à União legislar sobre
(A) educação, cultura, ensino e desporto.
(B) procedimentos em matéria processual.
(C) previdência social, proteção e defesa da saúde.
(D) seguridade social e registros públicos.
(E) proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico.
15. Sobre o Poder Legislativo, qual das assertivas abaixo é falsa?
(A) Os deputados e senadores dispõem de imunidades, sendo estas suspensas quando da decretação do estado de sítio.
(B) Existe uma espécie análoga de sigilo de fonte relativa às informações obtidas pelos deputados federais e senadores.
(C) Além das causas suspensivas da prescrição penal previstas no art. 116 do Código Penal, a Constituição Federal prevê uma outra causa especial de suspensão referente à sustação do processo penal perante o Supremo Tribunal Federal, no qual seja réu senador ou deputado federal.
(D) É causa de perda do mandato de deputado ou senador, deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada.
(E) Haverá reunião conjunta das duas Casas do Congresso Nacional para deliberar sobre o veto.
16. De acordo com a reforma do Poder Judiciário vazada na Emenda Constitucional n.º 45/2004, pode-se afirmar que
(A) o cargo inicial no Poder Judiciário é de juiz substituto, sendo vedada a delegação de suas atribuições.
(B) a distribuição dos processos deverá ser imediata, em todos os graus de jurisdição, a depender de edição de norma de organização judiciária local.
(C) foi estabelecida uma modalidade de 'quarentena', um isolamento do juiz que, por um período de 3 anos após o seu afastamento do cargo, por aposentadoria ou exoneração, não poderá exercer a advocacia perante o Poder Judiciário.
(D) o Conselho Nacional de Justiça pode rever de ofício os processos disciplinares de membros de tribunais julgados há menos de um ano.
(E) os membros do Conselho Nacional de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Supremo Tribunal Federal.
17. Pelo tratamento constitucional dado ao Ministério Público, é possível concluir-se que
(A) de acordo com a Emenda Constitucional n.º 45/2004, foi criado o Conselho Nacional do Ministério Público, o qual escolherá, em sessão secreta, um Corregedor nacional.
(B) a distribuição imediata de processos existente para o Poder Judiciário não se estende ao Ministério Público.
(C) há previsão expressa de atribuições sobre a condução de procedimento investigatório penal.
(D) por não serem órgãos do Poder Judiciário, mas auxiliares ao Poder Legislativo, perante os Tribunais de Contas não funcionam membros do Ministério Público.
(E) no Conselho Nacional do Ministério Público, há uma divisão eqüânime de vagas destinadas ao Ministério Público Federal e aos Ministérios Públicos dos Estados.
18. Sobre os deputados federais, é correto dizer que
(A) é possível ausentarem-se do Congresso por motivo de doença para realizar o tratamento, mas não se admite a licença para tratar de assuntos de interesse particular.
(B) ocorre a perda do cargo caso se assuma mais de um cargo ou mandato público eletivo, bem como quando se investe em cargo de Secretário de Estado.
(C) perde-se o mandato diante da mera suspensão dos direitos políticos.
(D) é motivo para a perda do mandato ser proprietário de empresa beneficiária de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público bem como a investidura em cargo de chefe de missão diplomática temporária.
(E) em prestígio ao princípio da publicidade inserto no art. 37 da Constituição Federal, a perda do mandato por comportamento incompatível com o decoro parlamentar decorrerá de decisão de maioria absoluta da Câmara, em sessão pública.
19. Sobre o Poder Judiciário, é correto dizer que a súmula com efeito vinculante
(A) pode ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, hipótese de atuação privativa do Procurador-Geral da República.
(B) somente poderá ser aprovada pelos Tribunais Superiores, quando houver provocação do Procurador-Geral de Justiça ou de ofício, mas em qualquer caso há necessidade do voto de dois terços dos membros dos respectivos Tribunais.
(C) tem força erga omnes; o seu conteúdo, portanto, somente poderá ser alterado por meio de lei.
(D) tem eficácia perante os órgãos do Poder Judiciário, não se impondo à administração pública.
(E) pode ser aprovada por provocação de entidade de classe de âmbito nacional.
20. Sobre o controle de constitucionalidade, pode-se dizer:
(A) em todas as ações diretas de inconstitucionalidade serão ouvidos o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União que realizarão a defesa do ato administrativo ou da norma atacados.
(B) o controle de constitucionalidade pode ser difuso ou concentrado, sendo que neste os efeitos da decisão terão amplo espectro, ou seja, efeitos erga omnes, e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública.
(C) a declaração de inconstitucionalidade de lei penal mais benigna pode gerar efeitos gravosos a quem já esteja condenado definitivamente nos termos da lei declarada inconstitucional.
(D) a legitimidade para propor ação direta de inconstitucionalidade é a mesma para propor a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula com efeito vinculante.
(E) a declaração de inconstitucionalidade tem efeitos ex tunc.
21. De acordo com a organização dos poderes, pode-se dizer que
(A) na vacância do cargo de Presidente da República, assume o Vice-Presidente e, em caso de impedimento deste, assume o Presidente do Senado Federal.
(B) as reuniões do Congresso Nacional serão presididas pelo Presidente do Senado Federal.
(C) compete privativamente ao Senado Federal autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente da República e os Ministros do Estado.
(D) compete privativamente à Câmara dos Deputados processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade.
(E) o Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do Poder Legislativo, tendo atuação opinativa, não dispondo de atuação punitiva para, por exemplo, multar.
22. O princípio constitucional da inafastabilidade da jurisdição implica
(A) a consagração do princípio da identidade física do juiz.
(B) a consagração da garantia do duplo grau de jurisdição.
(C) a consagração do direito de acesso ao Poder Judiciário.
(D) a consagração do princípio da indisponibilidade da ação penal de iniciativa pública.
(E) a impossibilidade de desistência do autor de qualquer demanda caso já tenha havido a citação da parte contrária.
23. O direito adquirido, a coisa julgada e o ato jurídico perfeito constituem princípios constitucionais de segurança e estabilidade das relações jurídicas, podendo ser, contudo, algum deles modificado,
(A) se a lei nova dispuser expressamente quanto à anulação ou nulidade dos negócios jurídicos celebrados debaixo da lei anterior.
(B) por uma lei complementar à Constituição.
(C) se houver decretação do estado de sítio.
(D) se houver decretação do estado de defesa.
(E) em caso de sentença penal condenatória transitada em julgado.
Direito Comercial
24.
Pode ser suprimido do cheque
(A) o local de pagamento.
(B) o nome do banco ou da instituição financeira que deve pagar.
(C) a assinatura do emitente ou de seu mandatário.
(D) a denominação cheque inscrita no contexto do título e expressa em língua nacional.
(E) o lugar de emissão.
25. Quanto às Sociedades Limitadas,
(A) é facultado aos sócios se comprometerem apenas com prestação de serviços.
(B) a ausência da denominação 'LTDA.' em qualquer contrato realizado pela empresa implica a responsabilidade ilimitada de seus administradores.
(C) o administrador não precisa, necessariamente, ser sócio da empresa, desde que haja expressa autorização no contrato social ou em ato separado.
(D) as Sociedades Limitadas podem ser classificadas como sociedades empresariais personificadas.
(E) o Conselho Fiscal é órgão facultativo e que depende de previsão no contrato social.
26. O débito civil do comerciante individual (despesa com tratamento dentário, médico, etc.) pode ser garantido por expropriação do estabelecimento mercantil?
(A) Não, porque os débitos civis são constituídos fora da atividade normal dos negócios mercantis do comerciante.
(B) Sim, porque os débitos civis têm a mesma natureza dos mercantis.
(C) Sim, porque a empresa mercantil integra o patrimônio único do empresário.
(D) Não, porque os direitos dos credores civis são diversos dos credores mercantis em relação ao patrimônio do devedor comerciante, este destinado exclusivamente ao exercício do comércio.
(E) Não, porque o débito foi constituído pelo comerciante como pessoa física e não como pessoa jurídica.
27. A inexecução do contrato de compra e venda pelo devedor comerciante falido, que não entregou a coisa de que recebeu o preço nos 15 dias anteriores ao pedido de falência, decretada a quebra, autoriza pedido de restituição fundado em inexecução de contrato?
(A) Sim, porque o devedor recebeu o preço, agindo de má-fé, por se saber, e melhor do que ninguém, já insolvente.
(B) Não, porque não transmitido o domínio da coisa ao comprador.
(C) Sim, porque a ausência da entrega da coisa pelo comerciante devedor autoriza pedido de restituição de mercadorias.
(D) Sim, porque a lei autoriza a restituição fundada em contrato.
(E) Não, porque o sistema legal falimentar somente prevê as restituições de mercadorias e as fundadas em direito real.
28. No ambiente falencial, qual é a finalidade do protesto por falta de pagamento?
(A) Gerar a presunção da inadimplência do devedor comerciante.
(B) Gerar a presunção de insolvência do devedor comerciante.
(C) Demonstrar que o devedor comerciante é um falido.
(D) Demonstrar que o devedor comerciante recusa pagar seu débito.
(E) Garantir ao credor o direito de regresso em face de eventuais co-obrigados de um título de crédito.
29. A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou a lifting the corporate veil) pode ser decretada, incidentalmente, no ambiente falencial, em caso de falência da sociedade empresária limitada?
(A) Sim, nas hipóteses de insolvência grave, quando o ativo for inferior a 50% do ativo.
(B) Sim, quando depois de decretada a falência, o ativo da empresa tiver sido transferido para outra empresa.
(C) Sim, desde que a sociedade falida tenha sido encerrada há menos de um ano do requerimento da falência, com débitos fiscais não saldados.
(D) Sim, mas na ação individual do consumidor e na reclamação trabalhista, respectivamente, nas hipóteses previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90, art. 28 e seus parágrafos) ou, por analogia, quando ocorrer prejuízo para o direito de seus empregados trabalhistas.
(E) Sim, quando algum dos sócios, na gestão da sociedade, tenha agido fraudulentamente.
30. Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária, mediante o pagamento de prestações determinadas, incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento, temos
(A) um lease-back.
(B) um leasing puro.
(C) um leasing financeiro.
(D) um leasing operacional.
(E) um leasing de retorno.
Direito Penal
31.
Aponte a única alternativa na qual todas as quatro classificações são apropriadas ao delito definido no art. 269, do CP – Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória.
(A) Crime omissivo impróprio, norma penal em branco, crime de perigo e crime que admite tentativa.
(B) Crime omissivo puro, crime que não admite tentativa, crime de consumação antecipada, crime de ação múltipla.
(C) Crime omissivo puro, crime próprio, norma penal em branco e crime de mera conduta.
(D) Crime próprio, crime formal, crime de ação única e crime comissivo por omissão.
(E) Crime que não admite nenhuma forma de concurso de pessoas, crime que não admite tentativa, crime permanente e crime formal.
32. É unicamente correto afirmar que
(A) o delito de quadrilha só se consuma com a prática de qualquer delito pelo bando ou por alguns de seus integrantes.
(B) ao dispor sobre crimes tentados, o Código Penal prevê possibilidade de casos com resposta penal equivalente à dos consumados.
(C) em se tratando de contravenção penal, a punibilidade da tentativa segue as regras do Código Penal.
(D) crime falho é outra designação dada à tentativa imperfeita.
(E) o Código Penal condiciona o reconhecimento da modalidade tentada de determinado crime à existência, na Parte Especial, de previsão específica quanto à sua admissibilidade.
33. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A chamada 'autoria mediata' é delineada na conduta de quem consegue a subtração de bens alheios através de menor de 18 anos.
(B) Não é isento de pena o estranho que colabora com o filho no furto de bens pertencentes aos pais deste.
(C) No concurso de pessoas, é dispensável prévio acordo, mas se exige um vínculo ou liame psicológico entre elas.
(D) No concurso de agentes, a interrupção da prescrição decorrente de sentença condenatória recorrível produz efeito relativamente ao co-autor absolvido.
(E) Em roubo praticado em concurso por dois agentes, pode-se reconhecer a modalidade consumada para um e a tentada, para o outro.
34. Entre outras disposições, a Lei n.º 11.106, de 28 de março de 2005, revogou:
I. o art. 217, do Código Penal, que definia o delito de sedução;
II. o inciso III, do art. 226 do Código Penal, que estabelecia aumento de pena em razão da condição de casado do autor de crime contra os costumes.
Assinale, então, a única alternativa incorreta.
(A) Em I, está definida a chamada abolitio criminis.
(B) II é norma que se encaixa no conceito de Lex mitior: ao suprimir causa de aumento de pena, pode favorecer o agente com definição de resposta penal menos rigorosa que a lei anterior.
(C) II não pode ser aplicada retroativamente para beneficiar agente que já está condenado por sentença transitada em julgado.
(D) Em virtude de I, deve cessar de imediato a execução da pena resultante de condenação definitiva pelo delito de sedução.
(E) Por seu conteúdo e caráter retroativo, I retrata hipótese de extinção de punibilidade, prevista no art. 107 do Código Penal.
35. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com circunstâncias agravantes.
(A) A agravação da pena é obrigatória, ainda que a circunstância funcione, também, como elementar do crime.
(B) A enumeração das agravantes é taxativa.
