MPSP, MPT e MPF se comprometem a combater o assédio eleitoral no ambiente empresarial
MPSP, MPT e MPF se comprometem a combater o assédio eleitoral no ambiente empresarial
Parceria foi formalizada nesta terça-feira
Na manhã desta terça-feira (28/4), o MPSP, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Federal lançaram a "Carta Aberta contra o Assédio Eleitoral". No documento, os três ramos do Ministério Público se comprometem a desenvolver mecanismos de combate ao assédio eleitoral no ambiente empresarial e criar canais para a efetivação de denúncias. Na última eleição presidencial, mais de 4.000 trabalhadores formalizaram reclamações contra a pressão patronal no sentido de votar no candidato A ou B.
"A democracia reconhece a soberania da vontade popular. Temos que evitar que o poder econômico ultrapasse os limites democráticos", enfatizou o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. Ele fez um agradecimento público ao trabalho dos assessores da PGJ neste campo. "A doutora Ana Laura faz um trabalho magnífico ao lado do doutor Jaime", registrou Oliveira e Costa.
"Estamos reafirmando a nossa responsabilidade coletiva", disse a procuradora do Trabalho Alvamaris Tebet. "A Constituição Federal garante que o voto é livre e secreto", acrescentou a procuradora do Trabalho Vera Lúcia Carlos. "O assédio eleitoral é uma coisa muito grave", destacou o procurador regional eleitoral, Paulo Taubemblatt.