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Monday , 02 de september de 2019

Denunciados pelo Ministério Público, homens são condenados por feminicídios em Mogi das Cruzes

Pena de um dos réus ultrapassou os 45 anos de prisão
Pena de um dos réus ultrapassou os 45 anos de prisão

Na última semana, dois homens denunciados pelo MPSP por feminicídio foram condenados em Mogi das Cruzes. Em um dos casos, Ronaldo Moreira foi sentenciado a quase 25 anos de prisão pela morte de Kelly de Paula Novais, ocorrida em abril de 2016. Já Michel Flor da Silva recebeu pena de 45 anos e quatro meses de reclusão por ter estuprado e matado, em outubro de 2018, a vítima Rayane Paulino Alves. Ambos os réus começarão a cumprir as penas em regime fechado.

Segundo a denúncia, apresentada pelo promotor de Justiça Leandro Lippi Guimarães, Moreira e Kelly tiveram um relacionamento amoroso quando o réu já convivia em união estável com outra mulher. Após saber que a vítima estava grávida dele, Moreira atraiu Kelly para um motel, onde permaneceram por algumas horas. Ao sair do local, o réu asfixiou a vítima, abandonando o cadáver totalmente despido na Rodovia Mogi-Dutra. Moreira foi condenado pelo feminicídio, vilipêndio ao cadáver e aborto. 

Já Silva, denunciado pelo promotor de Justiça Guilherme Castanho Augusto, conheceu Rayane na rodoviária de Guararema e ofereceu a ela uma carona até Mogi das Cruzes. No trajeto, porém, o réu parou o veículo que dirigia e resolveu estuprar a vítima. Após a consumação do crime, Rayane disse ao denunciado que relataria o fato ao pai, que era policial, e tentou fazer uma ligação telefônica. Para impedí-la, Silva aplicou um “mata-leão” na vítima, deixando-a desacordada. Decidido a matar a jovem, o homem dirigiu o carro até um matagal e usou um cadarço para asfixiar Rayane. O Judiciário condenou silva por feminicídio triplamente qualificado, estupro e ocultação de cadáver.

O promotor de Justiça 
José Floriano de Alckmin Lisboa Filho atuou em ambos os júris.


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