(C) A incidência de uma agravante não pode conduzir a pena para além do patamar máximo cominado ao crime.
(D) Descaracterizada a reincidência, pelo decurso do prazo de 5 anos, a condenação anterior pode ser considerada a título de maus antecedentes.
(E) O Código Penal não estabelece limite máximo de idade quando se refere à 'criança' como agravante.
36. Assinale a alternativa incorreta: Perante o Código Penal, a condição de reincidente em crime doloso
(A) é prevista como preponderante no concurso de circunstâncias agravantes e atenuantes.
(B) é relevante na aferição do estágio mínimo de cumprimento de pena exigido para o livramento condicional.
(C) constitui causa interruptiva de prescrição.
(D) configura pressuposto necessário à imposição de medida de segurança.
(E) exerce influência no cálculo do prazo da prescrição da pretensão executória.
37. Aponte a única alternativa que não constitui entendimento jurisprudencial objeto de Súmula do Superior Tribunal de Justiça, envolvendo circunstâncias agravantes ou atenuantes.
(A) Para efeitos penais, o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil.
(B) A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva.
(C) A incidência de circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena para abaixo do mínimo legal.
(D) A confissão perante a autoridade policial configura circunstância atenuante mesmo quando retratada em Juízo.
(E) A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial.
38. Considere os seguintes enunciados, relacionados com prescrição:
I. O art. 89, § 6.º, da Lei n.º 9.099/95, estabelece causa interruptiva de prescrição ao dispor que 'não correrá a prescrição' durante o prazo da suspensão condicional do processo.
II. Reconhecida a prescrição da pretensão punitiva, não prevalece nenhum efeito da sentença condenatória eventualmente existente.
III. Reconhecido crime continuado na sentença condenatória, não se computa o acréscimo da pena decorrente da continuação no cálculo da prescrição retroativa ou intercorrente.
Estão corretos
(A) todos os três.
(B) nenhum dos três.
(C) apenas I e II.
(D) apenas I e III.
(E) apenas II e III.
39. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com extinção de punibilidade.
(A) Não se estende à receptação a extinção de punibilidade do crime antecedente, que é seu pressuposto.
(B) A sentença que concede perdão judicial pode ser considerada para efeito de reincidência.
(C) A perempção só pode ser reconhecida em ação penal exclusivamente privada.
(D) No delito de falso testemunho, a retratação só produz efeito se ocorrida antes da sentença no processo em que se deu esse ilícito.
(E) Reconhecida a prescrição da pretensão executória, subsistem os efeitos secundários da condenação.
40. Considere os seguintes enunciados, relacionados com os temas de imputabilidade penal (CP, art. 26) e medida de segurança:
I. Não é cabível imposição de medida de segurança aos plenamente imputáveis.
II. Nos casos de semi-imputabilidade, não é permitida a cumulação da pena e medida de segurança.
III. Nas hipóteses de inimputabilidade plena, a regra é a absolvição seguida de imposição de medida de segurança consistente em internação em hospital de custódia e tratamento, podendo o juiz optar pelo tratamento ambulatorial no caso de crime punido com detenção.
Estão em conformidade com o sistema estabelecido no Código Penal,
(A) apenas I e II.
(B) apenas II e III.
(C) apenas I e III.
(D) nenhum dos três.
(E) todos os três.
41. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal envolvendo concurso de crimes.
(A) No concurso formal e no crime continuado, a pena final não poderá exceder aquela que resultaria da cumulação.
(B) É possível o reconhecimento da continuidade delitiva entre crimes consumados e tentados.
(C) Nos casos de concurso material, a prescrição incide sobre a soma das penas cominadas ou aplicadas a cada crime.
(D) Na condenação por roubo em concurso formal perfeito, as multas devem ser aplicadas cumulativamente.
(E) No concurso de crimes culposos, a substituição por restritivas de direito é possível qualquer que seja o total das penas privativas de liberdade.
42. Perante o Código Penal, a chamada embriaguez preordenada pode, por si só,
(A) conduzir à exclusão da imputabilidade penal.
(B) constituir causa de diminuição de pena.
(C) render ensejo à incidência de circunstância atenuante.
(D) configurar circunstância agravante.
(E) caracterizar qualificadora do crime de homicídio.
43. Assinale a alternativa que está em desacordo com disposição do Código Penal relacionada com pena de multa.
(A) Relativamente à multa, a prescrição da pretensão punitiva opera-se sempre em 2 anos, mesmo nos casos em que cominada ou aplicada cumulativamente com pena privativa de liberdade.
(B) Após o trânsito em julgado da decisão condenatória, aplicam-se à multa as normas pertinentes à dívida ativa da Fazenda Pública.
(C) A quantidade dos dias-multa deve ser estabelecida levando-se em conta as circunstâncias judiciais que informam a fixação da pena-base.
(D) Incabível multa substitutiva se imposta pena privativa de liberdade superior a um ano.
(E) A suspensão condicional da pena não se estende à multa.
44. Tendo em conta as regras estabelecidas no Código Penal para a aplicação da pena, é permitido ao juiz, na sentença condenatória,
(A) considerando favoráveis todas as circunstâncias judiciais, estabelecer a 'pena-base' aquém do limite mínimo previsto na lei.
(B) atenuar a pena diante de circunstância não prevista expressamente na lei, sendo ela relevante e não concomitante com o crime.
(C) estender o sursis à pena restritiva de direitos.
(D) fixar o regime inicial fechado em caso de crime apenado com detenção.
(E) fazer incidir como agravante circunstância que qualifica o crime.
45. Aponte a alternativa que está em desacordo com disposições do Código Penal relativas aos crimes contra o patrimônio.
(A) No furto, o reconhecimento da qualificadora do concurso de pessoas independe da identificação dos co-autores.
(B) Não impede a configuração do roubo o fato de o agente intimidar e subjugar a vítima apenas simulando portar arma.
(C) O latrocínio pode configurar-se mesmo quando terceiro, alheio aos fatos, seja vítima da violência empregada pelo agente.
(D) A consumação do delito de extorsão mediante seqüestro se dá com a privação de liberdade de locomoção da vítima, independentemente da obtenção da vantagem.
(E) É impunível a receptação de coisa furtada se o autor do furto está acobertado por imunidade penal absoluta, decorrente de parentesco com o proprietário da coisa.
46. Aponte a alternativa incorreta.
(A) A mulher pode ser responsabilizada como co-autora ou partícipe no delito de estupro.
(B) A mulher pode figurar como sujeito ativo no delito de atentado violento ao pudor. Pode, também, figurar como vítima desse delito, mesmo sendo uma meretriz.
(C) O estupro absorve a lesão corporal leve resultante da violência empregada pelo agente.
(D) A ação penal é pública, condicionada à representação, nos casos de estupro e de atentado violento ao pudor cometidos com abuso da qualidade de padrasto.
(E) No estupro e atentado violento ao pudor, a ação penal é pública incondicionada se da violência empregada pelo agente resultar lesão corporal de natureza grave.
47. Assinale a alternativa que está em desacordo com as regras estabelecidas no Código Penal para os crimes contra a administração pública.
(A) O particular, estranho ao serviço público, pode ser responsabilizado como partícipe no crime de peculato.
(B) Nos casos de peculato doloso, não extingue a punibilidade a restituição da coisa apropriada no curso da ação penal.
(C) Para efeitos penais, é considerado funcionário público aquele que exerce transitoriamente função pública.
(D) No delito de concussão, a consumação só ocorre quando o agente obtém a vantagem indevida.
(E) Para os condenados por crime contra a administração pública, a norma em vigor condiciona a progressão de regime à reparação do dano ou à devolução do produto do ilícito.
48. No tema de crimes contra a administração da justiça, é correto afirmar que
(A) a denunciação caluniosa pode configurar-se com imputação de prática de contravenção.
(B) para a caracterização do delito de falso testemunho, é indispensável verificar se o depoimento falso exerceu influência na decisão da causa.
(C) no crime de coação no curso do processo, a consumação ocorre se e quando o agente consegue o objetivo desejado.
(D) a motivação nobre constitui causa excludente de criminalidade na auto-acusação falsa.
(E) só configura o delito de favorecimento pessoal o auxílio a criminoso que já tem contra si ação penal em andamento.
49. No tema de falsidade documental, pode-se dizer que
(A) a lei veda a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, no caso de condenação por falsificação de documento público.
(B) em se tratando de falsificação de assentamento do registro civil, a prescrição da pretensão punitiva começa a correr do dia em que o crime se consumou.
(C) configura falsificação de documento público, aquela que incide sobre nota promissória não vencida.
(D) para a configuração do delito de uso de documento falso, é indispensável verificar se houve proveito ao agente ou dano efetivo.
(E) a falsificação grosseira não influi na caracterização do crime.
50. Considere os seguintes enunciados:
I. O delito de tráfico de entorpecentes, previsto no art. 12, da Lei n.º 6.368/76, pode configurar-se mesmo sem a prática de atos típicos de mercancia.
II. É vedada comutação da pena a condenado pela prática de latrocínio.
III. Não pode ser responsabilizado como partícipe do crime de abuso de autoridade, previsto na Lei n.º 4.898/65, aquele que nem mesmo transitoriamente exerce função pública.
Estão corretos
(A) apenas I e II.
(B) apenas I e III.
(C) apenas II e III.
(D) todos os três.
(E) nenhum dos três.
Direito Processual Penal
51.
Haverá conexão material quando
(A) a prova de uma infração ou de qualquer circunstância influir na prova de outra.
(B) os crimes forem praticados para facilitar ou ocultar outros, ou para se conseguir vantagem ou impunidade de outros.
(C) duas ou mais infrações forem praticadas por várias pessoas reunidas.
(D) uma única conduta delituosa gerar pluralidade de eventos típicos.
(E) houver pluralidade de agentes e unidade de infração.
52. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A fiança será concedida sem a prévia audiência do Ministério Público.
(B) Não será concedida fiança nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a dois anos.
(C) Não será concedida fiança quando presentes os motivos que autorizam a prisão preventiva.
(D) A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples.
(E) A fiança só poderá ser prestada até o oferecimento da denúncia.
53. O ato de comunicação processual que convoca as testemunhas para depor e a ciência dos atos processuais que se dá ao réu preso intitulam-se, respectivamente:
(A) intimação e requisição.
(B) notificação e intimação.
(C) notificação e citação.
(D) deliberação e intimação.
(E) convocação e requisição.
54. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Tribunal do Júri compõe-se de um Juiz de Direito, que é seu presidente, e de vinte e um jurados.
(B) A sentença de pronúncia, depois de passada em julgado, poderá ser alterada pela verificação de circunstância que modifique a classificação do delito.
(C) No caso de recusas peremptórias do jurado, a defesa fala antes do órgão do Ministério Público.
(D) Proferida decisão de impronúncia concernente ao fato delituoso da atribuição do Júri, deve o magistrado absolver o acusado da infração atraída.
(E) O desaforamento do julgamento é uma das exceções ao princípio da improrrogabilidade da jurisdição.
55. Os princípios da ação penal pública são:
(A) obrigatoriedade, indisponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(B) obrigatoriedade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e intranscendência.
(C) oportunidade, disponibilidade, oficialidade, indivisibilidade e transcendência.
(D) oportunidade, disponibilidade, iniciativa da parte, indivisibilidade e transcendência.
(E) oportunidade, indisponibilidade, iniciativa da parte, individualidade e intranscendência.
56. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Ministério Publico poderá aditar a queixa-crime, quer na ação privada exclusiva, quer na ação subsidiária, mas não torna o referido Órgão o titular da ação penal.
(B) Nos crimes que se procedem mediante representação, estando esta formalmente perfeita, o Ministério Público não está obrigado a oferecer denúncia.
(C) Arquivado o inquérito policial, por despacho do juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, poderá a vítima ou seu representante legal, mesmo sem novas provas, ingressar com ação privada subsidiária da pública.
(D) Nos crimes que se procedem mediante representação ou nos crimes que só se procedem mediante queixa, a nomeação de curador especial ao ofendido absolutamente incapaz que não tiver representante legal ou no caso de colidirem os interesses deste com os daquele, constitui substituição processual.
(E) A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.
57. A decisão que reconhece a exceção de coisa julgada, extinguindo o processo sem julgamento do mérito, denomina-se
(A) absolvição da instância.
(B) cessação da instância.
(C) substituição da instância.
(D) prejudicial de mérito.
(E) disjunção processual.
58. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Em regra, os recursos serão sempre voluntários.
(B) Os recursos só poderão ser interpostos por petição.
(C) Os efeitos do recurso são: devolutivo, suspensivo, extensivo e regressivo.
(D) O despacho que determina o arquivamento do inquérito policial, a requerimento do Ministério Público, é irrecorrível.
(E) O oferecimento das razões de apelação fora do prazo legal constitui mera irregularidade.
59. Estando o indiciado preso, por infração ao art. 12 da Lei n.º 6.368/76, o prazo para oferecimento da denúncia será de
(A) 24 horas.
(B) 2 dias.
(C) 3 dias.
(D) 5 dias.
(E) 6 dias.
60. Assinale a alternativa correta.
(A) A remissão é um direito privativo dos condenados que estejam cumprindo a pena em regime fechado ou semi-aberto e também dos que se encontram em prisão albergue.
(B) Apenas o sentenciado pode suscitar o incidente de excesso ou desvio da execução.
(C) Para a obtenção do livramento condicional, basta o parecer favorável do Conselho Penitenciário.
(D) A transferência de um regime mais rigoroso a outro menos rigoroso exige, além do cumprimento de um sexto da pena no regime anterior, que o mérito do condenado indique a progressão.
(E) Não é possível a regressão do regime aberto diretamente para o fechado.
61. Qual o remédio cabível da denegação de seguimento do agravo em execução?
(A) Recurso em sentido estrito.
(B) Habeas Corpus.
(C) Carta testemunhável.
(D) Apelação.
(E) Mandado de segurança.
62. 'Fulano' foi condenado por roubo duplamente qualificado a 6 anos de reclusão e ao pagamento de 15 dias-multa. Em flagrante equívoco, fixou-se o regime aberto para o cumprimento da reprimenda corporal. O Promotor de Justiça opôs embargos de declaração, que foram acolhidos pelo Magistrado, alterando-se para o regime fechado.
Indique a alternativa correta.
(A) O Promotor de Justiça e o Magistrado agiram escorreitamente.
(B) O Promotor de Justiça deveria interpor recurso de apelação, pleiteando a modificação do regime.
(C) O remédio correto para a modificação do regime à disposição do Ministério Público seria o agravo em execução.
(D) Correta seria a interposição do recurso em sentido estrito, uma vez que o Promotor de Justiça discordou apenas do regime fixado na sentença.
(E) Por se tratar apenas de questão atinente a regime prisional, qualquer providência seria inoportuna, devendo-se aguardar a fase da execução da sanção.
63. Assinale a alternativa incorreta.
(A) A nulidade relativa pode ser reconhecida pelo juiz, de ofício, a qualquer tempo do processo.
(B) A nulidade pode atingir todo o processo, desde o seu início, parte do processo ou apenas um ato, sem reflexo em qualquer outro.
(C) A nulidade relativa considera-se sanada pelo silêncio das partes, pela efetiva consecução do escopo visado pelo ato não obstante sua irregularidade e pela aceitação, ainda que tácita, dos efeitos do ato irregular.
(D) O princípio da instrumentalidade das formas não admite o reconhecimento da nulidade que não tenha influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa.
(E) Nos termos da Súmula 156 do Supremo Tribunal Federal, é absoluta a nulidade do julgamento, pelo Júri, por falta de quesito obrigatório.
64. Nos processos por crime comum a que não for, ainda que alternativamente, cominada a pena de reclusão,
(A) será imprimido o rito do processo comum de competência do juiz singular, até final julgamento.
(B) será observado o rito comum até a inquirição das testemunhas de acusação e, a partir de então, o rito sumário até o julgamento.
(C) será adotado o rito dos crimes do Tribunal do Júri, até as alegações finais.
(D) será observado o rito sumário das contravenções, desde o início.
(E) será adotado o rito do processo comum, após a audiência prévia de reconciliação.
65. Assinale a alternativa incorreta.
(A) Tratando-se de infração permanente, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(B) A regra de competência, quando se tratar de crime tentado, é o local onde foi praticado o último ato de execução.
(C) Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência da vítima.
(D) Tratando-se de infração continuada, praticada em diversas comarcas, a competência firmar-se-á pela prevenção.
(E) Nos crimes a distância, se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.
66. De acordo com entendimento jurisprudencial pacífico, decorrente de lógica de interpretação de texto legal, o inquérito policial
(A) é imprescindível ao oferecimento da denúncia.
(B) está, obrigatoriamente, sujeito ao princípio constitucional do contraditório.
(C) autoriza a prolação de decisão condenatória cujo único suporte seja ele próprio.
(D) deve assegurar o princípio constitucional da ampla defesa.
(E) é procedimento administrativo, de caráter investigatório, informativo e inquisitorial, destinado a subsidiar a atuação do Ministério Público.
67. Assinale a alternativa incorreta.
(A) O Habeas Corpus não poderá ser interposto quando houver ameaça de violência ou coação à liberdade de locomoção, por abuso de poder ou ilegalidade.
(B) O Promotor de Justiça poderá impetrar ordem de Habeas Corpus.
(C) O Magistrado jamais poderá impetrar ordem de Habeas Corpus em favor de terceiro, mas poderá conceder de ofício a ordem no processo que preside.
(D) Não caberá intervenção do Assistente do Ministério Público no processo de Habeas Corpus.
(E) Não se pode conhecer de impetração de Habeas Corpus apócrifa.
68. A prisão temporária (Lei n.º 7.960/89) não poderá ser decretada no crime de
(A) tráfico de drogas.
(B) seqüestro ou cárcere privado.
(C) epidemia com resultado morte.
(D) genocídio.
(E) perigo de desastre ferroviário.
69. No que concerne ao disposto na Lei n.º 9.099/95, assinale a alternativa incorreta.
(A) Na apuração das infrações de menor potencial ofensivo, não se admitirá nenhuma espécie de citação ficta.
(B) O interrogatório do autor da infração será realizado após a oitiva da vítima e das testemunhas.
(C) Não se admitirá a proposta de transação penal se ficar comprovado ter sido o autor da infração condenado, pela prática de crime, à pena de multa, por sentença definitiva.
(D) A transação penal só poderá ser proposta ao autor da infração nos casos em que não seja cabível o pedido de arquivamento.
(E) A suspensão condicional do processo (art. 89) poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado, no curso do prazo, por contravenção.
70. Assinale a alternativa correta.
(A) O incidente de insanidade mental do acusado não poderá ser instaurado a pedido do Ministério Público.
(B) Tratando-se de lesões corporais, a realização do exame complementar só poderá ser determinada pela autoridade policial.
(C) O juiz não pode, no curso da instrução ou antes de proferir sentença, determinar, de ofício, diligências.
(D) O exame de corpo de delito é obrigatório, mas quanto às demais perícias, há uma faculdade da autoridade policial ou judiciária na sua realização.
(E) O suposto autor do delito está obrigado a participar da reconstituição simulada dos fatos.
Direito Civil, Infância e Juventude e Tutela de Interesses Difusos e Coletivos
71.
Assinale a alternativa falsa.
(A) O prazo para a propositura da ação anulatória de casamento é decadencial.
(B) A dissolução do casamento por morte de um dos cônjuges faz cessar o direito do cônjuge sobrevivo de ajuizar ação declaratória de nulidade.
(C) A ação declaratória de nulidade de casamento é imprescritível.
(D) A nulidade do casamento somente poderá ser declarada em ação ordinária, não podendo ser proclamada de ofício pelo juiz.
(E) Os efeitos da sentença proferida na ação de nulidade retroagem à data do casamento.
72. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o filho morrer antes de iniciada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros ficarão inibidos para o ajuizamento, salvo se ele morrer menor e incapaz.
(B) Se o filho, de maior ou menor idade, falecer após ajuizada a ação de investigação de paternidade, seus herdeiros poderão dar-lhe prosseguimento, salvo se julgado extinto o processo.
(C) Se o suposto pai já for falecido, a ação de investigação de paternidade deverá ser dirigida contra o respectivo espólio.
(D) Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade.
(E) É proibido reconhecer o filho na ata do casamento, para evitar referência a sua origem extramatrimonial.
73. Assinale a alternativa falsa.
(A) Se o herdeiro prejudicar os seus credores, renunciando à herança, poderão estes, com autorização do juiz, aceitá-la em nome do renunciante.
(B) O herdeiro que possui filhos menores não pode renunciar à herança; se o fizer, estes poderão suceder no lugar do renunciante, exercendo o direito de representação.
(C) A morte, a abertura da sucessão e a transmissão da herança aos herdeiros ocorrem num só momento.
(D) Os filhos do herdeiro excluído por indignidade serão chamados a sucedê-lo, como se morto fosse antes da abertura da sucessão.
(E) O autor de homicídio doloso contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, mesmo condenado por sentença penal, somente será excluído da sucessão mediante pedido expresso de interessado, em ação própria.
74. Assinale a alternativa falsa.
(A) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre a parte disponível.
(B) O testador pode impor cláusulas de inalienabilidade, incomunicabilidade e impenhorabilidade sobre os bens da legítima, desde que declare a existência de justa causa.
(C) Se o legatário falecer antes do testador, o legado poderá ser vindicado pelos herdeiros do legatário, desde que o façam no prazo previsto em lei.
(D) O legado é figura exclusiva da sucessão testamentária.
(E) É válida a disposição testamentária em favor de pessoa incerta que deva ser determinada por terceiro, dentre duas ou mais pessoas mencionadas pelo testador.
75. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A prescrição é irrenunciável e pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição.
(B) A prescrição, uma vez consumada, não é passível de renúncia.
(C) Admite-se renúncia prévia de prescrição, desde que não prejudique terceiro.
(D) Não é admissível renúncia prévia de prescrição, nem de prescrição em curso, mas só da consumada.
(E) A renúncia da prescrição deve ser expressa e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro.
76. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) O regime de bens entre os cônjuges é imutável.
(B) É admissível alteração do regime de bens, mediante escritura pública, ressalvados os direitos de terceiros.
(C) Podem os nubentes adotar um dos regimes de bens estabelecidos no Código Civil ou combiná-los entre si, criando um regime misto.
(D) Ressalvadas as hipóteses em que o regime de separação de bens se faz obrigatório, os nubentes podem livremente adotar um dos regimes estabelecidos no Código Civil, vedada a possibilidade de criação de um regime misto.
(E) O regime de bens entre os cônjuges começa a vigorar desde a data do casamento, salvo se houver pacto antenupcial.
77. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) A adoção de criança ou adolescente por casal homossexual é admissível sempre que ficar demonstrado que a medida atende o interesse do adotando.
(B) A pessoa que tenha sido criada desde tenra idade por outra pode exigir o reconhecimento, por sentença, de sua condição de filho adotivo.
(C) A legislação vigente não possibilita a adoção do nascituro.
(D) A adoção pode ser revogada nos casos em que se admite a deserdação, ou pela vontade das partes.
(E) A adoção post mortem produz seus efeitos a partir do trânsito em julgado da sentença.
78. Quando o conflito normativo for passível de solução mediante os critérios hierárquico, cronológico e da especialidade, estaremos diante de um caso de
(A) conflito normativo intertemporal.
(B) conflito jurídico-positivo de normas.
(C) conflito jurídico-negativo de normas.
(D) antinomia real.
(E) antinomia aparente.
79. Dissolve-se o casamento válido
(A) pela morte de um dos cônjuges, pela nulidade ou anulação do casamento, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(B) pela morte de um dos cônjuges, pela separação judicial ou pelo divórcio.
(C) pela morte real de um dos cônjuges ou pelo divórcio direto ou por conversão.
(D) pela morte real ou presumida de um dos cônjuges ou pelo divórcio.
(E) pela morte de ambos os cônjuges ou pelo divórcio direto.
80. Dadas as hipóteses em que: a) um dos cônjuges descobre, após o casamento, que o outro é portador do vírus HIV, contraído anteriormente ao matrimônio; e b) o marido toma conhecimento do defloramento da mulher, ocorrido antes do casamento (error virginitatis), é lícito afirmar tratar-se, respectivamente, de casamento
(A) nulo e anulável.
(B) nulo e válido.
(C) válido e válido.
(D) anulável e anulável.
(E) anulável e válido.
81. Dentre as atribuições do Conselho Tutelar, insere-se a de atender crianças autoras de atos infracionais, podendo, em conseqüência, aplicar as seguintes medidas:
(A) qualquer medida socioeducativa ou de proteção prevista no ECA.
(B) apenas medidas socioeducativas, exceto internação e semiliberdade.
(C) apenas medidas de proteção, exceto internação e semiliberdade.
(D) apenas medidas de proteção, exceto colocação em família substituta.
(E) qualquer medida de proteção, sem exceção.
82. O recurso cabível contra ato judicial que concede remissão pura e simples a adolescente autor de ato infracional é
(A) apelação.
(B) agravo de instrumento.
(C) agravo retido.
(D) mandado de segurança.
(E) não cabe recurso, uma vez que se trata de perdão judicial.
83. O procedimento de apuração de infração administrativa previsto no ECA pode ser iniciado
(A) exclusivamente por representação do Ministério Público.
(B) por representação do Ministério Público ou do Conselho Tutelar.
(C) por representação do Ministério Público ou portaria judicial.
(D) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou portaria judicial.
(E) por representação do Ministério Público, ou do Conselho Tutelar, ou auto de infração elaborado por servidor efetivo ou credenciado.
84. A decisão judicial que indefere liminarmente representação oferecida pelo Ministério Público em face de criança autora de ato infracional é
(A) correta.
(B) correta, somente se na comarca houver Conselho Tutelar.
(C) correta, somente se na comarca não houver Conselho Tutelar.
(D) incorreta, podendo ser atacada mediante apelação.
(E) incorreta, podendo ser atacada mediante agravo de instrumento.
85. O adolescente surpreendido cheirando 'cola de sapateiro' não comete ato infracional; porém, o comerciante que vendeu o produto ao adolescente poderá responder por infração administrativa prevista no ECA. As assertivas são
(A) totalmente corretas.
(B) totalmente incorretas.
(C) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a venda de cola de sapateiro constitui atividade lícita, mesmo quando feita diretamente a adolescente.
(D) apenas a primeira assertiva é verdadeira, sendo falsa a segunda porque a conduta do comerciante configura, em tese, crime, e não infração administrativa.
(E) apenas a segunda assertiva é verdadeira, sendo falsa a primeira porque a conduta do adolescente configura, em tese, ato infracional.
86. Considerando as hipóteses em que: a) haja cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos; e b) haja aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil, é lícito afirmar que o Ministério Público
(A) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem questão coletiva, atinente a interesses individuais homogêneos.
(B) está legitimado a mover ação civil pública, porquanto ambos os casos envolvem interesses difusos.
(C) não está legitimado a mover ação civil pública, uma vez que as hipóteses consideradas versam sobre interesse individual disponível, de natureza privada.
(D) está legitimado a mover ação civil pública somente na primeira hipótese, de cobrança indevida de taxa condominial em prédio de apartamentos.
(E) está legitimado a mover ação civil pública somente na segunda hipótese, de aumento indevido de mensalidade escolar em instituição privada de educação infantil.
87. Assinale a alternativa verdadeira.
(A) Os atos de improbidade administrativa previstos na
Lei n.º 8.429/92 são puníveis exclusivamente a título de dolo, uma vez que não pode ser ímprobo ou desonesto alguém que não agiu com dolo, agindo apenas com culpa em sentido estrito.
(B) A ação civil pública visando à recomposição do patrimônio público subordina-se ao rito especial previsto na Lei n.º 8.429/92.
(C) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser proposta pelo Ministério Público, ou pela pessoa jurídica interessada, ou por associação de defesa do consumidor constituída há pelo menos um ano.
(D) É extraordinária a legitimação do Ministério Público para a propositura da ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa.
(E) A ação civil pública de reparação de dano decorrente de ato de improbidade administrativa pode ser encerrada, antes da sentença final, se houver transação, acordo ou conciliação entre as partes litigantes.
88. O parcelamento de solo urbano para formação de chácaras de recreio, mediante venda de frações ideais da respectiva gleba de terras, é havido como
(A) ilegal, por afrontar as disposições contidas na
Lei n.º 6.766/79.
(B) ilegal, porquanto a formação de chácaras de recreio somente é admissível em zona rural.
(C) legal, uma vez que a Lei n.º 6.766/79 admite o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas, e a finalidade lazer é considerada como destinação urbana.
(D) legal, desde que o loteador providencie a infra-estrutura básica, como equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário e abastecimento de água potável, e de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de circulação.
(E) legal, desde que, além de toda infra-estrutura básica, o loteador delimite claramente a área que cada condômino ocupará no regime de quotas ideais, providenciando as necessárias averbações à margem da respectiva matrícula.
89. Assinale a alternativa falsa, relativamente ao compromisso de ajustamento de conduta.
(A) Pode ser tomado pelo Ministério Público ou outro órgão público legitimado à ação civil pública.
(B) Constitui título executivo extrajudicial, desde que homologado pelo juiz competente.
(C) Dispensa a participação de advogado.
(D) Por meio dele o causador do dano assume uma obrigação de fazer ou não fazer.
(E) Dispensa testemunhas instrumentárias.
90. O arquivamento do inquérito civil
(A) deve ser homologado judicialmente.
(B) não necessita de homologação de nenhum Órgão ou Poder.
(C) obsta o ajuizamento da ação civil pública pelo Ministério Público ou qualquer outro co-legitimado.
(D) não impede que o Promotor de Justiça que promoveu o arquivamento funcione como custus legis em eventual ação proposta com base nos mesmos fatos por outro membro da instituição ou por uma entidade co-legitimada.
(E) faz com que volte a correr a decadência em matéria de danos ao consumidor, por defeitos ou vícios do produto ou serviço.
Direito Processual Civil
91.
Assinale a alternativa que está incorreta.
(A) Incumbe ao inventariante, mediante autorização judicial, requerer a declaração de insolvência civil do espólio.
(B) Incumbe ao inventariante trazer à colação os bens recebidos pelo herdeiro ausente.
(C) Incumbe ao inventariante prestar as primeiras e últimas declarações pessoalmente ou por procurador com poderes especiais.
(D) Incumbe ao inventariante, ouvidos todos os interessados, e com autorização judicial, pagar as dívidas do espólio.
(E) Incumbe ao inventariante juntar aos autos a certidão de testamento, se houver.
92. Leia as assertivas a seguir:
I. A medida cautelar de arresto de bens pode ser deferida quando o devedor, que tem domicílio certo, caindo em insolvência, põe ou tenta pôr seus bens em nome de terceiros.
II. Admite-se como prova literal da dívida líquida e certa, para fins de conceder o arresto de bens, a sentença ilíquida pendente de recurso que condene o devedor ao pagamento de obrigação que possa se converter em dinheiro.
III. Antes de deferir o arresto, o juiz poderá designar audiência de justificação prévia, mas em segredo de justiça.
IV. O deferimento do arresto de bens, na hipótese de o devedor com domicílio certo, que possui bens de raiz, e intenta hipotecá-los, sem lhe restar algum ou alguns livres que garantam o pagamento de suas dívidas, é causa de presunção de sua insolvência civil.
Assinale a alternativa correta.
(A) As assertivas III e IV são falsas.
(B) A assertiva III é falsa, mas a I é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) As assertivas I e IV são verdadeiras.
(E) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
93. Leia as assertivas a seguir:
I. Extingue-se a execução se o devedor não tiver bens penhoráveis.
II. Extingue-se a execução quando o devedor obtém a remissão parcial da dívida.
III. Extingue-se a execução se o credor não cumprir a obrigação que lhe cabe, quando o devedor já tenha depositado em juízo a coisa ou a prestação exigida por aquele, quando se tratar de obrigação decorrente de contratos bilaterais.
IV. Extingue-se a execução se o credor aquiescer ao pedido de parcelamento do débito.
V. Extingue-se a execução na hipótese de morte do procurador do executado, considerando a perda da capacidade postulatória deste.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) As afirmativas I e III são verdadeiras.
(C) A afirmativa IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) As afirmativas II e III são falsas.
94. Leia as assertivas a seguir:
No procedimento sumário,
I. o réu poderá oferecer defesa oral na audiência de conciliação, apresentando documentos, rol de testemunhas e quesitos, se postular a realização de prova pericial.
II. o réu, na contestação, pode formular pedido em seu favor, desde que fundado nos mesmos fatos narrados na inicial, mas não pode intentar ação declaratória incidental.
III. não se admite a intervenção de terceiros, exceção feita ao chamamento ao processo.
IV. não se admite o julgamento antecipado da lide.
V. se for oferecida impugnação ao valor da causa, o juiz deverá suspender a audiência e dar vista dos autos ao autor para que se manifeste em 10 dias.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva V é falsa, mas a III é verdadeira.
(B) A assertiva II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A assertiva I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(D) A assertiva IV é falsa, mas a V é verdadeira.
(E) A assertiva III é verdadeira, mas a I é falsa.
95. Leia as assertivas a seguir:
I. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada, sendo que a espontânea deve ser feita pessoalmente pela parte.
II. A confissão judicial de um dos litisconsortes a todos prejudica.
III. A confissão judicial feita em face de erro, dolo ou coação, pode ser revogada através de ação anulatória, se ainda pendente a ação onde foi produzida.
IV. A ação para revogação da confissão judicial viciada por erro, dolo ou coação pode ser proposta pelo próprio confitente ou por seus herdeiros.
V. Somente valerá a confissão, em ações que versem sobre bens imóveis, se ambos os cônjuges confessarem.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a IV é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(C) A afirmativa III é falsa, mas a V é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é falsa, mas a III é verdadeira.
(E) A afirmativa V é falsa, mas a I é verdadeira.
96. Leia as assertivas a seguir:
I. Os embargos de terceiro podem ser opostos por quem, não sendo parte no processo, sofrer turbação ou esbulho, na posse de seus bens em caso de seqüestro judicial.
II. Os embargos de terceiro podem ser opostos até o despacho saneador nos processos de conhecimento.
III. O processo principal será suspenso se os embargos de terceiros, nos processos de conhecimento, forem opostos até a contestação e versarem sobre todos os bens.
IV. Nos processos de execução, os embargos de terceiros podem ser opostos até 5 dias depois da arrematação, mas antes da assinatura do respectivo auto.
V. Se o embargado não contestar o pedido, os fatos narrados pelo embargante serão considerados como verdadeiros e aceitos por aquele.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa IV é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa II é verdadeira, mas a I é falsa.
(C) A afirmativa V é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A afirmativa II é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
97. Leia as assertivas a seguir:
I. A ação cautelar de alimentos provisionais deve ser proposta no primeiro grau de jurisdição, ainda que o processo principal esteja no Tribunal aguardando julgamento.
II. Enquanto os alimentos provisórios fixados em ação de alimentos devem atender às necessidades do autor, na ação cautelar de alimentos provisionais, os alimentos fixados initio litis devem atender às necessidades do autor e o necessário para custear a demanda.
III. Na ação de alimentos, o cônjuge casado pelo regime da comunhão parcial de bens receberá, além dos alimentos provisórios, parte da renda líquida dos bens do casal, no montante a ser fixado pelo juiz.
IV. Na ação cautelar de alimentos provisionais, se o autor não comparecer à audiência de justificação prévia, o juiz determinará o arquivamento do feito.
V. Na ação de alimentos, os alimentos provisórios podem ser revistos pelo juiz a qualquer tempo, desde que quaisquer das partes aleguem a ocorrência de modificação de sua situação financeira.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(B) A afirmativa II é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa V é falsa, mas a II é verdadeira.
(D) A afirmativa IV é verdadeira, mas a I é falsa.
(E) A afirmativa III é verdadeira, mas a IV é falsa.
98. Assinale a alternativa correta.
(A) A litispendência é causa de reconhecimento de conexão entre duas ações.
(B) O autor não poderá desistir da ação, sem o consentimento do réu, depois de efetivada a citação deste.
(C) Se o autor não promover a citação de todos os litisconsortes necessários, dentro do prazo que o juiz assinalar, o processo será extinto sem julgamento de mérito.
(D) É possível o reconhecimento de ofício, e até a sentença, da falta de interesse processual do autor.
(E) O autor não poderá repropor pela terceira vez a mesma demanda (mesmas partes, mesmo pedido e mesma causa de pedir), se abandonou as ações anteriormente distribuídas, dando causa à extinção dos processos sem julgamento de mérito.
99. Leia as assertivas a seguir:
I. É possível a remição de bens arrecadados em processo de insolvência, bem como é possível a remição de bens penhorados em execução por quantia certa.
II. A remição de bens não pode ser requerida pelo devedor, mas seu cônjuge, ascendentes, ou descendentes estão legitimados a postulá-la, desde que depositem o preço pelos quais foram alienados, com acréscimo das custas e honorários advocatícios devidos ao credor.
III. O direito de postular a remição de bens deve ser exercitado em 24 horas entre a arrematação dos bens em praça ou leilão e a assinatura do auto.
IV. Se houver mais de um interessado em remir os bens, a preferência será do cônjuge.
V. Se houver vários interessados do mesmo grau em remir os bens, licitarão entre si, e, aquele que oferecer o preço maior, será o vencedor e receberá os bens remidos.
Assinale a alternativa correta.
(A) A assertiva IV é verdadeira, mas a II é falsa.
(B) A assertiva I é falsa, mas a III é verdadeira.
(C) A assertiva II é verdadeira, mas a I é falsa.
(D) A assertiva V é verdadeira, mas a IV é falsa.
(E) A assertiva III é falsa, mas a V é verdadeira.
100. Leia as assertivas a seguir:
Diante dos termos da Lei n.º 9.099/95 (Lei dos Juizados Especiais),
I. nos processos de competência dos juizados especiais cíveis, a citação da parte incapaz deverá ser feita por mandado, na pessoa de seu representante legal.
II. não se admite a citação por edital, nos processos de competência dos juizados especiais cíveis.
III. a opção pelo procedimento previsto na Lei n.º 9.099/95 importa em renúncia ao crédito excedente ao limite por ela estabelecido, salvo se houver conciliação, ou se, havendo conexão entre vários pedidos feitos pelo autor, o valor de cada um deles esteja dentro dos limites referidos na Lei n.º 9.099/95.
IV. o Ministério Público poderá referendar acordo feito pelas partes para que tenha valor como título executivo extrajudicial, somente nos feitos em que atua como custos legis, nos procedimentos afetos ao juizado especial cível.
V. o recurso contra a sentença será sempre recebido no duplo efeito (devolutivo e suspensivo), exceção feita à hipótese de sentença proferida em embargos à execução.
Assinale a alternativa correta.
(A) A afirmativa II é verdadeira, mas a V é falsa.
(B) A afirmativa I é falsa, mas a IV é verdadeira.
(C) A afirmativa III é verdadeira, mas a II é falsa.
(D) A afirmativa I é verdadeira, mas a III é falsa.
(E) A afirmativa IV é verdadeira, mas a III é falsa.
Gabarito - Versão 4

1 - E

2 - A

3 - C

4 - D

5 – B

6 - N

7 - B

8 - A

9 - C

10 - D

11 - E

12 - B

13 - E

14 - D

15 – A

16 - D

17 - A

18 - C

19 - E

20 - N

21 - B

22 - C

23 - E

24 - A

25 – A

26 - C

27 - B

28 - B

29 - E

30 - D

31 - C

32 - B

33 - E

34 - C

35 – A

36 - D

37 - D

38 - E

39 - B

40 - E

41 - C

42 - D

43 - A

44 - B

45 – E

46 - D

47 - D

48 - A

49 - C

50 - A

51 - B

52 - E

53 - B

54 - D

55 – A

56 - C

57 - A

58 - B

59 - C

60 - D

61 - C

62 - B

63 - A

64 - B

65 – C

66 - E

67 - A

68 - E

69 - C

70 - D

71 - B

72 - C

73 - B

74 - C

75 – D

76 - C

77 - C

78 - E

79 - D

80 - E

81 - D

82 - A

83 - E

84 - A

85 – D

86 - E

87 - D

88 - A

89 - B

90 - E

91 - A

92 - D

93 - E

94 - B

95 – D

96 - E

97 - A

98 - C

99 - D

100 - A

Nº 578/2005 - PGJ
O Procurador-Geral de Justiça, no uso de suas atribuições legais, AVISA aos Senhores Promotores de Justiça que, em virtude da criação de nova Zona Eleitoral pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, foi indicado para nela atuar o Promotor de Justiça abaixo relacionado, que exercerá suas funções da data da instalação da respectiva Z.E. até 31 de dezembro de 2006, nos termos do Ato nº 336/2003-PGJ.
LOCAL ZONA PROMOTOR INSTALAÇÃO
PRAIA GRANDE 406 2º PJ PRAIA GRANDE 03/10/2005
V - COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA
A - CRIMINAIS
Protocolado nº 37.203/05 - PGJ
Interessado: Givanildo Paes
DECISÃO: Promovido o arquivamento do protocolado.
IX. ATOS ADMINISTRATIVOS DO PGJ
Relação dos cargos e funções de Direção, Chefia e Encarregatura, organizada de acordo com o artigo 80, do R.G.S., combinado com o artigo 80, da L.C. 180/78, com a indicação devidamente aprovada de seus substitutos:
Nome do Titular do Cargo - Referência/Grau - Escala de Vencimentos - Tabela - Quadro - Fundamento legal da organização do Órgão ou da criação do cargo.
ÁREA DE EXPEDIENTE - Alteração
28-Subárea de Apoio Administrativo, Oficial de Promotoria Chefe, 16, Cargo Vago, 1) Cibele Aparecida de Almeida Danzieri, RG. 21.390.192, Oficial de Promotoria, 12-C, 2) Marcia Faria dos Santos, RG. 12.892.558, Oficial de Promotoria, 12-A. Ato PGJ 23/91, alterado pelos Atos PGJ 151/98 e 158/98. 'Válida a partir de 1/9/2005';
CENTRAL DE INQUÉRITOS POLICIAIS E PROCESSOS - Alteração
42-Subárea de Apoio Administrativo, Oficial de Promotoria Chefe, 16, Sandra Regina Marques de Souza, RG. 17.505.855, 1) Katia Simone Oliveira Luciano, RG. 21.615.390-6, Oficial de Promotoria, 12-B, 2) Ilva Taeko Abe Vidotto, RG. 13.124.417-6, Oficial de Promotoria, 12-A. Ato PGJ 23/91 alterado pelos Atos PGJ 108/92, 136/97 e 138/98. 'Válida a partir de 19/8/2005';
CENTRO DE APOIO À EXECUÇÃO E DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA CRIMINAIS - Alteração
54-Subárea de Apoio Técnico, Oficial de Promotoria Chefe, 16, Cargo Vago, 1) Vilma Stubber Peinado Rocha, RG. 7.602.201-8, Oficial de Promotoria, 12-C, 2) Ruth Bráz, RG. 5.228.463-3, Oficial de Promotoria, 12-C. Ato PGJ 23/91 alterado pelos Atos PGJ 29/93 e 24/94. 'Válida a partir de 22/8/2005'.
Portarias do Procurador-Geral de Justiça de 13-10-2005
Cessando
, a partir de 24/9/2005, em virtude de incorporação, os efeitos da Portaria de 10, publicada no D.O. de 11/10/2000, que fixou gratificação de representação, ao Dr. Hércules Sormani Neto, RG. 8.378.566, 5º Promotor de Justiça do IV Tribunal do Júri;
Fixando, de acordo com o art. 135, III, da Lei 10261/68 e nos termos do Ato PGJ 28/94, alterado pelo art. 1º do Ato PGJ 63/95, a partir de 5/10/2005, a Srª Aline Ferreira Julieti, RG. 30.616.293-3, a Gratificação de Representação de Gabinete, relativa ao cargo de Assistente Técnico de Promotoria I, correspondente, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 11, da E.V.-C., prevista na L.C. 718/93, onerando os recursos próprios do orçamento vigente;
Autorizando, as reti-ratificações dos atos publicados nos D.Os., que concederam adicionais de insalubridade aos Srs., para constar suas vigências a partir de:
5/5/2003, D.O. 25/4/2005, Andréa Mechi, RG. 8.628.698-5, Assistente Técnico de Promotoria II; 7/5/2003, D.O. 21/4/2005: Luiz César Ribas, RG. 9.908.310-3, Assistente Técnico de Promotoria I e Djalma Luiz Sanches, RG. 5.716.419, Assistente Técnico de Promotoria II; 7/5/2003, D.O. 4/5/2005, Roberto Varjabedian, RG. 14.364.075, Assistente Técnico de Promotoria II;
Apostilas do Procurador-Geral de Justiça de 13-10-2005
Lavrada no ato de aposentadoria do Sr. Haroldo Francisco de Souza, RG. 15.177.670, Oficial de Promotoria, datado de 30/5/2005. Declarando que, o interessado fez jus aos proventos mensais do Padrão de seu cargo, calculado de acordo com o disposto na Lei 10887/2004, correspondentes a: Valor Base, acrescido de Gratificação de Promotoria, nos termos da Lei 8799/94, c.c. o Ato PGJ 28/94, alterado pelo Ato PGJ 63/95, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 12, Tab. I, da E.V.-C., instituída pela L.C. 718/93; Gratificação Fixa; Gratificação Extra; adicionais (1), a que se refere o art. 10, I, da L.C. 718/93; Gratificação de Representação de Gabinete Incorporada, de conformidade com o art. 1º, I e § 3º da L.C. 406/85, correspondente, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 11, da Tab. I, da E.V.-C., instituída pela L.C. 718/93; Adicional sobre a Gratificação de Representação de Gabinete Incorporada; Abono, nos termos da L.C. 882/2000; Gratificação Especial, nos termos da L.C. 908/2001, alterada pela L.C. 933/2002, conforme consta do Processo CRH/MP 2574/91;
Lavrada no ato de aposentadoria da Srª Margarida Luci Rodrigues, RG. 10.956.990, Oficial de Promotoria, datado de 16/6/2005. Declarando que, com fundamento no art. 40, § 1º, I, da Constituição Federal de 1988 alterado pela E.C. 41/2003, c.c. o art. 201, § 9º da Constituição Federal de 1988 e L.C. 269/81, a interessada foi aposentada por invalidez, a partir de 6/4/2005, conforme Laudo de Aposentadoria 227/05, expedido pelo D.P.M.E., no cargo de Oficial de Promotoria, Ref. 12, Grau B, da E.V.N.I., prevista na L.C. 718/93, do SQC-III-QMP, fazendo jus aos proventos mensais do Padrão de seu cargo, calculado de acordo com o disposto na Lei 10887/2004, correspondentes a: Valor Base, acrescido de Gratificação de Promotoria, nos termos da Lei 8799/94, c.c. o Ato PGJ 28/94, alterado pelo Ato PGJ 63/95, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 12, Tab. I, da E.V.-C., instituída pela L.C. 718/93; Gratificação Fixa; Gratificação Extra; adicionais (3), a que se refere o art. 10, I, da L.C. 718/93; Abono, nos termos da L.C. 882/2000; Gratificação Especial, nos termos da L.C. 908/2001, alterada pela L.C. 933/2002, conforme consta do Processo CRH/MP 1367/95;
Lavrada no ato de aposentadoria da Srª Ilidia Maria Roseli Benedita de Morais, RG. 9.144.282, Oficial de Promotoria, datado de 13/7/2005. Declarando que, a interessada fez jus aos proventos mensais do Padrão de seu cargo, calculado de acordo com o disposto na Lei 10887/2004, correspondentes a: Valor Base, acrescido de Gratificação de Promotoria, nos termos da Lei 8799/94, c.c. o Ato PGJ 28/94, alterado pelo Ato PGJ 63/95, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 12, Tab. I, da E.V.-C., instituída pela L.C. 718/93; Gratificação Fixa; Gratificação Extra; Gratificação de Representação de Gabinete Incorporada, nos termos da L.C. 406/85, correspondente, calculada sobre duas vezes o valor da Ref. 11, Tab. I, da E.V.-C., instituída pela L.C. 718/93; adicionais (3), a que se refere o art. 10, I, da L.C. 718/93; Adicionais sobre a Gratificação de Representação de Gabinete Incorporada; Abono, nos termos da L.C. 882/2000; Gratificação Especial, nos termos da L.C. 908/2001, alterada pela L.C. 933/2002, Incorporação de 10/10 da diferença de vencimentos do cargo de Oficial de Promotoria, da E.V.N.I., para o cargo de Oficial de Promotoria Chefe, da E.V.-C., incorporados nos termos da L.C. 924/2002, conforme consta do Processo CRH/MP 1732/90;
Despachos do Procurador-Geral de Justiça de 13-10-2005
Autorizando
, o afastamento dos funcionários a seguir relacionados, sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo, junto ao E. Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, nas Zonas Eleitorais mencionadas, no período de 20 a 24/10/2005:
Nome Matrícula Zona Eleitoral
Ana Vanilde da Silva 326134 259ª - Saúde
Bruno de Resende Baldi 2967 258ª - Indianópolis
Claudelice Lima de Cristo Assis 1879 381ª - Parelheiros
Gileno Ramos Rodrigues 0286 372ª - Piraporinha
Gisele Takakuwa 2941 258ª - Indianópolis
Marco Antonio Pires 0072 255ª - Casa Verde
Maria Aparecida Lima 234885 258ª - Indianópolis
Maria Rosa M. F. Rodrigues 311910 258ª - Indianópolis
Roberta Valéria P. Fanti 273742 352ª - Itaim Paulista
Sergio Arari Iraldi de Carvalho 1076 258ª - Indianópolis
Solange Leme de Souza 1852 259ª - Saúde
Sonia Maria Rodrigues 954710 381ª - Parelheiros
Deferindo, os pedidos dos Srs., relativos à incorporação de décimos nos termos da L.C. 924/2002:
Antonio Carlos da Silva Siqueira, RG. 16.221.964; Alcebíades Pires Filho, RG. 4.860.876; Ailton Aparecido dos Santos, RG. 16.480.508-4; Carlos José Bastos Pedroso, RG. 16.828.993; Claudia Patricia Mieza, RG. 9.049.830; Clovis Mendes, RG. 22.504.650-7; Elisabete Pantaleão Zanchetta, RG. 5.290.295; Inês Pereira Machado Tobias, RG. 9.027.295-X; Ivone Celisa Monari Martins de Almeida, RG. 14.579.931; Luiz Antônio Leoncio, RG. 15.580.658-0; Luiz Carlos Machado, RG. 3.666.075; Marcelo Jesus de Souza Dias, RG. 14.380.396-7; Márcia Carolina Manzzoni, RG. 11.487.129-2; Marco Antonio Misael, RG. 16.937.240; Marisa de Campos, RG. 16.735.490; Marli de Andrade Damasceno, RG. 17.022.757; Meire Veiga Ruiz, RG. 5.697.324-X; Patricia Cuono Martins, RG. 18.870.946-0; Vania Regina de Luca, RG. 17.079.044; Vilma Strubber Peinado Rocha, RG. 7.602.201-8.
Deferindo, os pedidos dos Srs., relativos a Incorporação de Décimos, nos termos da L.C. 813/96, protocolado sob nºs:
Oficiais de Promotoria: Adélio Campos de Magalhães, RG. 7.612.959-7, 89436/05; Andréia de Souza Grilo, RG. 17.482.334, 86139; Cíntia José de Barros, RG. 17.946.358-5, 95603; Ciro da Silva Gordo Amaral, RG. 16.830.426, 74443; Cleide Pereira, RG. 9.619.359-1, 50672; Elisa Cristina Marchi Macedo, RG. 18.935.479, 93414; Frans Ernes Calijuri, RG. 18.972.892-9, 95038; Iara Livramento, RG. 17.836.855-6, 92507; Iomar Francisca de Alencar Arima, RG. 7.527.080, 86392; Madalena Flores Marquizelli de Oliveira, RG. 7.330.387, 89433; Marli de Andrade Damasceno, RG. 17.022.757, 88045; Patrícia Cuono Martins, RG. 18.870.946, 94565; Paulo Barbosa Lima, RG. 11.237.282, 86824; Sergio Minoru Takara, RG. 17.050.099, 92673; Auxiliares de Promotoria: Aguinaldo Quirino Gomes, RG. 14.506.080, 85639; Aurea Silva Oliveira Russo, RG. 6.241.949-3, 94078; Eunice Aparecida Bomfim, RG. 15.414.267-7, 87980; Renato Farias Lima, RG. 22.044.841-3, 85641;
Deferindo, os pedidos dos Drs., protocolados no ano de 2005, sob nºs., a partir de:
17/5/2005, José Benedito Tarifa, RG. 5.725.423, Procurador de Justiça, 102365; 25/9/2005, Hercules Sormani Neto, RG. 8.378.566, 5º Promotor de Justiça do IV Tribunal do Júri, 99692; 28/9/2005, Luiz Roberto Salles Souza, RG. 11.870.064, 8º Promotor de Justiça das Execuções Criminais, 101395.
de 18-10-2005
Autorizando
, o afastamento dos funcionários a seguir relacionados, sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo, junto ao E. Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, nas Zonas Eleitorais mencionadas, no período de 20 a 24/10/2005:
Nome Matrícula Zona Eleitoral
Maria Zeni do Nascimento 0197 6ª - Vila Mariana
Sueli de Cassia Januário 55436 348ª - Vila Formosa
DIRETORIA-GERAL
Portarias da Diretora-Geral de 18-10-2005
Concedendo
, à vista do disposto nos arts. 1º, § 4º da L.C. 371/84 com a redação dada pelo art. 1º da L.C. 615/89, aos Drs., adicionais por quinquênio, a partir de:
7º adicional: 16/10/2005, Jorge Augusto Morais da Silva, RG. 6.250.210, Procurador de Justiça; Mário Antonio de Campos Tebet, RG. 7.985.408, Procurador de Justiça;
Despachos da Diretora-Geral de 18-10-2005
Autorizando
, nos termos do art. 194 da L.C. 734/93, o cômputo do tempo prestado pelo Dr. Oswaldo Henrique Duek Marques, RG. 2.411.211, Procurador de Justiça, no período de 16/1/76 a 21/1/76, num total de 6 dias e ainda a reti-ratificação do despacho publicado no D.O. de 19/10/2000, para constar que o 5º adicional passa a vigorar a partir de 11/10/2000. Em consequência, Concedendo, nos termos do art. 1º, § 4º da L.C. 371/84 com a redação dada pelo art. 1º da L.C. 615/89, o 6º adicional por quinquênio, a partir de 10/10/2005.
DESPACHO DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DE 17 DE OUTUBRO DE 2005
Processo n. 418/05 - DG/MP
Interessado: Ministério Público do Estado de São Paulo
Assunto: Contratação de treinamento em produtos Business Objects
RETIFIQUE-SE a r. decisão de fl.32 que, nos termos do artigo 26, da Lei Federal n.8.666/93, com as alterações introduzidas pelas Leis Federais n.8.883/94, 9.648/98 e 9.854/99, ratificou a inexigibilidade de licitação declarada pela Diretora-Geral, retificando-se assim o nome de um dos servidores que participará dos cursos em questão para que onde se lê:(NG))'...e Mônica Alves Ferreira (matrícula 818.374) ', leia-se: '... e Renato Tadeu D'Agosto (matrícula 3978)', mantendo-se no mais todos os seus termos.
DESPACHO DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DE 17 DE OUTUBRO DE 2005
Processo n.º 554/2005 - DG/MP
Interessado: Ministério Público do Estado de São Paulo
Assunto: Renovação de assinaturas da revista 'Construção e Mercado', destinadas ao Centro de Engenharia e ao Centro de Apoio à Execução e das Promotorias de Justiça Criminais - CAEX-Crim.
RATIFICO, nos termos do artigo 26 da Lei Federal n.º 8.666/93, com suas alterações, a inexigibilidade de licitação declarada pela Diretoria-Geral, com fulcro no inciso I do art. 25 do referido diploma legal, a favor de BP S/A, objetivando a renovação de 2 (duas) assinaturas anuais da revista 'Construção Mercado', destinadas ao Centro de Engenharia e ao Centro de Apoio à Execução e das Promotorias de Justiça Criminais - CAEX-Crim.
DESPACHO DA DIRETORA-GERAL, DE 17/10/2005
Processo n.º 449/05
Assunto: Aquisição de materiais de higiene, limpeza e descartáveis para atender às necessidades da Instituição.
Em face dos elementos constantes dos autos e com fundamento, respectivamente, no inciso VII do artigo 2º do Ato n.º 045/2003-PGJ, de 15 de maio de 2003, e no item 1 da alínea 'b' do inciso III do artigo 75 da Lei Complementar n.º 734, de 26 de novembro de 1993:
1. HOMOLOGO, nos termos do inciso XXII do artigo 4º da Lei Federal n.º 10.520/2002, os atos proferidos pelo Pregoeiro no Pregão n.º 045/2005, em conformidade com a Ata de Sessão Pública juntada no presente feito.
2. AUTORIZO a despesa e a emissão das notas de empenho, no elemento próprio, no valor de:
2.1) R$ 77.757,94 (setenta e sete mil, setecentos e cinqüenta e sete reais e noventa e quatro centavos), a favor de TERRÃO COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA., com referência aos itens 01; 02; 06; 07; 08; 13; 14; 17; 19; 20; 21; 22; 23; 24; 25; 30 e 31;
2.2) R$ 1.789,95 (um mil, setecentos e oitenta e nove reais e noventa e cinco centavos) a favor de PLATI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS DE LIMPEZA LTDA, referente aos itens 03; 05, 09, 10, 18 e 27;
2.3) R$ 1.468,50 (um mil quatrocentos e sessenta e oito reais e cinqüenta centavos), a favor de SS - SILVEIRA & SILVEIRA COMERCIAL LTDA. EPP, referente ao item 04;
2.4) R$ 2.772,96 (dois mil setecentos e setenta e dois reais e noventa e seis centavos), a favor de PAPA LIX PLÁSTICOS E DESCARTÁVEIS LTDA., referente aos itens 12, 15, 28 e 32;
2.5) R$ 5.924,56 (cinco mil, novecentos e vinte e quatro reais e cinqüenta e seis centavos), a favor de CRC - CENTRO DE REFERÊNCIA EM COMÉRCIO DE MATERIAIS HOSPITALARES LTDA. ME, referente aos itens 16, 29 e 33.
DESPACHO DA DIRETORA-GERAL, DE 13.10.2005
Processo nº 328/05
TOMADA DE PREÇOS Nº 002/05
Assunto:
Contratação de empresa especializada para execução de construção de torre de elevador, a ser instalado no prédio do MP na cidade de Ribeirão Preto e adequações no mesmo prédio.
Com fundamento no artigo 109, inciso II da Lei Federal nº 8666/93, com suas alterações e no artigo 1º do Ato n. 223/98 - PGJ, e em consonância com os princípios da legalidade, da isonomia, da vinculação ao instrumento convocatório e do julgamento objetivo, CONHEÇO do recurso interposto pela ELEPE CONSTRUÇÕES LTDA, mas, no mérito, NEGO-LHE PROVIMENTO, mantendo a decisão da Comissão Julgadora de Licitações quanto a DESCLASSIFICAÇÃO da empresa Recorrente.
DESPACHO DA DIRETORA GERAL
Demonstrativo das Receitas do Fundo Especial de Reparação de Interesses Difusos Lesados
Mês => SETEMBRO DE 2005
Receitas - R$ 57.308,26
Rendimento de Aplicação Financeira - R$ 195.084,51
Total - R$ 252.392,77
Demonstrativo das Receitas e Despesas do Fundo Especial do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do Ministério Público
Mês => SETEMBRO DE 2005
Receita de Serviços - R$ 35.445,62
Rendimento de Aplicação Financeira - R$ 34.191,73
Total - R$ 69.637,35
Despesas => R$ 54.151,32
CENTRO DE RECURSOS HUMANOS
Portarias da Diretora de 17-10-2005
Exonerando
, nos termos do art. 58, I, § 1º, item 1, da L.C. 180/78, a pedido e a partir das datas, os Srs., dos cargos de Oficial de Promotoria, do SQC-III-QMP, da E.V.N.I., em virtude de terem sido nomeados para outros cargos públicos:
30/9/2005, Graziano Leandro de Melo, RG. 25.093.096-1; 3/10/2005, Alexandre Rodrigues de Oliveira, RG. 17.505.419-8; 7/10/2005, José Francisco Stocco, RG. 7.690.136 e Marilaine Requena Santiago, RG. 29.209.046-8;
Concedendo, com fundamento no art. 209 da Lei 10261/68, aos Srs., 3 meses de licença-prêmio, referentes aos períodos de:
Oficiais de Promotoria: Arlindo Alves da Silva, RG. 12.392.531, 26/7/2000 a 24/7/2005; Helena Aparecida Nascimento, RG. 15.757.794-6, 26/8/2000 a 24/8/2005; Regina Sttrazzi Linares, RG. 19.340.495, 9/12/99 a 6/12/2004; Auxiliar de Promotoria: Ramon Barbosa Menezes, RG. 24.837.881-8, 13/9/2000 a 11/9/2005;
Concedendo, aos Srs., adicionais por tempo de serviço, a
que se refere o art. 10, I, da L.C. 718/93, a partir de:
Auxiliares de Promotoria: 1º adicional: 13/9/2005, Ramon Barbosa Menezes, RG. 24.837.881-8; 18/9/2005, Sandra Regina dos Santos Ferreira, RG. 29.151.553-8; 22/9/2005, Sebastião Afonso Alencar Neto, RG. 25.517.340-4; 2º adicional: 9/4/2005, Emerson dos Santos Prado, RG. 20.993.794-4; Oficiais de Promotoria: 2º adicional: 12/9/2005, Elisa Cristina Marchi Macedo, RG. 18.935.479; 3º adicional: 8/10/2003, Silvia Aparecida Moreira Nicoletti RG. 16.146.155-4; 1/3/2005, Solange Barbosa de Souza, RG. 17.688.004-5; 11/6/2005, Maria Luiza Gaspar, RG. 12.959.908; 10/9/2005, Paulo Cesar Marcos, RG; 16.505.962; 19/9/2005, Helena Aparecida Nascimento, RG. 15.757.794-6. Assistente Técnico de Promotoria II: 2º adicional: 12/9/2005, Elisa Cristina Marchi Macedo, RG. 18.935.479.
Apostila da Diretora de 17-10-2005
Lavrada no título de nomeação da Srª Romilda Conceição Silva, RG. 14.161.453-3, Oficial de Promotoria, datado de 17/1/92, alterando seu nome para Romilda Silva Fontes dos Santos.
CENTRO DE ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO FUNCIONAL - ESCOLA SUPERIOR
COMUNICADO ESMP Nº 62/2005 - SETOR DE EVENTOS
PAINÉIS DE ATUALIZAÇÃO DOS ESTAGIÁRIOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO
PROGRAMAÇÃO DO 2º SEMESTRE DO ANO DE 2005
(AGOSTO/NOVEMBRO)

O DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO, Doutor Luís Daniel Pereira Cintra, COMUNICA aos Estagiários do Ministério Público, a programação do 6º PAINEL DE ATUALIZAÇÃO DOS ESTAGIÁRIOS DO MINISTÉRIO PÚBICO, conforme segue:
INSCRIÇOES
As inscrições serão feitas, obrigatoriamente, via preenchimento de formulário on-line, no seguinte endereço: www.esmp.sp.gov.br, na data abaixo indicada.
CERTIFICADO
Será conferido certificado para todos os participantes.
PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DA ÁREA CÍVEL
6.º PAINEL
: A Atuação do Ministério Público na Área Cível II
SUBTEMAS:
A) O Ministério Público e os Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência Mental: realidade e desafios
Expositor:
FABIO RAMAZZINI BECHARA
5º Promotor de Justiça de Guarulhos
B) O Direito da Pessoa Idosa
Expositora:
ELIANA PASSARELLI
2º Promotor de Justiça Militar
Data - 21 de outubro de 2005
Horário - 13h00 às 17h00
Local - Auditório Júlio Fabbrini Mirabete da Escola Superior do Ministério Público
Inscrições - de 17 a 20 de outubro de 2005
COMUNICADO ESMP Nº 63/2005 - SETOR DE EVENTOS
O DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
, Doutor Luís Daniel Pereira Cintra, COMUNICA aos membros do Ministério Público, da Magistratura, aos Estagiários e Servidores dessas Instituições, Advogados, Delegados de Polícia, Policiais Civis e Militares, Alunos dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação das Instituições de Ensino Superior de Ourinhos e Região, que a Escola Superior do Ministério Público, o 10º Núcleo Regional da ESMP - Bauru e as Faculdades Integradas de Ourinhos, com apoio cultural do Colégio de Diretores das Escolas dos Ministérios Públicos do Brasil - CDEMP, promoverão simpósio sobre 'DEZ ANOS DA LEI DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS' conforme programação que segue:
Dias 09 e 10 de novembro de 2005
Local:
Faculdades Integradas de Ourinhos
Rua Arlindo Luz, 800 - Centro
Ourinhos - SP
Horário:das 19h às 21h30
Dia 09 de novembro (quarta-feira)
19h - Abertura:
LUÍS DANIEL PEREIRA CINTRA
Procurador de Justiça
Diretor da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo
19h30 - Tema/Expositor:Juizado Especial Criminal: 10 Anos da Lei nº 9.099/95: avanços e perspectivas
PEDRO HENRIQUE DEMERCIAN
6º Promotor de Justiça Criminal de Santo Amaro
Professor Universitário
DEBATES
Dia 10 de novembro (quinta-feira)

Tema/Expositor:Juizado Especial Cível: Uma Década de Experiência e a Efetividade da Prestação Jurisdicional
RICARDO CUNHA CHIMENTI
Juiz de Direito
Professor Universitário
DEBATES
Coordenação geral:
LUÍS DANIEL PEREIRA CINTRA

Procurador de Justiça
Diretor da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo
Coordenação local:
LUCAS PIMENTEL DE OLIVEIRA
LUÍS GABOS ÁLVARES
VIVIANI APARECIDA DE LIMA SILVESTE

Promotores de Justiça
Coordenadores do10º Núcleo Regional da ESMP - Bauru
Coordenação especial:
VLADIMIR BREGA FILHO

1º Promotor de Justiça de Santa Cruz do Rio Pardo
PÚBLICO ALVO
O evento destina-se aos membros do Ministério Público, da Magistratura, aos Estagiários e Servidores dessas Instituições, Advogados, Delegados de Polícia, Policiais Civis e Militares, Alunos dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação das Instituições de Ensino Superior de Ourinhos e Região.. As vagas são limitadas e o seu preenchimento dar-se-á de acordo com a ordem de inscrição.
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
* Inscrições gratuitas
: de 17 de outubro até as 24h de 08 de novembro de 2005 EXCLUSIVAMENTE PELO PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIO ON-LINE, na página da ESMP, www.esmp.sp.gov.br, no link eventos.
* Será conferido certificado.
COMUNICADO ESMP Nº 67/2005-Pós
O Diretor da Escola Superior do Ministério Público , Dr. Luís Daniel Pereira Cintra, COMUNICA aos Membros do Ministério Público do Estado de São Paulo, e demais Bacharéis em Direito, a realização do 29º Curso de Extensão Universitária: 'LEGISLAÇÃO PENAL EXTRAVAGANTE' - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP), Pós-Graduação, com apoio do Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP), cujas normas são as que seguem:
PLANO DO CURSO
I - FINALIDADE
Os profissionais do Direito, seja qual for a carreira jurídica assumida, Ministério Público, Magistratura, Advocacia, até mesmo no Magistério, atuam diuturnamente na tutela da ordem jurídica, exercendo-a em atribuição pública ou privada.
Este Curso de Extensão Universitária visa proporcionar a atualização e sedimentação de conceitos, teses e tipos delituosos tipificados em recentes alterações legislativas penais extravagantes, enfocadas nas suas variadas vertentes, desde os crimes de preconceitos até os ambientais, com atenção especial às hodiernas posições doutrinárias e jurisprudenciais.
Para o bem da sociedade em geral, outrossim, é imprescindível o constante e rotineiro aprimoramento de todos os profissionais, inclusive os da área jurídica, para o cumprimento de suas funções laborativas, sejam elas públicas ou privadas.

II - OBJETIVOS
O objetivo geral deste Curso de Extensão Universitária, em Pós-Graduação, é realizar uma viagem por vários pontos da legislação penal extravagante, pousando em tópicos que demandem especial e detida reflexão.
Nesses debates, tem-se como outra meta aproximar os estudiosos das regras positivadas pelas variadas Leis Especiais objeto do conteúdo programático, com adequada interpretação desses dispositivos, visando o bem estar de toda a sociedade civil, objetivo primordial da atividade jurídica em geral.
Objetiva-se, outrossim, externar o pensamento de Juristas de escol, com especialidades nas searas criminais, despertando no profissional do Direito o debate desses institutos, com atenta reflexão sobre sua devida implementação prática.

III - ESTRUTURA DO CURSO
O Curso de Extensão Universitária: 'LEGISLAÇÃO PENAL EXTRAVAGANTE' - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP), desenvolver-se-á com a carga horária mínima de 40 horas-aula e será composto de 10 (dez) aulas, no período de 03/11/2005 a 02/12/2005.
As aulas ocorrerão nas dependências do Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP) - São José do Rio Preto (SP), localizado na Rua Ipiranga, 3460, Jardim Alto Rio Preto - São José do Rio Preto (SP) - CEP. 15020-040,telefone (oXX)17 - 3203-2500, às quintas-feiras das 19 às 22h30 e sextas-feiras das 8 às 11h30, constituindo-se de 04 aulas de 50 minutos, nos seguintes horários:
5ª Feira: 6ª Feira:
19h. às 19h50 8h às 8h50
19h50 às 20h40 8h50 às 9h40
Intervalo Intervalo
20h50 às 21h40 9h50 às 10h40
21h40 às 22h30 10h40 às 11h30
IV - AVALIAÇÃO
A avaliação do aproveitamento escolar será realizada pela freqüência às atividades escolares.
Para a obtenção do certificado o aluno deverá cumprir no mínimo 75% (setenta e cinco) de freqüência da carga horária prevista.
V - CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Período de inscrições para os membros do Ministério Público do Estado de São Paulo: 19 a 21/10/2005
Período de inscrições para os demais operadores do Direito: 24 a 27/10/2005
Publicação da relação de candidatos na ordem cronológica de inscrição:
Internet : 31/10/2005
D.O.E.: 03/11/2005
Início de aulas: 03/11/2005
Término de aulas: 02/12/2005
VI - ELENCO DOS PROFESSORES CONVIDADOS:
Dr. ANTONIO CARLOS DA PONTE
Dr. CÉSAR DARIO MARIANO DA SILVA
Dr. EDGARD MOREIRA DA SILVA
Dr. LUIZ ROBERTO CICOGNA FAGGIONI
Dr. MÁRIO LUIZ SARRUBBO
VII - VAGAS, INSCRIÇÕES E MATRÍCULA
A - NÚMERO DE VAGAS: 100
B - INSCRIÇÕES E MATRÍCULA
Poderão se inscrever no Curso de Extensão Universitária, Pós-Graduação, os bacharéis em Direito, portadores de diploma ou certificado de conclusão do referido curso.
Será dada prioridade aos membros do Ministério Público do Estado de São Paulo.
As vagas remanescentes serão preenchidas mediante ordem cronológica da inscrição efetuada pelo candidato no referido curso de extensão.
C - PERÍODO DE INSCRIÇÕES/MATRÍCULA E DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
As inscrições para os membros do Ministério Público de São Paulo serão feitas no período de 19 a 21/10/2005, e para os demais operadores do Direito no período de 24 a 27/10/2005, junto à Área Regional do Ministério Publico na Rua XV de Novembro, 2939, 1º andar, sala 12 - São José do Rio Preto (SP). CEP. 15015-110, telefone (0XX)17 - 3235-3736, no horário das 13 às 17 horas.
Os candidatos deverão preencher ficha de inscrição, apresentar cópias autenticadas da carteira de identidade e do certificado de conclusão do curso de Direito ou da carteira de inscrição na OAB.
Alunos e ex-alunos da ESMP poderão preencher somente a mencionada ficha de inscrição, indicando o Curso que freqüentaram.
Para efetivação da matrícula o candidato deverá apresentar cópia reprográfica do recibo de pagamento da primeira parcela, até o dia 03/11/2005, primeiro dia de aula, no horário das 18 às 19 horas, nas dependências do Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP) - São José do Rio Preto (SP).
VIII - MENSALIDADE
A mensalidade/matrícula será de R$ 110,00 (cento e dez reais), pagos até o dia 03/11/2005, através de depósito junto ao Banco Nossa Caixa S.A. , Agência 0935-1, CC nº 13000073-7, tipo C, Favorecido: Fundo Especial do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional, CNPJ nº 01.468.760/0001-90.
A segunda e terceira parcelas, também de R$ 110,00 (cento e dez reais) cada, deverão ser pagas por boleto bancário até 02/12/2005 e 03/01/2006 respectivamente.
Os Membros do Ministério Público do Estado de São Paulo estão isentos do pagamento.
Os servidores do Ministério Público do Estado de São Paulo terão desconto de 50%, nos termos da Deliberação publicada no D.O.E. de 05/09/2003.
IX - PROGRAMA DO CURSO
CRIMES DE PORTE DE ARMA DE FOGO
LEIS DE ENTORPECENTES
INFRAÇÕES PENAIS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
CRIMES AMBIENTAIS
CRIMES DE TRÂNSITO
CRIMES DE ABUSO DE AUTORIDADE
CRIMES DE LAVAGEM DE DINHEIRO
CRIMES FALIMENTARES
CRIMES DE PRECONCEITOS, RAÇA E COR
CRIMES HEDIONDOS
X - MAIS INFORMAÇÕES: (0XX)11 3017-7749/7780/7781 das 13 às 17 horas. Site www.esmp.sp.gov.br ou e-mail [email protected]
COMUNICADO ESMP Nº 69/2005 - PÓS
Retificação do D.O.E. de 07/10/2004 – Seção I
Ministério Público
PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA
Escola Superior
COMUNICADO ESMP Nº 061/2005 - Pós
No comunicado referente ao calendário de aulas do 27º CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 'DIREITO CIVIL – FAMÍLIA e SUCESSÕES: questões polêmicas no direito material e processual' – OURINHOS (SP):
EXCLUA-SE
DIA: 21/10/2005 – 6ª feira - 19h às 22h30
TEMA: 'A Família e o Direito – panorama contemporâneo. Casamento: formalidades e impedimentos matrimoniais; nulidade e igualdade entre marido e mulher'
PROFESSOR: DR. PAULO DO AMARAL SOUZA
Mestre em Direito pelo Mackenzie
Professor Universitário
Procurador de Justiça
DIA: 22/10/2005 - Sábado – 8h às 11h30
TEMA: 'Regime de bens no casamento'
PROFESSOR: DR. PAULO DO AMARAL SOUZA
INCLUA-SE:
DIA: 21/10/2005 – 6ª feira - 19h às 22h30

TEMA: 'A Família e o Direito – panorama contemporâneo. Casamento: formalidades e impedimentos matrimoniais; nulidade e igualdade entre marido e mulher'
PROFESSOR: DR. FERNANDO CARLOS DE ANDRADE SARTORI
Mestre em Direito Civil pela PUC/SP
Professor Universitário
Advogado
DIA: 22/10/2005 - Sábado – 8h às 11h30
TEMA: 'Regime de bens no casamento'
PROFESSOR: DR. FERNANDO CARLOS DE ANDRADE SARTORI